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Gandhia!


Proponha

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  • Usuário Growroom
Se nos países que legalizaram a pouco tempo o consumo de cannabis para fim medicinais foi desse jeito, porque voces espera que no brasil um país com a massa muito mais manipulada pela igreja universal e rede globo vão apoiar a legalização para vc ficar loucão? (nda contra eu fumo pra ficar louco e medicinal)

Concordo com você, mas também é trouxa quem não se preocupa com as outras pessoas e não tem um pingo de empatia pela sociedade, aliás eu eu nunca neguei que fumo maconha para ninguém, tanto no trabalho como família,e não é por isso que vou fumar maconha na avenida paulista com um grupo gigante de desconhecidos que podem estar armados, com outras drogas, mas será que você acha certo incitar outras pessoas à cometerem atos ilícitos em um protesto?

Mais uma pergunta, você se responsabiliza por todas as pessoas que vão estar lá fumando maconha? ou vão ter pessoas que você nunca viu que podem estar lendo essa discussão agora, como garotos de 14, 15, 16 anos que podem cometer todo tipo de problemas desde estar fumando maconha com um grupo de maiores de idade, ou alguém imaturo até maior ofender autoridade, as pessoas começarem a causar conflito como em outras marchas?

O ato pode ser um movimento cultutal como pode ser uma tragédia, como gente sendo agredita, conflito com autoridades, imprensa sensacionalista presente registrando todo tipo de violência que geralmente passa semanalmente na televisão, e se alguém jogar uma pedra numa viatura? ahhh e se um policial inconsequente der um soco em alguém la, será q tdmundo vai ficar quieto?

Acho muito fácil querer agregar valor artístico nas coisas, difícil é saber se todos que vão participar vão estar ligados nisso ou se vão lá para bagunçar como nas marchas

Em nenhum momento eu quis dizer isso caro amigo, você está distorcendo o assunto, oque quis questionar é se o público que vai nesse protesto tem família que depende de seu sustento, se tem pais, trabalhadores, gente que se for presa vai causar danos à mais gente próxima que depende deles. Afinal o ato será ilegal, será que quem tem uma responsabilidade enorme nas costas e matu

ridade irá se aventurar nessa empreitada "político-cultural" ilícita???

Cara acho que vc deve pensar que sou um mané enrustido né? em algum momento eu disse que me escondo? caramba q mania que as pessoas tem de atacar algo por achismo.

A sociedade sabe que existem muitos usuários de maconha pro aí, se ve nas ruas, em veículos de comunicação não vai ser seu movimento de agitação ilícita que irá fazelos ter consciencia de que a cannabis não faz mal

Muito pelo contrário, essa forma de protesto acaba banalizando de vez e remando contra a maré da legalização, eu não quero ser um usuário medicinal enrustido atrás de receita médica assim como muita gente na califórnia não quer, a questão é que a história já prova por si só com todos os fatos explicitos que o caminho para as pessoas terem seus pés de fumo em casa sem estarem na ilegalidade está sendo assim, e com o tempo as pessoas que não tem conciencia de que a cannabis não faz mão vão aceitar mais fácilmente desse modo, afinal essa adaptação vai levar tempo e não tem como de uma vez impor algo que é um tabu dentro de uma sociedade.

Quando vc diz nós vc responde por quem você e quem mais? quem são vocês afinal? Consultaram um advogado? Seria o Dr. ___________ Qual o nome dele? Ele tem OAB? Vocês vão pagar honorários dos participantes que podem ser detido no ato? Qual artigo da lei seu advogado vai usar pra defender a pessoa q for presa? O grupo Gandhia tem registro em algum órgão? Estatudo?

A grande questão do Gandhia não é a legalização formal e legal. É uma quebra de um paradigma social! Porque eu não posso fumar minha erva sem prejudicar ninguém? Porque tenho que me esconder pra fazê-lo? Esse é o ponto principal! Tolerância! E não to negando a luta pela legalização do uso medicinal da cannabis, mas as duas coisas andam juntas. No Canadá, onde a maconha medicinal é tolerada, tem vários movimentos em que as pessoas vão as ruas fumar e não só pelo uso medicinal! Ou se acha que no Vancouver Day só há usuários medicinais? Ou melhor, você acha que no Vancouver Day eles se intitulam usuários medicinais? Que nada! São usuários recreativos e não tem medo de falar isso! Sim, é o Canadá, país "desenvolvido", mas que se formos nos pautar pelas críticas que poderemos receber nunca faremos nada.

