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		<title>Feliz Aniversário: Vida longa ao Growroom!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 04:07:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Growroom]]></category>

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		<description><![CDATA[Há 78 anos nasciam os primeiros antiproibicionistas. Quase 8 décadas se passaram desde que o Estado brasileiros transformou em criminosos, por decreto, homens e mulheres que plantavam e fumavam maconha, com isso criando as primeiras resistências à proibição da planta. A proibição da maconha se tornou uma doença, uma compulsão – tornou-se proibicionismo. A repressão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há 78 anos nasciam os primeiros antiproibicionistas. Quase 8 décadas se passaram desde que o Estado brasileiros transformou em criminosos, por decreto, homens e mulheres que plantavam e fumavam maconha, com isso criando as primeiras resistências à proibição da planta. A proibição da maconha se tornou uma doença, uma compulsão – tornou-se proibicionismo. A repressão ao hábito de fumar a erva tem se tornado cada vez mais violenta e o mercado de produção e comércio da planta tem reagido com a mesma intensidade, com todos aqueles problemas e conseqüências discutidos diariamente em todos os cantos do país e do mundo.<span id="more-813"></span></p>
<p>De um dia para o outro, alguns cientistas, políticos e outras figuras conseguiram transformar o sonho que tinham em realidade e baniram uma prática considerada por eles culturalmente inferior. A proibição tem tido êxito no seu objeto de manter de forma violenta na criminalidade as culturas que consideram o uso da maconha uma atividade normal.. Os usuários foram e são constantemente perseguidos, impedidos de manterem seus hábitos de consumo, de se organizarem politicamente e lutarem pelos seus direitos. </p>
<p>Tornaram-se uma realidade em processo oficial de extermínio.Cidadãos têm sido cotidianamente violentados e considerados criminosos porque fumam ou cultivam cannabis, ou por considerarem isso normal. Mais que uma realidade, o proibicionismo da maconha tem sido um pesadelo para toda a sociedade. </p>
<p>Há 8 anos atrás, no dia 12 de março de 2002, um outro sonho começou a se tornar realidade. Um outro tipo de resistência cultural e antiproibicionismo nascia no Brasil. Numa terça-feira que para muitos era como qualquer outra, começou a funcionar um endereço de Internet que daria muito o que falar – <a href="http://www.growroom.net">www.growroom.net</a>. </p>
<p>Em uma semana já eram 400 usuários registrados no fórum. No início, muita gente acreditava que era só mais site sobre drogas, como muitos que existiam e existem na Internet. Poderia até ter sido esse nosso destino, se não fosse o comprometimento das pessoas por trás desse sonho. Muitos sonhadores juntos começaram a tecer uma rede que, dia-a-dia, só tem se ampliado suas forças e formas de atuação.</p>
<p>Graças ao comprometimento de homens e mulheres, anônimos ou conhecidos, com os projetos dessa instituição, o Growroom é hoje uma instituição reconhecida nacional e internacionalmente por ativistas, técnicos de saúde, jornalistas, redutores de danos, políticos, cientistas e diversos outros especialistas e profissionais envolvidos com o tema. </p>
<p>Hoje, conseguimos manter o maior centro de convivência on-line para usuários de maconha do país; temos um dos maiores portais informativos sobre o tema; mantemos diálogo e temos o apoio de uma ampla rede de instituições e indivíduos; estamos organizando uma rede de usuários de cannabis medicinal; prestamos consultoria e ajuda em casos de usuários presos por cultivar para uso pessoal; estamos organizando a publicação de nossa primeira revista impressa.</p>
<p>Se for antiproibicionismo resistir com a sua existência ao extermínio cultural promovido pelo estado. Hoje, o Growroom é um dos maiores espaços de resistência cultural coletiva antiproibicionista.</p>
<p>Tudo isso devemos a vocês, que acreditaram e confiaram em nosso trabalho e continuam não apenas sonhando conosco, mas nos ajudando a transformar esse sonho em realidade, para sairmos juntos do pesadelo da proibição.</p>
<p>Vida longa ao Growroom! Vida longa a todos os homens e mulheres que fizeram dessa comunidade o que ela foi no passado, fazem o que ela é no presente e farão o que ela será no futuro.</p>
<p><strong>Deixe sua mensagem sobre o aniversário da Comunidade: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34279">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<title>Cultivador (grower) preso em Alto Paraíso</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 20:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultivo]]></category>
		<category><![CDATA[Prisão de Usuário]]></category>

