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Cigano

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Posts postados por Cigano

  1. um poeminha reggae!

    Bem melhor que pensar em qualquer problema é tacar fogo no estresse e fazer um esquema

    De frente pro mar vendo as ondas quebrando , sem pensar em nada e o estresse vai queimando.

    E o estresse vai...o estresse vai queimando...

    Pouco a pouco as paz...a paz ja vem chegando...

    Com a brisa do mar vem o perfume da menina , que é o meu aconchego , que inspira minhas rimas.

    Quero estar no colo dela quando o sol for se deitando

    Escutando um reggae e o estresse vai queimando...

    E o estresse vai , o estresse vai queimando...

    Pouco a pouco a paz... a paz de Jah chegando...

    Pelos

  2. eu tenho sorte de morar em casa e meus vizinhos serem sussa...apesar que da pra dar um migué se fosse preciso...agora em ape tem que ficar ligeiraço!

    Em relação ao texto...acho que a solução correta seria conversar francamente com o vizinho usuario , ainda mais se tratando de pessoas independentes , essa de cartazes avisando sobre os perigos , sobre tratamentos é legal até...mais acho que uma pessoas nessas condições sabe com o que ta lidando!

    Caso ela não desse atenção ai sim um aviso por escrito avisando do risco de atitudes legais seria necessessario se fosse da vontade do reclamante...pelo menos não denunciaria logo de cara!

    É foda esse pudor! conversar seria a cara.

    Mais uma vez uma situação que a falta de jogo aberto sobre o assunto pode prejudicar gente de bem!

  3. Que lugar do Rio fica Sana?...é praia ou interior ?

    Dependendo do lugar acho que rola ir uma galera de Sampa tb !

    Pico que eu pirei no Rio foi Ilha Grande...putz bem loco...em Corpus Crist vo pra lá...num vejo a hora ...Aventureiros ,Lopes Mendes(irada essa praia!) uma par de praia loka!

  4. Eu penso muito nisso , fumado ou não, não acho que a existencia seja algum tipo de realidade virtual criada por outro ser , muito menos que somos uma praga pois existem muitas pessoas que vão contra parasitar ou simplesmente destruir.

    Eu espero todos os dia por uma revelação , sei que só vou te-la quando estiver pronto , talves só depois de morrer ou depois de renascer e por ai vai!A unica coisa que sei é que preciso evoluir de maneira positiva para no minimo não ir para o "inferno" , acho que se cultivar o amor...como um sentimento amplo , uma energia maior , vou estar crescendo de maneira positiva e a resposta que tanto procuro vai ser uma boa noticia!

    Eu e meus amigos conversamos sobre isso sempre que estamos numa roda queimando um , falamos sobre o Amor de forma ampla , aplicado em cada segundo de nossas vidas e os beneficios que temos.

    Nesses momentos sempre sinto com mais facilidade a unidade da existencia , por isso uso meu dia-dia para praticar essa forma de existir até chegar num ponto onde não precise me condicionar.

    Causa e consequencia...o que faço na vida será o que receberei depois...se fizer o bem terei um bem...se fizer o mal ...terei o mal...!

    Nunca deixo de me perguntar pois humano que sou corro o risco de esquecer , cair em alguma armadilha da vida e me atrazar !

  5. morgadu escreveu

    só se for qdo eu tiver velhinho e olhe la

    pois é...hj nossos pais estão velhos...eles fizeram a parte deles no passado...

    se continuarmos do jeito que estamos vamos ficar velhos e nada vai ter mudado...e o pior é que vamos alimentar o ciclo sem servir de exemplo para nosso filhos...é triste a visão do futuro se continuar como está!

  6. Muito bem colocado cara , a situação do usuario ta foda em todo pais mais ai no Rio deve ta até bem mais cruel com toda essa violencia acontecendo diante da televisão!

    Se tem uma pessoa que eu não suporto é o Garotinho...ele é um fascista...não sabe nem ao menos maquiar a incompetencia da politica que usa...só sabe atacar usuarios!