Só pra deixar claro que não nos responsabilizamos por ninguém, nunca dissemos isso. Não iremos pagar advogado pra ninguém, não somos pais de ninguém, n cada um é responsável pelos seus atos. Nós, os presentes na reunião de domingo, a Comissão de Segurança do Gandhia, faremos de tudo para que o ato ocorra perfeitamente bem. Agora todo movimento coletivo está sujeito a ações individuais que não podemos controlar. Claro, pode vir um doidão que nem sabia de nada, viu uma galera e a polícia e começa a xingar a polícia e dá uma merda gigante. Não dá pra controlar isso. Mas já já iremos divulgar o manual de conduta para os participantes. Seguindo o manual de conduta a chance de dar merda é bem menor. E faremos um apelo para que todos sigam, mas infelizmente nem tudo está dentro de nosso alcance. É um risco que estamos dispostos a correr.

Fazendo com fumo fake a acusação provável que será feita juridicamente contra quem estiver no ato, ou, se tudo ocorrer como o planejado somente a um de nós da comissão, é de apologia ao uso de drogas. Isso não dá cadeia. Um membro da comissão será responsável por conversar com as autoridades e tentaremos fazer com que apenas uma pessoa, ou o mínimo possível de pessoas, sejam responsabilizadas pelo crime de apologia, assim livramos a ficha de todos para o próximo ato. Não é interesse da polícia levar 50 negos pra delegacia. E sim, o advogado tem OAB. Não vem ao caso eu citar o nome dele, mas ele estará disponível para qualquer problema que possa ocorrer. Isso aqui não é brincadeira, é coisa séria, com pessoas sérias no movimento.

Galera, o movimento tem seus riscos e quem estiver disposto a corrê-los será muito bem vindo. Queremos fazer um ato bem legal, estamos nos esforçando bastante para que tudo ocorra bem. Mas risco sempre há.

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  • Usuário Growroom

Alguem já pensou que, quando chegar a hora dos 1000 queimarem os becks reais e tals...

a policia pode querer fazer uma "operação" nas vias de acesso (metro, busão e afins) pra abordar a galera

antes mesmo de chegarem no local da manifestação?

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  • Usuário Growroom

Alguem já pensou que, quando chegar a hora dos 1000 queimarem os becks reais e tals...

a policia pode querer fazer uma "operação" nas vias de acesso (metro, busão e afins) pra abordar a galera

antes mesmo de chegarem no local da manifestação?

nunca que a policia iria fazer isso, só se perderem o total juizo pra revistar 2000 pessoas do transporte pra cada 1 que vai achar (esse numero é chute tá? hehe).. se forem fazer alguma coisa vão fazer na hora. Ao menos que tu venha de metro com a camisa do bob marley...de bermuda e sandalia :hahaha:, sem falar que muitos vao de carro ou de a pé. Se tu tiver preocupações, guarde-as pra quando tu tiver la na hora...

mas ae..vai virar outra discução... vamo indo com o fumo fake...e ver no que da...ae depois discutimos a questão dos 1000 depois ne? vamos nos focar pra parada que vai acontecer!

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  • Usuário Growroom

Bem Gente,

Eu sou do Recife e não vai dar pra ir a Sampa pra participar deste ato, mas dá pra tentar organizar uma mobilização relâmpago por aqui.

Vou tentar aglutinar algumas pessoas que fazem a marcha por aqui e ver se vai dar certo.

Caso algum material informativo seja produzido, por favor disponibilizem para ser reproduzido por aqui...

Abraços !

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  • Usuário Growroom

Bem Gente,

Eu sou do Recife e não vai dar pra ir a Sampa pra participar deste ato, mas dá pra tentar organizar uma mobilização relâmpago por aqui.

Vou tentar aglutinar algumas pessoas que fazem a marcha por aqui e ver se vai dar certo.

Caso algum material informativo seja produzido, por favor disponibilizem para ser reproduzido por aqui...

Abraços !

Fala Fields, hoje ou amanhã publicaremos nossa carta de príncipios, o manual de conduta e um informativo jurídico!

Com isso já dá pra ter uma idéia de como encaminhar o ato.