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		<description><![CDATA[Um homem de 36 anos foi preso há cerca de 1 mês em Alto Paraíso (GO). Em sua propriedade haviam 7 plantas no estágio vegetativo, 3 florindo, sendo 1 macho, e 30 mudas pequenas (entre 1 e 4 semanas de crescimento). O cultivador, que é lanterneiro mecânico e morava há menos de 6 meses na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 36 anos foi preso há cerca de 1 mês em Alto Paraíso (GO). Em sua propriedade haviam 7 plantas no estágio vegetativo, 3 florindo, sendo 1 macho, e 30 mudas pequenas (entre 1 e 4 semanas de crescimento). O cultivador, que é lanterneiro mecânico e morava há menos de 6 meses na propriedade, está preso sob acusação de tráfico.</p>
<p>O Growroom está em contato com Xanjah, usuário do fórum que conhece pessoalmente o acusado e nos forneceu algumas informações. &#8220;Ele é uma boa pessoa, querido de todos na comunidade. Estamos recolhendo assinaturas de moradores que vão testemunhar a respeito da sua vida e de sua índole&#8221;. Um advogado foi contratado para defendê-lo e o Growroom prestará assessoria na construção da argumentação da defesa.<span id="more-808"></span></p>
<p>Segundo Xanjah, o homem não se via como criminoso por cultivar a maconha que consumia. Os policias teriam chegado em sua casa sem apresentar mandato, apenas afirmando que havia uma denúncia anônima de que ele plantava maconha. Ao receber em sua casa os policias, não exigiu a apresentação de mandato, como lhe é de direito e prontamente se afirmou usuário, colocando-se a disposição para mostrar as plantas. Apesar de afirmar o tempo todo cultivar apenas para uso pessoal e não haver indícios de tráfico no local, ele permanece preso até hoje, aguardando o final do inquérito e o julgamento.</p>
<p>O fato do homem cultivar 40 plantas não é indicativo de que o destino da colheita era o comércio. Apenas 10 plantas estavam adultas, das quais apenas 2 eram fêmeas florindo e poderiam lhe render algumas gramas de maconha nos próximos meses. Planta macho não produzem os princípios psicoativos. As 30 mudas ainda levariam alguns meses antes de chegarem ao período de floração, a partir do qual a planta leva de 2 a 4 meses para produzir as flores e a resina psicoativa utilizada como droga.</p>
<p>Além disso, para definir se um cultivo era destinado ao comércio ao uso, não basta a análise apenas do critério da quantidade de plantas apreendidas. Do mesmo modo que é possível cultivar 40 pés e fumar toda a colheita, também é possível cultivar apenas 1 planta, vendê-la e continuar comprando dos circuito do tráfico. É preciso analisar outros critérios, como as circunstâncias da apreensão, o histórico de vida do sujeito, dentre outros, previstos na Lei 11343.</p>
<p><strong>Discuta o assunto no Fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34229">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<title>&#8220;Grow-up&#8221; High Times e a 1ª Copa Canábica dos EUA</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2010 13:15:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[High Times]]></category>
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		<description><![CDATA[A revista High Times, com sede em Nova York, está passando por mudanças. No final de fevereiro a revista anunciou que está abrindo um escritório em Santa Cruz, Califórnia, para onde foram transferidos David Bienenstock e Elise McDonough, editor de arte e diretor. Da Costa Oeste sairá a nova revista, a Medical Marijuana News and [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista High Times, com sede em Nova York, está passando por mudanças. No final de fevereiro a revista anunciou que está abrindo um escritório em Santa Cruz, Califórnia, para onde foram transferidos David Bienenstock e Elise McDonough, editor de arte e diretor. Da Costa Oeste sairá a nova revista, a Medical Marijuana News and Reviews, que publicará artigos e matérias originais e revisões de textos já publicados na revista mãe. Entre as mudanças também estão a nomeação de Dan Skye para o cargo de editor executivo e a substituição de Jorge Cervantes por Danny Danko na coluna sobre cultivo. Skye já tinha ocupado o cargo de editor da revista nos anos 90. </p>
<p>A Hight Times divulgou que está organizando para junho a primeira Copa da Cannabis Medicinal dos EUA, que ocorrerá em San Francisco. A revista também é a responsável pela Cannabis Cup que ocorre anualmente na Holanda.</p>
<p><strong>Veja mais informações e discuta o assunto no Fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34197">CLIQUE AQUI</a></strong>  </p>
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		<title>Dois brasileiros na Spannabis 2010</title>
		<link>http://growroom.net/2010/03/08/dois-brasileiros-na-spannabis-2010/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 15:56:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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		<description><![CDATA[Por *Maristela Moraes e Rafael Guimarães dos Santos, para o Portal do Growroom
Nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro foi realizada em Barcelona a Spannabis 2010-Feria del Cáñamo y tecnologias alternativas.Na sua sétima edição, a Spannabis já é considerada a maior feira de cannabis do mundo.
