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Deusa Grega - Seshat - Maconha E Sexo


leonpred

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A deusa egípcia Seshat

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A deusa egípcia Seshat representada com uma folha de marijüana sobre a cabeça. Seshat foi uma divindade protetora das bibliotecas, do conhecimento e da geomancia entre outras coisas.

DIR.: Bast, a Artemis grega, deusa da sabedoria. Entre os egípcios, zoomorfa meio-gato, meio-mulher, acreditava-se que dominava variados aspectos da vida civilizada: do Sol Nacente, como filha de Rá; e também deusa da iluminação [intelectual], do lar, do sexo, da fertilidade e do parto, dos prazeres físicos e, curiosamente, deusa das lésbicas que, no país do faraó, eram associadas à verdade, honestidade.

In CANNABIS PR-NTR-KTM

As origens do uso erótico/sexual da marijüana remonta ao surgimento dos ritos de fertilidade associados às primeiras práticas da agricultura - em uma época em que a ligação do homem com a terra, com os campos, era compreendida como uma relação religiosa. Entre comunidades primitivas de caçadores, os shamans usaram a magia "imitativa" ou magia simpática [de reprodução, representação da realidade] para obter sucesso na expedições de caça. Vestiam peles de animais, envergavam cabeças de grandes mamíferos em suas danças mágicas. Quando as comunidades fizeram sua transição da economia de caça-coleta para a economia agrária, a mesma lógica foi aplicada aos campos cultivados. Os ciclos das colheitas eram acompanhados de simbolismos e festas rituais.

Para estimular o bom desenvolvimento dos campos, os primeiros agricultores acreditavam na necessidade de renovar, periodicamente, o "matrimônio" entre a divindade da Terra e a divindade dos Céus. [Como na mitologia grega, Urano, o Céu, fecunda a Terra, Gaia]. O tema principal desses rituais, portanto, era o sexo, posto que era/é meio de fecundação. Orgias coletivas eram praticadas nos campos; orgias que, mais tarde, foram ritualizadas em cerimônias fechadas entre o rei e sua consorte ou entre sacerdotes e sacerdotisas.

A cannabis é considerada uma das culturas mais antigas da humanidade e a planta tem poderosas qualidades afrodisíacas. As práticas orgiásticas começaram precocemente justamente entre aquelas comunidades pioneiras no cultivo e uso da planta e uma das primeiras práticas religiosas da humanidade foi o coito ritual praticado nos campos.

Experiência Religiosa

O pesquisador da marijüana, Sula Benetowa, diz que a origem deste antigo culto, da cannabis, pode ser encontrada no Oriente Médio. No artigo Tracing Onde World Through Different Languages, ele escreve: "Tendo em conta o elemento matriarcal da cultura semita é possível afirmar que a Ásia Menor foi o centro de onde se propagou ambos os caracteres socioculturais: o matriarcalismo e o uso massivo do hashish [essência oleaginosa da maconha].

Um desses "elementos matriarcais" refere-se ao culto da deusa semita Asherah [em algumas tradições, dita consorte de Jehová], para quem era queimada a cannabis como incenso sagrado. Os corpos também eram "ungidos" com um o óleo da cannabis, o Santo Óleo, semelhante ao usado por Moisés e outros profetas e reis judeus da Antiguidade. [ver CC#5, Kaneh Bosm: the hidden story of cannabis in the old testament].

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Objetos relacionados ao uso de cannabis foram encontrados em tumbas congeladas dos antigos Citas [scythians] nas montanhas Altai, na fronteira entre a Rússia e a Mongólia. No sítio arqueológico também foram achadas sementes e restos dos "frutos" [berlotas] da planta. O Citas usavam a maconha reunindo-se em cabanas onde a erva era queimada e todos aspiravam seus vapores "mágicos" - um "efeito sauna". Essa prática de "repirar cannabis" foi mencionada por Herótodo e data de 500 a.C.. In Hallucinogenic Plants | EROWID.ORG

William Cole, em Sex and Love in The Bible, fala do culto a Asherah, enquanto cônjuge ou "aspecto feminino" do "deus" israelita Jehovah: "Era foi uma divindade da Natureza, simbolizando sexualidade e fertilidade. Em muitas passagens do Antigo Testamento existem referências a Asherah, representada [o] como um pilar de madeira, um objeto de devoção. Claramente, é um símbolo fálico, ocupando lugar similar ao Lingam hindu.