Qualquer dúvida pode perguntar!

Abraços!

Também acho pouco provável que a polícia faça isso Snapp. Aliás questiono até se a polícia faria alguma coisa se houvessem 1000 pessoas fumando maconha ao mesmo tempo embaixo do MASP.

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  • Usuário Growroom

nunca que a policia iria fazer isso, só se perderem o total juizo pra revistar 2000 pessoas do transporte pra cada 1 que vai achar (esse numero é chute tá? hehe).. se forem fazer alguma coisa vão fazer na hora. Ao menos que tu venha de metro com a camisa do bob marley...de bermuda e sandalia :hahaha:, sem falar que muitos vao de carro ou de a pé. Se tu tiver preocupações, guarde-as pra quando tu tiver la na hora...

mas ae..vai virar outra discução... vamo indo com o fumo fake...e ver no que da...ae depois discutimos a questão dos 1000 depois ne? vamos nos focar pra parada que vai acontecer!

"camisa do bob marley...de bermuda e sandalia" HUAHSUDHASUDH eu iria assim (h)

Brother, to com fé que a historia esta sendo construida !

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  • Usuário Growroom

Se tivessem 1000 pessoas fumando debaixo do Masp eu tenho quase certeza que os policiais fariam uma operação de fechar as saídas de lá com viaturas, e encaminhar um por um até a DP mais próxima pra renca toda prestar serviço comunitário. "O que o judiciário mais quer é colocar gente pra trabalhar de graça."

Mas e ai, falta uma semana, a parada vai ser com fumo de corda ou não?

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  • Usuário Growroom

Fala Fields, hoje ou amanhã publicaremos nossa carta de príncipios, o manual de conduta e um informativo jurídico!

Com isso já dá pra ter uma idéia de como encaminhar o ato.

Qualquer dúvida pode perguntar!

Abraços!

Também acho pouco provável que a polícia faça isso Snapp. Aliás questiono até se a polícia faria alguma coisa se houvessem 1000 pessoas fumando maconha ao mesmo tempo embaixo do MASP.

Espero que seja assim mesmo ! hehe Ato pacifico \o

Se em cada cando, junto ao movimento principal em SP !

No mesmo dia, hora, vários "pequenos" manifestos acontecerem, aos poucos vamos conquistando

espaço na midia, vamos concientizando e por fim legalizar !

A iniciativa é boa, sabendo colocar em prática vai fluir td bem !

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  • Usuário Growroom

Se tivessem 1000 pessoas fumando debaixo do Masp eu tenho quase certeza que os policiais fariam uma operação de fechar as saídas de lá com viaturas, e encaminhar um por um até a DP mais próxima pra renca toda prestar serviço comunitário. "O que o judiciário mais quer é colocar gente pra trabalhar de graça."

Mas e ai, falta uma semana, a parada vai ser com fumo de corda ou não?

Como já anunciado, recomendamos que não seja fumo de corda e sim orégano, chá, ervas mais inocentes. Não será com maconha. Ainda.

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  • Usuário Growroom

Manifesto Gandhia

Como será o ato?

- O primeiro ato do Projeto Gandhia acontecerá este sábado, dia 27/02, às 16h20, com concentração marcada para as 15h30 no Vão Livre do MASP, na Av. Paulista, São Paulo.

- O ato consiste em às exatas 16h20 todos acenderem seu baseado simbólico (de orégano, chá, etc.)

- Faremos o ato todo último fim de semana do mês, sempre contando o número de participantes.

- Estabelecemos uma meta: quando o número de participantes passar de 1.000 faremos o ato simbólico com maconha.

- Além do ato simbólico outras atividades serão incentivadas: levem seus instrumentos musicais, poesias, objetos de arte, revistas, livros, material histórico.

- Haverá uma Bandeira e uma ata para os presentes assinarem. As primeiras 1000 assinaturas ficarão na bandeira que será levantada no Grande dia do Gandhia.

Manual de Conduta para o Ato:

- Não portar drogas ilegais no evento.

- Filmar tudo! Do início ao fim do seu trajeto até o Gandhia no MASP

- Levar um "baseado" de orégano, chá, etc.. para participar do ato simbólico.

- Caso tenha antecedentes criminais, lembramos que pode haver complicações.

- O Gandhia preza pela não-violência. Não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações e não reaja a uma possível repressão.