Em um espaço de 8.000m² e mais de 150 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>*Maristela Moraes</strong> e <strong>Rafael Guimarães dos Santos</strong>, para o <a href="http://www.growroom.net">Portal do Growroom</a></p>
<p>Nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro foi realizada em Barcelona a Spannabis 2010-Feria del Cáñamo y tecnologias alternativas.Na sua sétima edição, a Spannabis já é considerada a maior feira de cannabis do mundo.</p>
<p>Em um espaço de 8.000m² e mais de 150 stands, foi possível encontrar uma enorme variedade de tipos de sementes e produtos relacionados ao cultivo e uso de maconha, além de tendas de organizações cannábicas, como a Federación de Asociaciones Cannábicas, e de redução de danos e riscos, como a Energy Control.<span id="more-794"></span></p>
<p>Também aconteceram atividades como conferências, música e outras atuações, e ao final, a Cannabis Champions Cup.</p>
<p>Dentre as conferências, merece destaque a de José Carlos Bouso,<br />
pesquisador do Centro de Investigación de Medicamentos, do Hospital de Sant Pau, Barcelona, sobre cannabis no tratamento de transtornos mentais; a de Manuel Guzmán, da Sociedad Española de Investigación sobre Cannabinoides (SEIC), sobre o sistema canabinóide; e a de Jonathan Ott, químico, etnobotânico e escritor, sobre o histórico do conceito de “adicção”. </p>
<p>Para cada dia a entrada custava 15 euros e se formavam filas grandes nos acessos ao evento. Estima-se que mais de 19.000 pessoas participaram da feira.</p>
<p>Desde a entrada já era possível ver uma fumaça que cobria o galpão, o que não deixava dúvida sobre do que tratava o evento. Curiosamente, em curtos intervalos de tempo se podia ouvir nos auto-falantes de toda a Feira, em castelhano e catalão, a advertência de que era proibido fumar naquelas instalações. Muita gente ria ao ouvir aquelas palavras que naquele contexto não faziam o menor sentido.</p>
<p>Os stands estavam muito bem estruturados e as várias empresas expunham seus produtos, dos mais variados tipos e marcas. Sacolas personalizadas, brindes na forma de acendedores e canetas, muitos panfletos, cartazes, catálogos, revistas e os mais variados materiais impressos.</p>
<p>Era possível encontrar muitos tipos e tamanhos de armários de cultivo, além dos tradicionais kits, fertilizantes, sementes, equipamentos para distintos tipos de cultivo, além de apetrechos e acessórios relacionados à cultura cannábica.</p>
<p>Participar de uma Feira do porte da Spannabis possibilita ter uma idéia da força que o tema do cultivo de cannabis tem aqui na Europa, principalmente na Espanha e na Holanda. </p>
<p>Segundo a Cannabis Magazine deste mês (fevereiro), são mais de 183 grow shops espalhados pelas principais cidades espanholas.</p>
<p>Além disso, a quantidade de gente de todas as idades que visitaram a Feira demonstra que há um crescente número pessoas que cultiva ou está interessada em cultivar cannabis, uma das estratégias mais indicadas para reduzir danos e riscos relacionados à ilicitude do comércio e da má qualidade da maconha consumida.</p>
<p><strong>Legislação</strong></p>
<p>A legislação espanhola não considera delito o consumo próprio, porém, o consumo em espaços públicos pode gerar multa.</p>
<p>O grande problema é que, ainda que algumas condutas não sejam consideradas delito, a lei de Protección de la Seguridad Ciudadana, conhecida como Ley Corcuera, permite sanções administrativas, mesmo que o Código Penal não as prescreva.</p>
<p>Também ocorrem por aqui, assim como no Brasil, casos no quais usuários são presos sob acusação de tráfico, por que a Lei não estipula as quantidades claramente.  </p>
<p><strong>*Maristela Moraes é doutoranda em Psicologia Social pela Universidade Autônoma de Barcelona; Rafael Guimarães dos Santos é doutorando em Farmacologia pela Universidade Autônoma de Barcelona e pesquisador do <a href="http://www.neip.info">Núcleo de Estudos Interdisciplinadres sobre Psicoativos &#8211; NEIP</a>.</strong></p>
<p><strong>Discuta o assunto no Fórum e assista a vídeos da Spannabis: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34165">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<title>Drogas Intragáveis</title>
		<link>http://growroom.net/2010/03/07/drogas-intragaveis/</link>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 15:23:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Descriminalização]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Helena Ortiz*, para o Portal do Growroom