Cole também explica que muitos deuses e deusas antigos aparecem em pares de macho/fêmea, [uma referência aos Hermafroditas de Raças Antigas]. Tais deuses também são retratados criando o mundo/Universo através de uma cópula [ato sexual].

"Os devotos destas divindades, aparentemente acreditavam no dever religioso da magia imitativa na qual, homem e mulher copulavam no solo, misturando suas "sementes" e seus desejos com a terra que, assim, tornar-se-ia ou continuaria fértil, pela partilha do ato sexual praticado pelos humanos. As orgias envolviam o uso de psicotrópicos, substâncias alucinógenas ou relaxantes/excitantes além de atividade sexual intensa e heterodoxa como importante fator de eficiência "mágica".

Canção Erótica de Salomão

Uma passagem clássica de "erotismo bíblico", o Cântico dos Cânticos, atribuído ao rei Salomão, atualmente é amplamente aceita como um texto litúrgico-amoroso integrante dos culto ao deus/deusa da fertilidade na região do Oriente Médio. É fato histórico conhecido que o rei israelita Salomão foi iniciado em cultos estrangeiros diversos em virtude do íntimo contato com a cultura de suas numerosas esposas, provenientes de diferentes nações, como o culto a Astarte e a queima ritual do incenso de cannabis [1 Reis 11:3-5].

Não é surpresa, portanto, encontrar umas tantas referências bíblicas diretas à cannabis nos Cânticos de Salomão:

"O quanto é intenso o seu amor, minha irmã, minha noiva! Mais delicioso que o vinho é o teu amor e a fragrância de seu óleo [ungënto], mais deliciosa é que o aroma das especiarias. Seu corpo é um pomar de frutos abundantes, de romãs, de henna e nardos, nardos e açafrões, cannabis [Kaneh Bosm] e canela e todas as árvores de incenso" ... [Cântico dos Cânticos 4:8-14]. Outra passagem demonstra explicitamente a a simbologia sexual dentro da liturgia [cerimônia religiosa]:

Meu amor tocou-me a caverna

e meu ser fervia por ele

Eu me ergui e me abri para o meu amor

a minhas mãos gotejavam a mirra

A mirra escorrendo entre os dedos

sobre as mãos...

E eu abri minhas cadeias para o meu amor

Cântico dos Cânticos 5:4-6

Astarte foi adorada como filha e contraparte [aspecto] de Asherah e, tal como sua "mãe", seu culto era associado às práticas sexuais e ao uso da cannabis. Tanto o Cântico dos Cânticos quanto o Hino a Ishtar [outra divindade mesopotâmica] são narrativas de união conjugal. Cerimônias muito parecidas, que incluem o culto ao sexo e uso ritual da cannabis, são encontradas na Índia [ainda nos dias atuais].

O Festival das Carruagens, que data de época pré-Védica, ainda é realizado pelo culto Jagahath, em Puri. Nesta antiga festividade, carruagens com decoração elaborada, representando o "mundo em ação", saem em cortejo levando a figura velada do "Senhor do Universo" e sua noiva. Acredita-se que uma das figuras veladas é um lingam [pênis] gigante.

Durante o Festival de Jagganath, as "prostitutas do templo" desempenham o papel de "esposas do rei-deus" e mantêm relações sexuais com o "rei" ou sacerdotes a fim de obter abundantes chuvas de estação. O uso da cannabis faz parte dos rituais. O pesquisador do psicodelismo, Jonathan Ott, em seu livro Pharmacotheon, conta que os ingleses suprimiram, proibindo, esse ritual em toda a Índia e a atuação das devadasis, as prostitutas sagradas. A tradição desapareceu lentamente exceto em Puri.