- O ato simbólico acontecerá às 16h20. Tente chegar mais cedo, a concentração está marcada para as 15h30.

- O Gandhia é um movimento aberto e por isso a segurança e condução do evento depende de todos os participantes e deve ser por todos zelada. Colabore!

CARTA DE PRÍNCIPIOS GANDHIA:

- Gandhia:

O Gandhia é um coletivo pacífico que defende a liberdade individual, a legalização da maconha e a liberdade de expressão de maneira clara, explicita e incisiva. Como um projeto politico/cultural queremos a realidade sem hipocrisia no que cerca o assunto e o jeito de lidar com a maconha no Brasil.

- Quem somos:

Somos um movimento de resistência pautado pelo conceito da não-violência. Um coletivo que não faz apologia ao uso de drogas, mas que está cansado de aguardar mecanismos jurídicos lentos e ineficientes face à complexidade da realidade atual. Nosso sentimento é de emergência, pois já estamos cansados da lentidão e do uso oportunista da discussão sobre a legalização.

Temos total divergência com o modelo jurídico repressivo sobre o tema, que representa um véu de hipocrisia sobre uma realidade social e econômica já consolidada. A repressão estatal só contribui para o atraso social, cria uma situação perfeita para o tráfico evoluir e ainda legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas".

Entendemos que a política repressiva do Estado implica o mau uso do dinheiro público, que poderia ser aplicado na melhora das condições sociais por meio da melhora do sistema de educação, de saúde, de habitação, entre outras necessidades da sociedade.

- Nosso objetivo:

Nosso objetivo é reunir cabeças pensantes que acreditem na mudança através de debates abertos, reuniões democráticas, instalações artísticas, saraus, e palestras. É garantir que pessoas possam se reunir para discutir e se expressar sem medo de repressão. É mostrar que existimos, que não deixamos de fumar por ser proibido e que somos responsáveis, produtivos e conscientes. Quando a meta for alcançada, cada um acenderá seu cigarro de maconha, da mesma maneira como milhares fazem hoje no Brasil e no mundo. Esse ato simbólico quer questionar a hipocrisia que ronda o tema: estamos fazendo o que sempre fazemos, no vão livre do MASP ou não, fumamos. Queremos que a sociedade deixe de fechar os olhos para isso e comece a lidar com o problema que é de maior urgência!

Galera, contamos com a presença e colaboração de todos para a realização de um evento muito bacana.

Obrigado,

Projeto Gandhia!

Amanhã será maior!

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  • Usuário Growroom

Graças a Deus nunca me envolvi com pessoas do tipo mais tenho a maior curiosidade em saber o valor de uma bala de fuzil, só pra ver quantas balas deicharam de ir para as ruas quando colhi as 80grs da minhha primeira colheita!! Seria motivo de orgulho pra min saber o quanto eu deichei de contribuir com a violencia

Foi mal o offtopic, mas soh pra responder o brother:

O preco de uma bala de fuzil depende de muitas coisas: qual fuzil, seu calibre, o tipo de bala (há diversos tipos, com varias finalidades) e o lugar onde a bala é comprada. Traficantes, claro, nao compram balas em lojas de municao. Em geral eles pagam mais barato quando compram sempre e em quantidade. Mas, pra dar uma idéia, uma caixa com 20 balas do 223 Remington (Foto do Rifle) custa em média US$35.

Da famosa Russa (nao a boa, a que da onda... a outra), que muitos jah conhecem (Foto do Rifle), custa por volta de US$25-30 o pacote com 20. Um pacote com 500 sai por US$195.

Nao compre, plante. Vale a pena plantar. Uma bala de fuzil, uma vida... isso nao vale nada na mao da bandidagem.

Um homegrown, um hash, um kiff... isso vale ouro em nossas maos. E em nossas consciencias.

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  • Usuário Growroom

Foi mal o offtopic, mas soh pra responder o brother:

O preco de uma bala de fuzil depende de muitas coisas: qual fuzil, seu calibre, o tipo de bala (há diversos tipos, com varias finalidades) e o lugar onde a bala é comprada. Traficantes, claro, nao compram balas em lojas de municao. Em geral eles pagam mais barato quando compram sempre e em quantidade. Mas, pra dar uma idéia, uma caixa com 20 balas do 223 Remington (Foto do Rifle) custa em média US$35.