Antes de tudo, voltemos a uma questão que pode não parecer importante, mas é. É uma questão de linguagem. O poeta Ferreira Gullar, que é contra a legalização, já disse (e nisso está certo) que a palavra é descriminar, ou seja, conforme o Aurélio, absolver de crime, tirar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Helena Ortiz</strong>*, para o <a href="http://www.growroom.net">Portal do Growroom</a></p>
<p>Antes de tudo, voltemos a uma questão que pode não parecer importante, mas é. É uma questão de linguagem. O poeta Ferreira Gullar, que é contra a legalização, já disse (e nisso está certo) que a palavra é descriminar, ou seja, conforme o Aurélio, absolver de crime, tirar a culpa de.</p>
<p>Dito isso, vejamos: a posição da candidata Marina Silva é bem mais aberta, digamos assim, à causa da legalização do que a da candidata Dilma Roussef.  Será que Marina Silva, mesmo evangélica, é mais liberal que Dilma? Eu não apostaria, diria apenas que é assim porque a candidata Dilma tem, pelo menos hoje, mais chances de vencer do que a candidata Marina. Ora, quem está mais perto do poder quer mais é estar longe das questões polêmicas, que produzem discórdias.<span id="more-788"></span></p>
<p>Vejam Fernando Henrique. Não fez o que devia, quer fazer agora (e com que ênfase!). Qualquer dia será a maior autoridade no assunto, mesmo que não tenha tragado. (Terá sido por pressão do meio, ou por interesse nos financiamentos internacionais pró-legalização, FHC mudou de idéia e agora defende o THC).</p>
<p>Até hoje a posição do presidente Lula é uma incógnita. Mais por ignorância, que o fazem oscilar à mercê das influências, do que por construções próprias. Quando na oposição, Lula dizia que &#8220;a guerra das drogas era uma guerra de classes&#8221; e que os grandes narcotraficantes não eram encontrados nas favelas, &#8220;onde as pessoas são oprimidas e induzidas ao crime para conseguir o pão de cada dia&#8221;, mas nos bairros ricos das grandes capitais. Ao virar presidente, mantém uma política quase inalterada e militarizada, contradizendo tudo que tinha dito a respeito.</p>
<p>Não é contra nem a favor, muito pelo contrário. Apenas oscila, de acordo com o interesse do momento. Não faz parte da sua realidade, do seu passado, dos seus costumes. Sabe-se que a primeira formação do PT gostava de fumar baseado, mas era da ala burguesa, palavra que nem se usa mais. O proletariado ficava mais embaixo e tomava a velha (naquele tempo também proletária) cachaça. E falar nisso, onde estarão agora os velhos maconheiros do PT? Já foram todos aposentados ou preteridos por companheiros mais “duros”? </p>
<p>A causa da legalização não pára, eis a verdade. Às vezes a burrice e a brutalidade trazem certo desânimo, mas é preciso não esmorecer. Se formos à história, veremos que a luta por outras causas também demoraram a vingar. É levantar todos os dias e insistir, ampliar a rede, esclarecer, divulgar. Eu não conheço droga maior do que o autoritarismo, e mais ainda quando é baseado em nada, apenas na droga do preconceito. </p>
<p>A Marcha de 2010 vem aí. Este ano será maior do que a do ano passado e terá mais repercussão. Talvez compareçam outras pessoas do governo, sabe-se lá quando é que vai cair a ficha. Seria muito bom que o General que atualmente está no comando dessa Guerra declarasse a paz. Afinal, quem é contra a legalização é a favor da guerra. E não há guerra pela paz. Só existe paz, onde não há guerra e a liberdade é soberana. </p>
<p><strong>*Helena Ortiz é escritora. Conheça mais sobre a autora visitando seu blog: <a href="http://integradaemarginal.blogspot.com">Integrada e Marginal</a></p>
<p>Discuta o assunto no fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34142">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<title>70 milhões de reais em skunk holandês</title>
		<link>http://growroom.net/2010/03/06/70-milhoes-de-reais-em-skunk-holandes/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 04:30:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Holanda]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[tráfico]]></category>