Shiva & Kali

O uso da marijüana é parte do culto Tântrico Hindu de Shiva e Kali, duas das mais antigas divindades do mundo. O uso erótico ritual da cannabis também está inserido em no contexto da obtenção de fertilidade. A forte associação de Shiva com a cannabis está claramente demonstrada na antiga mitologia que envolve a planta bem como as minuciosos procedimentos dos devotos em relação aos campos sagrados.

Praticantes de tantra, seguidores de Shiva e Kali ainda usam marijüana como estimulante do sistema nervoso central capaz de ativar a energia chamada de kundalini, intimamente conectada com a energia sexual. É um costume milenar. Em The Woman's Encyclopedia of Myths and Secrets, a pesquisadora Barbara Walker explica:

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Os principais fundamentos das práticas tântricas podem ser encontrados em tempos pré-históricos. Basicamente, é uma teosofia [pensamento religioso] que inclui o culto à Deusa-Mãe, às forças sexuais, à fertilidade, aos fenômenos naturais, tal como nos cultos animistas. Muitos dos símbolos usados no tantrismo contemporâneo, como os órgãos sexuais feminino e masculino, são semelhantes àqueles encontrados em cavernas paleolíticas, datando de 20 mil anos, em lugares tão diferentes quanto Europa Ocidental e China.

Sexo, Maconha & Energia

Os cultos à fertilidade, repletos de práticas sexuais, evoluíram ao longo das Eras e desenvolveram-se entre os estudiosos Gnósticos e os praticantes de Tantra. Tornou-se um "casamento sagrado" que acontece no plano mental dos praticantes. O ritual não se dedica mais à fecundidade da terra ou dos homens; antes, pretende proporcionar o encontro do indivíduo consigo mesmo e sua identificação com o Universo.

Ritos que usam o sexo e a cannabis buscam o despertar da kundalini e sua ascensão, ou seja, a ativação da energia sexual de modo tal que ela possa percorrer a coluna, alcançar a glândula pineal e atuar no cérebro como força criadora e re-generadora; e não mais e somente como força de geração física.

A glândula pineal é considerada a sede da alma, do espírito. É um órgão misterioso de funções praticamente desconhecidas mas para os praticantes do esoterismo, o uso da cannabis combinados com outras práticas, como relaxamento e meditação, produz uma ativação incomum da energia sexual. Nas palavras do místico Aleister Crowley, extremamente experiente quando o assunto é droga e sexo: "Quando você entende que Deus é meramente um nome para o instinto sexual não me parece tão difícil admitir que Deus está no sexo".

FONTE

Marijüana: the ultimate sex drug

CANNABIS CULTURE publicado em novembro | 1999

por Chris Bennett | tradução & adaptação: Ligia Cabús

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POUtzzzz isso que dar fumar hasish de tricomas caseiros as 06 e 30 da manh A DEUSA É EGÍPICIA e não GREGA ahuahuaaha8uuauauauhauhahuauhauhauhauha

Por favor Moderadores Muda o Título pra min ...

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Leon, hhahahahahaha,

morri de rir também com a troca de nomes pq é típico nosso essas confusões e esquecimentos. kkkkkkkkkkkkkkkkk

Não raro eu vou postar umas fotos vou lá escrevo tudo e tal e sempre esqueço e colocar as fotos depois eu edito e coloco e dou risada de mim mesmo.

Legal sobre a Deusa. Tenho um livro de história das drogas e vou ver se fala algo sobre o assunto pois os aspectos divinos também são abordados.

Obrigado. pelo Avatar!!!!!!!

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HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAH, Vlw leonpred muito bom o informativo, e sempre bom conhecer um pouco da historia e ainda mais se tem sexo e cannabis heheheheheh. quanto a toca do grego por epício, hahahahaha rachei de rir velho

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Só o finalzinho do texto que passou uma imagem mt errada do Crowley falando que o cara era extremamente experiente quando o assunto é drogas e sexo.Quem nao sabe nada da vida do cara acha que ele era um doidão da vida.NADA a ver...quem conhece e compreende os VERDADEIROS trabalhos do Crowley sabe que ele era um cara extremamente experiente em MAGIA,profundo conhecedor dos sistemas(Magicos) e pioneiro em alguns.