Da famosa Russa (nao a boa, a que da onda... a outra), que muitos jah conhecem (Foto do Rifle), custa por volta de US$25-30 o pacote com 20. Um pacote com 500 sai por US$195.

Nao compre, plante. Vale a pena plantar. Uma bala de fuzil, uma vida... isso nao vale nada na mao da bandidagem.

Um homegrown, um hash, um kiff... isso vale ouro em nossas maos. E em nossas consciencias.

Putz!!! Valeu brow!!! Arrepiou aqui!!

Uma caixa dessas vale + ou - a 25gr na pista, como eu consumo em media 25gr(prensado)por semana e fiquei mais de 1 mes sem comprar graças a boa qualidade da erva que colhi!!!

Fiquei super orgulhoso, valeu a pena cada centavo e minuto do meu tempo que gastei no cultivo!!!

Caraca pela minhas contas com a grana que iria pra eles dariam umas 500 balas de fuzil no espaço de tempo em que eu estava curtinho o meu organico de qualidade!!! show de bola!!!

Olha só como o grower contribui muito mais pra sociedade do que os caretas de plantão!!

No momento estou parado mais é um incentivo e tanto pra seguir a meta do auto sustento...

Valeu irmão pela consideração em comentar o meu post, é bom saber que alguém leu o o q escrevi...

obrigado

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  • Usuário Growroom

Para informação so underground eu posso contribuir, o preço de uma bala de fuzil aqui no rio de janeiro no mercado ilegal pode chegar a mais de 10 reais facil...

imagine qto a industria nao lucra com cada tiroteio... :blink::ph34r:

alias acho que este é o problema atual...por isso nao acaba a miseria e a guerra as droigas...

Tem razão cabelo, maior das verdades é que a proibição especificamente da maconha intereça a muita gente mesmo!!

E ainda aparece gente criticando o movimento pela liberação na américa latina... lamentavél...

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  • Usuário Growroom

Acho tbm arriscado o movimento Gandhia ser feito dessa forma pra min parece mais interessante um movimento informativo panfletos e cartazes...

Mais do que afrontar o interessante é informar, trazer a opnião publica para o nosso lado!!!

Sei lá, acho que uma coisa é ser liberado o porte e o cultivo caseiro e outra é o consumo em local publico...

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  • Usuário Growroom

Eu já economizei um paiol, granada, .50 e os caralh....

Viva o autosustento!!

porra se dois tiro é 20 conto... isso revertido em conta de luz...

xi da pra colher muita ak 47 com uma rajada! :hihihi:

Podes crer, agora imaginem vc's todos os cultivos da galera do growroom somados??

Daria pra armar uma favela inteira...

Tá vendo só seus puliça olha a galera do growroom ajudando vc's ai ó, nós fazemos mais por vc's do que seus comandantes e governantes fazzem!!

V c pegam leve com a galera que protesta pela legalização ae pq é melhor pra todos incluindo vc's!!

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  • Usuário Growroom

bom, o pessoal vai fazer de qualquer jeito né pelo visto.

Vou la fotografar, vou levar meu blunt fake...e se eu ver que a galera vai fazer algo pacifico e interessante vou participar... mas se eu ver que é molecagem o negocio, ou tiver muita molecagem no meio, eu não vou entrar na dança. Não vo toma borrachada por molecagem dos outros.

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  • Usuário Growroom

Acho valido o evento mas pra mim o mais importante seria alguma forma que todos pudessem colaborar e espalhar propaganda pelos metros, onibus ou até na tv...explicando tudo com frases curtas como fazem os ateus em alguns paises

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI15941-15228,00-OS+ONIBUS+ATEUS+DE+LONDRES.html

Mas eu devo ir, moro proximo da av paulista...

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  • Usuário Growroom

Opa, saiu na Folha de SP hoje.

Grupo fará ato público no sábado com baseados de orégano, chá ou salsinha

"O nome disso é apologia ao crime", diz promotor que conseguiu impedir a realização da "marcha da maconha" nos 2 últimos anos

LAURA CAPRIGLIONE DA REPORTAGEM LOCAL

Você está passeando pela avenida Paulista e de repente sente um forte aroma de orégano saindo dos baixos do Masp. Ué? Agora tem pizzaria por aqui? Nãããão, bró. São apenas uns malucos, fumando orégano com o propósito de defender a legalização da maconha.