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		<description><![CDATA[Após 14 meses de investigação, a polícia inglesa prendeu 12 homens acusados de comandar o maior negócio de importação ilegal de maconha da Inglaterra. Durante o período de investigação o grupo chegou a lucrar cerca 1 milhão de reais por semana com a venda de maconha de alta qualidade, trazida da Holanda dentro de caixas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após 14 meses de investigação, a polícia inglesa prendeu 12 homens acusados de comandar o maior negócio de importação ilegal de maconha da Inglaterra. Durante o período de investigação o grupo chegou a lucrar cerca 1 milhão de reais por semana com a venda de maconha de alta qualidade, trazida da Holanda dentro de caixas de flores. A investigação, que contou com o apoio da polícia holandesa, envolveu infiltração de agentes na no grupo e o rastreamento da lavagem do dinheiro. Eles utilizavam um estabelecimento de câmbio de moedas para legalizar o dinheiro gerado com a operação. O volume de dinheiro da operação era tão grande que, em um dos imóveis utilizados pelo grupo, os policiais encontram cerca de 60.000 libras apodrecendo por conta a umidade. &#8220;Nós continuaremos fazendo cada vez mais investidas em operações ilegais de cultivo de skunk. Há uma demanda crescente por esses produtos na Inglaterra e Irlanada&#8221;, afirmou o Sgt. Thom Hoekstra da polícia holandesa.</p>
<p><strong>Discuta o assunto no fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34116">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<title>Encontro discutirá regulamentação da religião rastafari</title>
		<link>http://growroom.net/2010/03/03/encontro-discutira-regulamentacao-da-religiao-rastafari/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 16:46:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Rastafari]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Salvador - BA]]></category>

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		<description><![CDATA[O caso de Robson, rastafari preso por cultivar 2 pés de ganja despertou a discussão em torno da regulamentação do uso religioso da planta na Comunidade Rastafari de Salvador.
A Comunidade Rastafari do bairro de Cajazeiras irá se reunir no próximo domingo (7/03) para discutir a regulamentação da religião rastafari e do uso religioso da ganja. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O caso de <a href="http://growroom.net/2010/02/11/apos-9-dias-de-prisao-injusta-finalmente-rastafari-volta-pra-casa">Robson</a>, rastafari preso por cultivar 2 pés de ganja despertou a discussão em torno da regulamentação do uso religioso da planta na Comunidade Rastafari de Salvador.</p>
<p>A Comunidade Rastafari do bairro de Cajazeiras irá se reunir no próximo domingo (7/03) para discutir a regulamentação da religião rastafari e do uso religioso da ganja. O encontro faz parte do Projeto <em>Liberdade em Ganjah</em>, que propõem a formação de uma rede de proteção e garantia dos Direitos Humanos à população da comunidade do bairro de Cajazeiras. O encontro contará com a participação de <strong>Ras Popó</strong> (Banda Red Meditation, paciente regulamentado de Cannabis na Califórnia); <strong>Ras MC Léo Carlos</strong> (líder espiritual rastafari), <strong>Robson</strong> (vocalista da banda Comunhão Divina) e <strong>Sergio Vidal</strong> (Ativista do Growroom e representante a União Nacional dos Estudantes no Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas), além de moradores do bairro e integrantes de outros grupos rastafari. O encontro ainda contará com a presença de mebros da Rede Ananda, grupo baiano de ativistas, pesquisadores e redutores de danos.</p>
<p><strong>Conheça o caso de Robson: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=33593">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
<p><strong>Discuta o assunto no Fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34072">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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		<item>