Praticava MAGIA SEXUAL,nao é simplesmente o sexo vulgarizado,é um ritual.O cara entendia de MAGIA SEXUAL,nao de sexo.

Pra quem gosta de mitologias,assim como eu:http://www.submarino.com.br/produto/6756821/livros/historiaegeografia/historiadobrasil/livro-enciclopedia-de-mitologia

Livro completissimo.Traz elementos da mitologia grega, romana, egípcia, indiana, árabe, chinesa, japonesa, celta, nórdica, européia, polinésia, sul americana, norte-americana, azteca, maia, inca, goécia e bíblica.

:335968164-hippy2:

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POUtzzzz isso que dar fumar hasish de tricomas caseiros as 06 e 30 da manh A DEUSA É EGÍPICIA e não GREGA ahuahuaaha8uuauauauhauhahuauhauhauhauha

Por favor Moderadores Muda o Título pra min ...

Não tá de todo errado, porque os Egípcios eram o único povo admirado pelos gregos. O próprio Heródoto escreveu que Hércules também era conhecido no Egito.

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Não tá de todo errado, porque os Egípcios eram o único povo admirado pelos gregos. O próprio Heródoto escreveu que Hércules também era conhecido no Egito.

Pois é né Brow ! Maconha é Cultura !

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Esse assunto desperta muito interesse em quem tá buscando ou já buscou informações sobre práticas religiosas; da evolução do homem no conhecimento de si mesmo; da sua anatomia física e espiritual e do encontro com a 'verdade'.

Vou aproveitar o tópico pra falar sobre esse lance do significado do sexo nas religiões, para aqueles que estiverem a fim de colocar o que sabe trocando idéias e informações.

O ato sexual como conhecemos é a forma tradicional de fecundidade, gerando uma nova força física, uma nova vida. Nesse ponto não somos diferentes dos outros animais e seres vivos, possuímos a capacidade criadora de um novo ser, que no caso do ser-humano é responsável também pela geração de uma nova consciência já que é isso que nos diferencia dos demais. Pelo menos deveria ser, deveríamos ter uma consciência mais evoluída do que os outros animais.

O que ocorre é que o homem moderno só se preocupa com o consumismo e novas formas de ter prazer, de novas sensações físicas e o sexo está inserido nesse contexto atual.

Porque é que quando o casal já tem alguns meses ou poucos anos de relacionamento o interesse um sobre o outro se desgasta? vamos olhar o sexo sobre a perspectiva criadora da vida. Se a cada ejaculação existe uma poderosa força para criar um novo ser físico e essa é jogada fora, o único objetivo no sexo passa a ser a sensação momentânea de prazer. Então a busca passa a ser simplesmente o prazer físico, e essa é uma coisa incapaz de ser saciada. Sim, é só pensar que depois de um tempo de relação exclusiva com uma única pessoa praticando o sexo dessa forma 'tradicional' é impossível manter o mesmo interesse. A frequência sexual diminui e o olhar sobre o parceiro passa a ser depreciativo, e isso tem uma explicação, a energia de vida é jogada fora do corpo gerando insatisfação íntima.

O Homem é um Ser espiritual por natureza, e assim sendo, não pode jamais se satisfazer, interior e plenamente, pelas limitações do que é físico e passageiro.

Se não temos o plano de ter filhos o sexo deveria ser feito de outra maneira, mas como? Diferente dos animais que apenas têm o instinto procriador, o ser-humano é dotado de uma consciência superior e deve se portar de maneira diferente desses, sabendo que o sexo para o Homem(Ser) tem o papel de União.

É nesse contexto que surge o conhecimento sobre o sexo, e que foi ocultado no ocidente pela igreja católica romana, originando assim o significado de um vocábulo vulgarmente chamado de Religião. Explicarei a seguir.

Historicamente foram propostas várias etimologias para o vocábulo 'religião':

Cícero - 45 A.C - afirma que o termo se refere a 'relegere', reler, sendo característico das pessoas que prestam atenção a tudo relacionado aos Deuses, relendo as escrituras deixadas. Essa etimologia destaca o aspecto intelectual.