Se o Ministério Público não encrespar (como já fez com outras manifestações pró-descriminalização da canabis), é isso o que deverá ocorrer no próximo sábado. Os organizadores do ato público, a maioria estudantes e ex da USP, estão fazendo a convocação pela internet, em blogs, pelas comunidades. Reunidos em um coletivo -o nome é Gandhia, em homenagem ao líder indiano, o Mahatma Gandhi- eles são liberais: quem preferir, já está avisado, poderá usar chá em seu baseado simbólico. Ou salsinha.

Segundo Gustavo Vellutini, 23, produtor musical, o objetivo do movimento é acabar com a "hipocrisia que cerca o consumo de maconha no Brasil". "É incrível que não s e possa reunir pessoas adultas em um local público para simplesmente discutir se a forma com que se lida com essa droga é a melhor para a sociedade".

Na última terça-feira, o Gandhia se reuniu embaixo do Masp para traçar suas táticas e estabelecer o manual de conduta para a ação do sábado. São cinco os mandamentos: 1) não porte drogas ilegais no evento; 2) filme tudo (para documentar e também para servir de prova, caso o pessoal acabe na polícia; 3) leve o baseado de orégano; 4) caso tenha antecedentes criminais, lembre-se de que pode haver complicações (um jeito de dizer: não vá); 5) não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações, não reaja a uma possível repressão.

"O nome disso é apologia ao crime", reagiu o promotor criminal Marcelo Luiz Barone, 44, ao ser informado pela Folha da agenda de sábado do grupo. "Se eles querem discutir, que discutam com quem pode mudar a lei. Vão para Brasília e conversem com os deputados. Agora, é absurdo que crianças sejam obrigadas a assistir a elogios dirigidos a uma droga que causa dependência e mata."

Barone foi o promotor que, quando estava à frente do Gaerpa (Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos), conseguiu impedir a realização da Marcha da Maconha. Ele propôs e a Justiça concedeu mandado de segurança em decisão liminar para impedir as manifestações marcadas para 2008 e 2009.

Para Caio Yamaguchi Ferreira, 22, estudante do quarto ano da Faculdade de Direito da USP, "não se pode proibir o livre debate de ideias, ainda mais se ele acontece defumado por orégano, que é um tempero legal, ou por chá mate, que também é legal, até onde eu saiba".

Segundo o fotógrafo Vinicius Silva, "o modo repressivo de lidar com a questão do consumo da maconha só tem conseguido criar uma situação perfeita para o tráfico evoluir. E ainda há o agravante: legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas'".

O promotor Barone não pensa assim. Neste ano, ele não é mais o responsável pelo Gaerpa, de modo que não caberá a ele a iniciativa de tentar impedir a realização do ato pró-legalização da canabis. "Mas, se fosse eu, não deixaria." Por Barone, até as cervejinhas deveriam ser tornadas ilegais. "Está provado que o álcool é porta de entrada para o mundo das drogas, mas aí entra uma questão cultural, não é?"

O Gandhia promete acender os baseados de ervas diversas às 16h20, ou 4 e 20 da tarde. Para os não iniciados na cultura da "nação canábica", 4 e 20 é um símbolo. Era nessa hora que, em 1971, alunos de uma escola californiana saíam das aulas e iam puxar "unzinho". No Masp, será nessa hora que a "nação oregânica" acenderá seus baseados cheirando a pizza.

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  • Usuário Growroom

Opa, saiu na Folha de SP hoje.

Grupo fará ato público no sábado com baseados de orégano, chá ou salsinha

"O nome disso é apologia ao crime", diz promotor que conseguiu impedir a realização da "marcha da maconha" nos 2 últimos anos

LAURA CAPRIGLIONE DA REPORTAGEM LOCAL

Você está passeando pela avenida Paulista e de repente sente um forte aroma de orégano saindo dos baixos do Masp. Ué? Agora tem pizzaria por aqui? Nãããão, bró. São apenas uns malucos, fumando orégano com o propósito de defender a legalização da maconha.

Se o Ministério Público não encrespar (como já fez com outras manifestações pró-descriminalização da canabis), é isso o que deverá ocorrer no próximo sábado. Os organizadores do ato público, a maioria estudantes e ex da USP, estão fazendo a convocação pela internet, em blogs, pelas comunidades. Reunidos em um coletivo -o nome é Gandhia, em homenagem ao líder indiano, o Mahatma Gandhi- eles são liberais: quem preferir, já está avisado, poderá usar chá em seu baseado simbólico. Ou salsinha.