		<title>GR Entrevista: Jorge Roque (ENCOD)</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 06:19:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nascido na cidade portuguesa de Braga, viveu em diferentes cidades, entre as quais Berlim, Barcelona, Granada, Toulouse, Londres. Estudou e trabalhou como jornalista, posteriormente seguindo o que ele chama de &#8220;apelo interior&#8221; estudou Direito e passou a se dedicar ao trabalho na área da Justiça, principalmente combatendo injustiças. Em 2006 se juntou à ENCOD &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido na cidade portuguesa de Braga, viveu em diferentes cidades, entre as quais Berlim, Barcelona, Granada, Toulouse, Londres. Estudou e trabalhou como jornalista, posteriormente seguindo o que ele chama de &#8220;apelo interior&#8221; estudou Direito e passou a se dedicar ao trabalho na área da Justiça, principalmente combatendo injustiças. Em 2006 se juntou à <a href="http://www.encod.org">ENCOD &#8211; Coligação Européia por Políticas de Drogas Justas e Eficazes</a>, onde atualmente faz parte do Conselho Executivo. Em Portugal, atual na defesa dos Direitos de todos aqueles que utilizam drogas, tentando organizar e dar voz à esses cidadãos. Foi uma das vozes críticas mais importantes no processo que resultou na atual lei 30/2000, que descriminaliza o consumo de drogas em Portugal. Atualmente, além das suas atividades junto à ENCOD, Jorge está atuando na luta pela implantação de programas de atenção a usuários de heroína, pela regulamentação dos clubes sociais de cannabis e pela criação de salas de consumo assistido. <span id="more-766"></span></p>
<p><strong>Debate o assunto no fórum:</strong> <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=34033">CLIQUE AQUI</a></p>
<p><strong>ENTREVISTA:</strong><br />
<strong>Growroom: No Brasil temos tido muitas notícias a respeito dos avanços conseguidos por conta da atual Política de Portugal sobre o tema. Em geral, as opiniões têm sido sempre positivas, afirmando que têm conseguido diminuir a violência, riscos e danos associados ao uso. Gostariamos de saber sua opinião a respeito.</strong></p>
<p><strong>Jorge Roque:</strong> Sem duvida que a descriminalização do consumo de todas as drogas em Portugal foi um enorme passo na justiça social, nos Direitos Humanos e na saúde publica, porque em vez de se considerar o utilizador de drogas um criminoso, ele passou a ser visto e tratado pelo sistema de saúde, isso aproximou as pessoas do tratamento e da inclusão social. Obviamente que a lei para ter eficácia foi acompanhada de centro de atendimento a toxicodependentes em todas as cidades (gratuitos), constituidos pelos melhores médicos, psicologos, psiquiatras e enfermeiros. Além disso tambem muito importante foi o acompanhamento da pessoa por um tecnico social e dar-lhes toda a estrutura fundamental, ou seja: tratamento, sitio para viver e emprego. Sem duvida que tudo melhorou mas ainda é preciso mais!</p>
<p><strong>GR: Ainda sobre a atual situação em Portugal. Nós do Growroom temos recebido algumas notícias de que pessoas que plantam para consumo pessoal continuam sendo perseguidas e que inclusive a repressão teria aumentado após a nova Lei. Isso é verdade?</strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Sim é verdade, a lei em Portugal permite o consumo, mas não a plantação, por isso ainda há muito a fazer, digamos que demos um bom primeiro passo.</p>
<p><strong>GR: Você acredita que Portugal conseguirá diminuir o tráfico de maconha e haxixe mantendo uma essa repressão aos cultivadores?<br />
</strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Não, claro que não. Enquanto as drogas tiverem o monopólio da sua destribuição nos traficantes ilegais, o lucro falará mais alto e haverá sempre quem arrisque toda uma vida pelo lucro fácil e rapido.</p>
<p><strong>GR: Apesar da Lei de drogas no Brasil também afirmar que o usuário não pode mais ser preso, tem aumentado muito o número de usuários que cultivam sendo injustamente acusados de tráfico, principalmente devido à desinformação de alguns agentes da Polícia e do Judiciário, algo semelhante ao que ocorre em Portugal. Nesse contexto, o que você considera mais importante, uma mudança nas Leis ou na mentalidades daqueles que operam as Leis? </strong></p>
<p><strong>J.R.</strong>  As duas situações estão intrinsicamente ligadas. O Estado de Direito não é efectivo, mas é apenas &#8220;fachada&#8221; se as leis não são cumpridas! Em Portugal a policia limita-se a cumprir a lei (embora lhes tenha custado a aceitar, mas não tiveram outro remédio). Agora eu compreendo que no Brasil isso seja mais complicado, porque ainda existe uma policia que não se importa de receber dinheiro para virar a cara e ignorar a lei, isso em Portugal e na Europa não acontece, por isso ainda mais admiro e respeito a vossa luta aí no Brasil, porque lutam por Direitos Humanos, quando a policia nem sequer respeita o mais básico Direito, o Direito à vida, que é o que eles fazem quando entram nas favelas a matar e culpam simples vitimas do sistema proibicionista, quando o problema no Brasil é social e de desiquilibrio económico. Eles nem se apercebem que todos os dias matam e todos os dias outros aparecem, porque não é a droga o problema mas sim o sistema!</p>