    O mais triste é que consegue formar opinião entre boa parte da população , talves mais triste é simplesmente o fato dele ser o secretario de segurança...

    não curto acusar...mas que ele deve ter um dedo no negocio deve ter...direta ou indiretamente!

    Quem tendo poder na mão não quer uma boquinha de mais de dez milhoes por semana?

    São poucos e não estão ocupando cargos como o dele!

  7. Eu acredito muito tb que essa nossa luta vai ter um " divisor de aguas " antes do que muitos esperam , pois está cada vez mais visivel para aqueles que não querem ver(opinião publica manipulada) que é preciso uma politica diferente em relação ao assunto .

    A atual está falida faz muito tempo e como ela atinge interesses particulares e corporativos de poder vem sendo maquiada a muito tempo...porém está chegando a um ponto que fica impossivel disfarçar(demoro para perceberem!) ...e mesmo que muito não acreditem a cupula de poder atual vai contra esses interesses particulares , se fosse possivel mudar de uma vez , eles ja teriam feito com certeza.

    Tem que legalizar...caso contrario a sociedade vai sentido aos poucos e cada vez mais forte a chegada do caos num ponto irreversivel, aos poucos pois ela tem drogas bem piores vendidas e compradas que além do mal fisico cegam a mente!

    Nós sempre soubemos qual é a solução ou remédio porem que valor tem a palavra de um usuario segundo os manipuladores ?

    Esse ciclo que vc citou começa a girar a nosso favor...finalmente!

  8. Ex-traficante defende legalizar drogas

    da Folha de S.Paulo

    No começo dos anos 90, Johnny era um nome conhecido na zona sul do Rio. Na estreita faixa de terra entre o mar e a montanha, as noites eram, na definição do então chefe de polícia, Hélio Luz, de "muito brilho". Brilho de artistas de TV, intelectuais, músicos, modelos e cocaína, muita cocaína.

    Quem garantia a animação daquela seleta clientela era Johnny, ou João Guilherme Estrella. Bem nascido, garoto da praia do Leblon, ele é o caso típico do consumidor que se tornou viciado que se tornou traficante. E subiu muito nessa escala: chegou a consumir cerca de 100 g da droga por semana, teve em suas mãos de uma só vez 15 quilos de cocaína pura e faturou US$ 25 mil em um mês.

    No dia 25 de outubro de 1995, a PF invadiu o apartamento em que ele embalava seis quilos da droga para enviar para a Europa, dando início à segunda parte da saga de Estrella, esta menos brilhante: cadeia, tribunal, cadeia, tratamentos de recuperação, manicômio judiciário, liberdade.

    Nove anos após ser preso, João Guilherme Estrella vira personagem: sua biografia é esmiuçada no livro "Meu Nome não é Johnny" (Editora Record, 336 págs., R$ 39,90), do jornalista Guilherme Fiuza. O livro é um relato histórico-sentimental que vai desde a vida do menino que fumou o primeiro baseado aos 14 anos até o homem que hoje, aos 42 anos, busca sucesso como compositor, passando por todas as etapas da vivência de quem já foi considerado o "barão do pó" da zona sul carioca.

    Folha - Por que você resolveu revelar a sua história?

    João Guilherme Estrella - Descobri que os dias são muito mais longos quando se está preso. Resolvi escrever uma ficção em que ia jogar a realidade que estava vivendo. Fiz isso um mês e parei. Mas aquilo ficou na minha cabeça: queria registrar o que vivia, tirar algum aprendizado.

    Folha - Qual foi o aprendizado?

    Estrella - A mensagem que o livro está passando é uma coisa de superação. Primeiro é importante dizer: não entre nessa de jeito nenhum. Mas tem muita gente que já está dentro, está viciada, muitas famílias estão sofrendo. A mensagem então é: dá para sair.

    Folha - O período em que você atuou no tráfico coincide com a expansão do consumo de cocaína no Rio. O que aconteceu?