Segundo Gustavo Vellutini, 23, produtor musical, o objetivo do movimento é acabar com a "hipocrisia que cerca o consumo de maconha no Brasil". "É incrível que não s e possa reunir pessoas adultas em um local público para simplesmente discutir se a forma com que se lida com essa droga é a melhor para a sociedade".

Na última terça-feira, o Gandhia se reuniu embaixo do Masp para traçar suas táticas e estabelecer o manual de conduta para a ação do sábado. São cinco os mandamentos: 1) não porte drogas ilegais no evento; 2) filme tudo (para documentar e também para servir de prova, caso o pessoal acabe na polícia; 3) leve o baseado de orégano; 4) caso tenha antecedentes criminais, lembre-se de que pode haver complicações (um jeito de dizer: não vá); 5) não provoque a polícia, não se deixe levar por provocações, não reaja a uma possível repressão.

"O nome disso é apologia ao crime", reagiu o promotor criminal Marcelo Luiz Barone, 44, ao ser informado pela Folha da agenda de sábado do grupo. "Se eles querem discutir, que discutam com quem pode mudar a lei. Vão para Brasília e conversem com os deputados. Agora, é absurdo que crianças sejam obrigadas a assistir a elogios dirigidos a uma droga que causa dependência e mata."

Barone foi o promotor que, quando estava à frente do Gaerpa (Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção dos Crimes da Lei Antitóxicos), conseguiu impedir a realização da Marcha da Maconha. Ele propôs e a Justiça concedeu mandado de segurança em decisão liminar para impedir as manifestações marcadas para 2008 e 2009.

Para Caio Yamaguchi Ferreira, 22, estudante do quarto ano da Faculdade de Direito da USP, "não se pode proibir o livre debate de ideias, ainda mais se ele acontece defumado por orégano, que é um tempero legal, ou por chá mate, que também é legal, até onde eu saiba".

Segundo o fotógrafo Vinicius Silva, "o modo repressivo de lidar com a questão do consumo da maconha só tem conseguido criar uma situação perfeita para o tráfico evoluir. E ainda há o agravante: legitima uma violência oficial aos pobres sob a alcunha de "guerra às drogas'".

O promotor Barone não pensa assim. Neste ano, ele não é mais o responsável pelo Gaerpa, de modo que não caberá a ele a iniciativa de tentar impedir a realização do ato pró-legalização da canabis. "Mas, se fosse eu, não deixaria." Por Barone, até as cervejinhas deveriam ser tornadas ilegais. "Está provado que o álcool é porta de entrada para o mundo das drogas, mas aí entra uma questão cultural, não é?"

O Gandhia promete acender os baseados de ervas diversas às 16h20, ou 4 e 20 da tarde. Para os não iniciados na cultura da "nação canábica", 4 e 20 é um símbolo. Era nessa hora que, em 1971, alunos de uma escola californiana saíam das aulas e iam puxar "unzinho". No Masp, será nessa hora que a "nação oregânica" acenderá seus baseados cheirando a pizza.

Isso saiu na folha de são paulo???

Se saiu pode contar com mais de 1000 pessoas no primeiro dia.

Na certa você vai ter que repensar os números proponha.

A coisa vai ter que ser feita de uma forma muito delicada proponha. Atenção da mídia já tem. Tem que ver como ela vai colocar as coisas no dia seguinte.

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  • Usuário Growroom

Uma coisa tem me preocupado muito nessa mobilização.

Quando o Renato, eu, o Pintolico e outros chamamos atenção de que o Gandhia pode ser um tiro no pé, não significa que estamos com medo de associar nossos nomes ou a Marcha ao Gandhia e sermos processados por isso, ou mesmo que a Marcha sofra as conseguências.

Isso é um ponto. Mas, pelo menos para mim, e acho que para os outros também, isso não é o mais importante.

Minha preocupação é com as interpretações da sociedade em geral sobre o ato, mas principalmente das pessoas e instituições que, nesse momento, estão envolvidas em propor ao Congresso a reforma na Lei.