<p><strong>GR: A ENCOD tem defendido a proposta dos Cannabis Social Clubs como um modelo mais eficiente para fazer frente ao atual modelo proibicionista. Você poderia nos falar um pouco a respeito do modelo dos C.S.C, citando alguns exemplos de experiências desse tipo em andamento hoje e porque eles seriam mais eficazes que apenas a regulamentação do cultivo caseiro? </strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Os Clubs Sociais de Canabis permitem que um certo numero de pessoas integrem um club aonde se planta, colhe e destribui-se pelos sócios a canabis sem margem de lucro e controlando a qualidade, alem de que tem regras que impõem apenas certas quantidades e impedem a destribuição a menores. Em Espanha em Vitória temos vários companheiros que integram um CSC e estão bastante contentes. Sem duvida que é uma boa solução.</p>
<p><strong>GR: Que tipo de atuação a ENCOD tem realizado para promover a implantação do modelo C.S.C na Europa e que tipo de conselho você daria para aqueles que pretendem organizar um Clube?</strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Justamente hoje graças aos esforços da Encod ganhamos em tribunal o direito à existência de um CSC na Belgica o TREKT UW PLANT. O conselho que posso dar é estudar bem a lei do país, porque o que eles fizeram em Espanha foi aproveitar um vazio na lei, ou seja a lei não considerava crime se alguem tivesse uma ou duas plantas, ora duzentas plantas vezes cem sócios dá apenas duas plantas a cada! Apartir daí, é possível brigar judicialmente e abrir um precedente.</p>
<p><strong>GR: O movimento antiproibicionista no Brasil sofre um grande choque com as proibições das Marchas da Maconha o ano passado. Apesar dos avanços e de algumas vitórias na justiça, existe ainda muita repressão e polêmica em torno dos movimentos sociais que debatem a questão. Em Portugal vocês tem esse problema? Qual sua opinião a esse respeito?</strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Em Portugal não temos o problema da repressão das marchas, o que ainda temos é bastante estigma social. Mais uma vez tenho que lembrar que no Brasil a droga é o &#8220;Bode Espiatório&#8221; da situação geral do país. O Brasil é um país rico, mas que insiste em manter a desigualdade social, a fronteira entre ricos e pobres e isso gera ódio, violência, crime e policia corrupta. É um sistema que nem sequer os ricos lucram com ele devido à fraca qualidade de vida que tem por causa do &#8220;Mêdo&#8221;! Só quando o Brasil criar emprego para a maioria, com um salário minimo razoavél, com toda a gente com acesso a alimentação, saúde, habitação e educação é que haverá uma sociedade justa e aonde os policias não vejam quem usa drogas como inimigos e como tal sem ódio.</p>
<p><strong>GR: Por fim, gostaria de agradecer pelo seu tempo e pelas respostas, desejando que um dia possa vir em breve ao Brasil, quem sabe para inaguração do 1º Clube regulamentado. Aproveito para pedir que deixe uma mensagem para os leitores do portal e para os cultivadores do fórum.</strong></p>
<p><strong>J.R.</strong> Lutem! Não desistam! O futuro do Brasil está justamente nas vossas mãos, nas mãos das pessoas que querem um país mais Humano e não apenas em terem o bolso cheio. Os Direitos a usar drogas inserem-se nos Direitos Humanos globais, por isso às vezes aí é mais dificil, mas ao mesmo tempo o Brasil tem muita gente boa, culta, inteligente e humana e é essa que tem que chegar ao poder! Força Meus Irmãos!</p>
<p><strong>*Sergio Vidal é antropólogo, ativista e membro do Growroom &#8211; seu espaço para crescer.</strong></p>
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		<title>HempCon &#8211; Convenção da Cannabis Medicinal</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 18:35:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Ca., para o Growroom
A HempCon 2010 ocorreu entre os dias 19 e 21 de fevereiro no Centro de Convenções de Los Angeles. O evento reuniu ativistas, defensores da maconha medicinal, usuários, representantes de Clubes, fornecedores e outros interessados em discutir os rumos do uso da planta como medicamento. 