Lactâncio - séculos III e IV D.C - afirma que o termo vem de 'religare', religar, argumentando que a religião é um laço que serve para religar os seres humanos a Deus.

Macróbio - século V, D.C - considera que 'religio' deriva de 'relinquere', relíquia, algo que nos foi deixado pelos antepassados.

No mundo ocidental cristão, o significado de religião possui relação com a Vulgata Latina da Bíblia. Vulgata é a forma abreviada de se dizer vulgata editio, vulgata versio ou vulgata editio, que significa "edição, tradução ou leitura de divulgação popular", ou para o bom entendedor "versão de divulgação para o povo". A última Vulgata foi promulgada em 1979 pelo papa João Paulo II, e é denominada Nova Vulgata sendo estabelecida como a nova bíblia oficial da igreja católica.

Diferentemente das etimologias propostas, a palavra em português 'religião' foi usada em um contexto cultural da Europa marcada pelo cristianismo, que se apropriou do termo latino 'religio'. Desconhece-se que relações 'religio' estabelece com outros vocábulos. Aparentemente, antes do surgimento do cristianismo, a palavra em latim 'religio' até então referia-se a um estilo de comportamento rígido e determinado. Mais tarde Martin Luther (Lutero), traduziu 'religio' para o alemão com o sentido da palavra 'Gottesdienst' significando 'serviço religioso', sendo o 'culto' dos evangélicos, o que seria a 'missa' para os católicos, onde através da celebração litúrgica o crente é inserido nas realidades da sua salvação.

Nesse sentido, o termo latino 'religio' estabelece uma forma de agir, algo pré-determinado como orientação de Deus a seus servos. Em outras civilizações nem sequer existe uma palavra equivalente. O hinduísmo antigo utilizava a palavra 'rita', que apontava para a ordem cósmica do mundo com a qual todos os seres deveriam estar harmonizados. Mais tarde esse termo foi mudado para a palavra 'Dharma' também utilizada atualmente pelo budismo que exprime a idéia de uma lei eterna de funcionamento do universo. 'Rita' relaciona-se com o planeta, com a Natureza, seus ciclos e com a fertilidade. Nesse sentido a 'adoração' a Deusa mãe, Mãe Terra, ou Mãe Cósmica se estabeleceu como a primeira "religião" da humanidade.

Em torno desse sentimento formaram-se as sociedades matriarcais centradas na figura feminina e suas manifestações, como representada pelas civilizações antigas dentre os Hindus pela deusa Kali, e dentre os chineses pela deusa Nu Kua, dentre outras manifestações de outras civilizações antigas.

A mudança da idéia original da deusa Mãe Terra, relacionada com a Natureza, para um conceito de ‘Deus’ deve-se aos Hebreus e à organização patriarcal dessa sociedade. O patriarcalismo era baseado na atividade belicosa de pastoreiro de gado bovino e caprino. Entende-se por atividade belicosa, o sentido de bélico, que vem de guerra já que os Hebreus eram nômades e não possuíam identidade territorial. Herdado da cultura hebraica, patriarcado é uma palavra derivada do grego 'pater' e se refere a um território ou jurisdição governado por um patriarca de onde se origina a palavra 'pátria', que hoje relaciona-se ao conceito político de 'País'.

Religião tem apenas o sentido de se ‘tocar o gado’, deixando o povo à mercê da ignorância.

Antes da galera relacionar o ato de fumar maconha e fazer sexo apenas com prazer físico e com aquela máxima de sexo,drogas e rock'n'roll, é importante saber que o ato sexual, assim como as drogas, é um ato capaz de ampliar a consciência e que por isso mesmo foi censurado e reprimido pelo cristianismo, dando-lhe uma conotação de pecado. E nessa visão, quando ele se torna permitido ainda há uma noção totalmente equivocada que nos rebaixa às criaturas irracionais, onde segundo o catecismo da igreja católica, Deus condiciona o sexo nada menos do que à geração de uma nova vida humana. Porque será que isso é falado? já se perguntou? mas então é bom ter gozo à vontade, sem preocupações ?