Digo isso porque, como já falei antes, estou no Grupo de Trabalho. Ainda não terminei o relato sobre as atuações, mas achei importante deixar um ponto que é muito discutido por lá.

Alguns estão propondo no Grupo a mudança no art. 28, para deixar de considerar crime o porte, cultivo, etc, destinado a uso pessoal.

Mas, ao mesmo tempo, existem também outras pessoas e instituições as quais elas representam, que não querem a mudança no art.28.

Elas defendem que de fato, o usuário não deve ser preso em sua casa, por usar drogas, ou plantar para uso pessoal.

Mas eles dizem também que, se retirarmos completamente o art. 28, vamos retirar a única forma que a polícia tem de inibir o consumo público de drogas.

Ou seja. O principal argumento hoje para não mudar o art. 28 é que ele inibe o uso público de drogas.

O Gandhia vai justamente de encontro ao principal argumento para os proibicionistas não aceitarem nossa proposta...

Espero que a galera pense muito bem antes de decidir levar adiante a mobilização, e, se decidir levá-la adiante, tomem muiiiiiiiito cuidado com que imagem passarão à sociedade...

Abraços...

PS: Proponha, te add no msn já pra fazermos a entrevista. Até logo, valeu!!

Também lembremos q a recente decisão da Suprema Corte Argentina que julgou inconstitucional a penalização do consumo pessoal de Cannabis tinha duas restrições:

1º não colocar em risco terceiros.

2º q o consumo seja sem "ostentação" diante de terceiros.

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  • Usuário Growroom

Ah, e tinha um artigo que saiu ao lado da matéria.

ANÁLISE

Defesa de legalização não é apologia

LUÍS FRANCISCO CARVALHO FILHO

DA EQUIPE DE ARTICULISTAS

Lutar contra a lei faz parte do jogo democrático. A defesa da legalização do uso da maconha não se confunde com a apologia do crime.

A liberdade de manifestação do pensamento deveria prevalecer, mas liminares do Poder Judiciário têm impedido passeatas nos últimos anos. Os fundamentos destas decisões são falaciosos e se apegam a detalhes linguísticos. Como os manifestantes designam a manifestação como "marcha da maconha" e não "marcha pela legalização da maconha", a intenção de fazer apologia seria nítida... Tenta-se proibir o próprio uso da palavra "maconha" em cartazes e camisetas...

O Judiciário não se volta contra a divulgação de argumentos de Estado: Fernando Henrique Cardoso é a favor da legalização da maconha por acreditar que seria mais racional uma política de prevenção ao abuso, e nem por isso o Ministério Público quer enquadrá-lo. O Judiciário se volta é contra aquele que tem na satisfação individual o motivo do gesto político.

Fazer apologia significa enaltecer, exaltar. Como os argumentos para o livre consumo da maconha também estão relacionados ao prazer, ou se apoiam na crença de que a droga faz menos mal para a saúde do que outras substâncias legais, como o álcool, ou de que é possível o consumo da erva de maneira a não causar dano ou prejuízo para terceiras pessoas, as autoridades costumam tratar estas manifestações como se fosse um incentivo.

A aparente confusão entre o que a lei tenta proibir (a apologia) e o que a Constituição procura garantir (a liberdade de manifestação) não acontece em relação ao aborto, por exemplo, porque os argumentos em favor da sua legalização são de outra natureza. Não há quem defenda a interrupção voluntária da gravidez como algo prazeroso ou desejável... O aborto é tratado, sempre, como uma intervenção cirúrgica emocionalmente traumática. Diferentemente, o consumo da maconha, por quem gosta de consumi-la, é motivo de satisfação individual.

Mas o propósito do manifestante é o de dizer que ele quer poder consumir maconha livremente e não o de estimular outros ao uso. Não há apologia, nem incitação.

O que não pode é a desobediência civil -ainda que o método possa ser eficaz para derrubar proibições. É que também faz parte das regras do jogo que o Estado faça cumprir a lei em vigor. Quem se manifestar pela legalização do consumo da maconha, consumindo-a diante dos policiais, pode ser responsabilizado criminalmente.

Quando proíbe manifestações públicas a favor da maconha, o Poder Judiciário mostra um viés obscurantista. Proíbe de antemão, como se a passeata fosse, por si só, um perigo... É censura prévia. A mesma censura prévia que de vez em quando alguns juízes brasileiros tentam impor aos jornais.

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