    Estrella - Aí tem uma diferença do asfalto para o morro. Na favela você encontra droga barata, acessível, por R$ 5, R$ 10. No asfalto envolvia mais a elite.

    Folha - Você concorda que é o consumidor do asfalto, da zona sul, que sustenta o tráfico da favela?

    Estrella - Não é só a elite que sustenta o tráfico. Mesmo porque a elite no Brasil é uma fatia minúscula. Tem muito classe média e classe média baixa. Na própria comunidade, como na Rocinha, existem muitos consumidores.

    Folha - Quem sustenta o traficante: o viciado ou os consumidores eventuais, de fim de semana?

    Estrella - O consumidor eventual tem um peso grande, porque usa uma vez por semana, pelo menos. Para quem vive disso, é muito importante.

    Folha - No auge de sua atuação, você chegou a negociar quanto?

    Estrella - A maior quantidade que tive nas mãos foi 15 quilos.

    Folha - E você faturava quanto?

    Estrella - Entre US$ 20 mil e US$ 25 mil por mês.

    Folha - Você diria que viveu algum bom momento com as drogas?

    Estrella - Talvez isso tenha acontecido antes de eu chegar ao tráfico. É difícil eu falar em bom momento, porque vivia uma condição muito alienada. Eu era viciado, comecei a fumar maconha com 14 anos, experimentei LSD e cheguei à cocaína aos 19, 20 anos.

    Folha - E você parou?

    Estrella - Desde o dia em que fui preso. Foi ótimo. Quer dizer, ser preso é terrível, mas eu precisava daquele muro, senão eu poderia morrer. Consumia muita cocaína.

    Folha - Por que as pessoas se tornam consumidores de cocaína?

    Estrella - Eu falo que a cocaína é a droga mais careta que existe. Ela te engana. No começo parece que você está mais solto, mais criativo, mas, muito rapidamente, ela começa a te bloquear.

    Folha - Você teve crises de abstinência?

    Estrella - Isso faz parte do pior momento: na PF havia uns cem presos. Todos com crise de abstinência. Gente do Comando Vermelho, "mulas" [transportadores de drogas] ingleses, africanos, alemães, italianos. Era uma fauna, todos com os nervos à flor da pele.

    Folha - O que pode ser feito para combater o tráfico?

    Estrella - Legalizar. Estão à venda drogas muito mais pesadas do que cocaína. A cachaça é um destruidor social com potencial nuclear e com um preço ridículo. É hipócrita dizer que a cocaína é droga, cachaça não é, cigarro não é. Com a legalização haveria um controle maior do consumo e campanhas mais eficazes.

    parece que só quem tem algum envolvimento , mesmo sendo o minimo esse envolviento(usuarios) se liga que esse é o unico remedio ou solução!

    Ai vem gente com falsa moral e diz , " mas olha de quem é a opinião " , isso se nos deixam falar sobre isso abertamente .Como eu odeio hipocrisia , uma das poucas coisas que me fazem sentir raiva!

    flw!

  9. tirei meus dreads por causa do trampo , preconceito é foda mas eu preciso correr atraz do meu!!Ele irão crescer de novo!

    eu so descendente de turco otomano , aqui no ocidente só considerado branco , num sou rasta , tenho minha fé e o rastafari fez e faz parte da formação dela assim como outros ensinamentos sem hipocrisia!

    Uma rapa de gente olhava torto para os meus dreads , uns tinham preconceito por ser " cabelo de bixo grilo e tal "...e outros por ser mais um " muleque branco pagando com os dreads "...assim eles viam...

    mas é aquela coisa....a fé ta na mente e no coração...eu sei que ela é verdadeira!

  10. eu ja tinha ouvido falar que ele era um dos nossos...um camarada do rio falow que ele fica pela praia jogando um futivoley e mandando ver num mato do bom , nas horas de folga , ta certo ele !

    O cruel foi ver essa noticia no site O Fuxico falando que ele tava pegando 200g...esses site de fofoca é foda...na verdade foram 97g segundo a folha on line !

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