O que o post do amigo fala sobre práticas sexuais, cultos à fertilidade, casamento sagrado, despertar da kundalini e ativação da energia sexual para atingir a glândula pineal no cérebro, nada mais é do que a sabedoria do erotismo realizado por hindus, chineses e egípcios, oculta pelo catolicismo.

Em um sentido geral, a literatura hindu denomina o ‘prana’ como sendo energia em sentido amplo. Essa energia circula pelo nosso corpo, através de canais sutis chamados ‘nadis’ que são tão numerosos quanto as terminações nervosas do nosso corpo físico.

Merecem destaque três ‘nadis’:

- Sushuma : é talvez o mais importante dos canais. Ela segue o alinhamento do eixo da coluna vertebral e flui da extremidade inferior até chegar a extremidade da cabeça, na chamada coroa-craniana.

- Pingala: é o princípio masculino (aquecendo-se para cima, tem qualidades como a extroversão e a energização). É a nadi solar, e corresponde ao lado direito do cérebro.

- Ida: é o princípio feminino (tranquilizando para baixo, tendo como qualidade a introversão e a serenidade). É a nadi lunar, e corresponde ao lado esquerdo do cérebro.

Existe uma energia que ativada percorre por Sushuma ativando todos os chacras e que está ligada ao processo de evolução espiritual, essa energia é chamada de Kundalini, representada por uma serpente pelas civilizações antigas pelo modo em que se encontra entrelaçada, essa é a energia sexual. Energia capaz de criar uma nova vida através da ejaculação, ou sublimando-a gerando uma nova consciência e cura.

O que se chama de magia sexual nada mais é do que o despertar da consciência através do sexo. Na magia sexual os casais aprendem a compartilhar a energia circulantes dos chacras um com o outro, fazendo com que o prana circule entre os dois amantes não agindo apenas como um catalizador dessas energias mas fazendo com que o chacra forte de um entre em sincronia com o chacra fraco do outro, acelerando ambos os corpos, mentes e espíritos em uníssono, e o resultado disso é a cura do físico e o despertar da consciência...é divino.

E a forma energética que fica entre esses chacras entrelaçando-os é representado por essas imagens abaixo:

(para uma pessoa, o cajado de Asclepius), (para duas pessoas o cajado de caduceu)

asclepius.jpgchakras.jpg

caduceus_clip_art_16724.jpgcaduceus+sumer.jpghouse-caduceus_l.jpg?w=233&h=300

Uma dessas imagens (caduceu) representa atualmente o famoso símbolo da medicina, onde as asas simbolizam a sabedoria, o conhecimento das doenças e da sua cura. Mas se nem os médicos sabem da origem desse símbolo... ah,mas essas coisas de chacras não existem não é mesmo?...hehehe.

Esse conhecimento é ocultado pela igreja católica e outras organizações que não querem o desenvolvimento completo do ser-humano.

Na Índia a serpente Kundalini era reverenciada como sinônimo de poder divino, os Astecas, Maias e Incas veneravam a “grande serpente voadora”, os xamãs colocam a serpente como sinônimo de sabedoria. Na bíblia, ou melhor, na Vulgata Latina, o simbolismo oculto é representado como algo mal pela serpente ‘tentando’ Eva a experimentar do fruto da ‘árvore do conhecimento’....o mesmo fruto chamado de pomos de ouro do jardim das Hesperíades na mitologia Grega, ou a árvore Yggdrasil dos Nórdicos, ou a morada de Quetzacoatl para os Maias e Astecas...muita ‘coincidência’ entre essas civilizações tão antigas e tão distantes entre si venerarem essa mesma ‘árvore’ não é mesmo? Mas os Hebreus também veneravam essa ‘árvore’, apenas se diz atualmente que o ‘conhecimento’ dela pode fazer mal pras ‘ovelhas’, mas também pode fazer muito bem...é a dualidade da existência humana.

Para o texto não ficar extenso demais vou parar por aqui. Quem tiver interesse no assunto, pesquise pelos nomes citados e ‘vambora’ discutir o assunto.

Discordo do texto que dá crédito ao tal Aleister Crowley. Com certeza era muito experiente no assunto, mas era um depravado, e usava de magia sexual como magia negra.

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