Mesmo sendo uma convenção sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <strong>Luiz Ca.</strong>, para o <a href="http://www.growroom.net">Growroom</a></p>
<p>A <a href="http://www.hempcon.com">HempCon 2010</a> ocorreu entre os dias 19 e 21 de fevereiro no Centro de Convenções de Los Angeles. O evento reuniu ativistas, defensores da maconha medicinal, usuários, representantes de Clubes, fornecedores e outros interessados em discutir os rumos do uso da planta como medicamento. </p>
<p>Mesmo sendo uma convenção sobre maconha, não tinha nenhum <em>stand </em>vendendo a planta ou qualquer área reservada ao consumo. O evento teve como foco a educação  e a promoção de bens e serviços associados à maconha. Durante a Convenção os participantes puderam aprender mais sobre as leis a respeito da maconha medicinal em palestras, workshops e muito mais, além de curtir música ao vivo e outras atividades culturais. <span id="more-745"></span></p>
<p>Haviam varias empresas divulgando os mais variados produtos. Desde farmácias a clínicas médicas, lojas de parafernália para consumo, escritórios de advocacia, passando por indústrias de fertilizantes, lâmpadas de alta tecnologia e até Cheff&#8217;s de cozinha e seus novos pratos canábicos.</p>
<p>Nos três dias do evento trabalhei como voluntario da Oaksterdam University, divulgando os novos cursos disponíveis e também pedindo assinaturas para o &#8220;Tax &amp; Regulate Cannabis 2010&#8243;. Essa iniciativa já colheu por volta de 700 mil assinaturas, o que permite que seja votada nas proximas eleicoes a permissao do uso adulto, para maiores de 21, bem como o plantio e porte para uso pessoal, discriminalizando seu comercio e recolhendo impostos assim como cigarro e álcool.</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p>Discuta o tema no fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=33804">CLIQUE AQUI</a></p>
<p>Leia entrevista com Luiz Ca.: <a href="http://growroom.net/2009/09/13/um-brasileiro-na-california">CLIQUE AQUI</a></p>
<p><strong>*Luiz Ca. é paciente regulamentado para uso de Cannabis medicinal e usuário do Growroom.</strong></p>
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		<title>Novo filme de Cheech e Chong</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 02:51:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Os atores Cheech Marin (63) e Tommy Chong (71), que interpretam os personagens das comédias canábicas mais famosas do mundo, estiveram presente no Hemp Con (www.hempcon.com), Convenção sobre Cannabis Medicinal ocorrida entre os dias 19 e 21 de fevereiro, em Los Angeles. Durante a ocasião, eles aproveitaram para dar uma coletiva de imprensa e anunciar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os atores Cheech Marin (63) e Tommy Chong (71), que interpretam os personagens das comédias canábicas mais famosas do mundo, estiveram presente no Hemp Con (www.hempcon.com), Convenção sobre Cannabis Medicinal ocorrida entre os dias 19 e 21 de fevereiro, em Los Angeles. Durante a ocasião, eles aproveitaram para dar uma coletiva de imprensa e anunciar as gravações do seu novo filme.<br />
<em>Light Up America</em>, que será lançado no dia 20 de abril nos EUA (4/20!), é uma espécie de documentário pró-legalização e tratá imagens da 1ª turnê da dupla depois de 25 anos, iniciada no ano passado. Em coletiva para a imprensa, Cheech afirmou que esse <em>&#8220;É um movimento que já passou da hora de ocorrer. É inevitável&#8221;</em>. Segundo ele, <em>&#8220;Desde a período bíblico que a sociedade precisa de drogas de socialização. Essa é a nossa droga de escolha&#8221;</em>.<em>&#8220;É muito mais segura e traz mais benefícios que o álcool&#8221;</em>, completou Marin.</p>
<p><strong>Assista a entrevista com a dupla no qual eles apresentam o filme e discuta o assunto no fórum: <a href="http://www.growroom.net/board/index.php?showtopic=33988">CLIQUE AQUI</a></strong></p>
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