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HiHemp

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  • Usuário Growroom

lembrando que 99% dos doces por ai não são LSD mas sim 25C-Nbome, 25I-Nbome, DOB, entre substancias, fenetilaminas psicodélicas com efeitos potentes e bem próximos ao LSD no sentido psicodelia... mas em compensação é uma droga com nivel toxicológico mais alta (é possível ter overdose sim se tomar vários, acima de três é um risco), e com uma rebordose as vezes um pouco carregada que chega a cansar a mente e o corpo...

O LSD puro não tem gosto amargo nenhum, e é muito difícil de se sintetizar e muito instável, enquanto essas novas substâncias são extremamente estáveis, baratas de se produzir e potentes. Além disso, o LSD-25, o ácido verdadeiro, não é pra causar ressaca corporal nenhuma e eu realmente acredito que a viagem seja um pouco mais "espiritual", mas por falta de experiência não posso afirmar com certeza, tem relato de muita gente dizendo que a trip de LSD é bem mais "limpa" que dos nbome mas tem muita gente que diz que ambas são tão psicodélicas quanto e as vezes o LSD pode não ser uma pauladinha mais intensa ou melhor... o que eu duvido.

É importante ressaltar que há diversos estudos em cima do LSD que acabam comprovando sua segurança (pro corpo) e seus efeitos positivos e negativos para a mente, enquanto os doces que tomamos somos cobaia de uma substância do mercado negro sintetizada já no século XXI e que não há quase estudos e informações sobre...

Não sou nenhum expert no assunto, mas já li bastante sobre o assunto, e eu mesmo acredito que nunca tomei LSD puro, mas já devo ter tomado DOB e várias "vertentes" dos nbome nos docezinhos que já fizeram parte da minha caminhada...

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  • Usuário Growroom

E o mais importante nessas experiências é se entregar a ela sem paranóia mas se conhecendo e sem perder o controle...

"Maldito Hommer" :emoticon-0102-bigsmile:

já esse aqui boto muita fé no coroa, isso ai sim é LSD puro, e o velinho tá na paulaaaaada uhauahu, mas tem experiência né

http://www.youtube.com/watch?v=s4_1YpFC9Hk

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  • Usuário Growroom

lembrando que 99% dos doces por ai não são LSD mas sim 25C-Nbome, 25I-Nbome, DOB, entre substancias, fenetilaminas psicodélicas com efeitos potentes e bem próximos ao LSD no sentido psicodelia... mas em compensação é uma droga com nivel toxicológico mais alta (é possível ter overdose sim se tomar vários, acima de três é um risco),

Você está enganado. Pode tomar 3 blotters ou 3 gotas, não vai ter over. Já tomei 15-20 entre blotters, gota, microponto, gel e outras coisas mais (ecstasy) em um período de 24h, eu e mais um grupo de 5 pessoas, todos tomando essa quantidade ou mais.

Já vi meninas de 15 anos tomando 4 blotters de uma X, faziam até "linguinha" com os papeis, colocando-os p/ fora da boca.

Máximo é a badtrip que pode te levar ao inferno da mesma forma.

“Taking LSD was a profound experience, one of the most important things in my life. LSD shows you that there’s another side to the coin, and you can’t remember it when it wears off, but you know it. It reinforced my sense of what was important—creating great things instead of making money, putting things back into the stream of history and of human consciousness as much as I could.”

Steve Jobs

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  • Usuário Growroom

Green Label, também acredito que "não é assim" pra ter uma over... Mas quando vc diz gota, microponto e gel, provavelmente tomasse lsd mesmo, o belo e puro. Agora tomar 20 blotters, quase uma cartela de 25 inteira, desses blotters amargões por ai, é perigoso sim pq diferente do lsd os nbome dob 2ci essas paradas todas são toxicas pro organismo de uma maneira q o lsd nao eh... por isso lsd mesmo o filho de Hoffman vc pode tomar doses altissimas que no maximo vai entrar numa trip absurda, enquanto esses docinhos pode realmente dar uma merda no teu corpo msm

Não estou querendo endemonizar a substância nem falar que não tomo tb, mas acho importante trazer esse debate que doce que circula por ai no mercado negro em grande quantidade não é o lsd, mas essas droguinhas muito mais lucrativas, estáveis, muito mais toxicss que o lsd e que a galera sem informação acredita ser ácido de vdd

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  • Usuário Growroom

Como falaram acima, hoje em dia o que mais rola é o tal do NBOMe mesmo, que tem um gostinho amargo. Eu comprei como LSD e a viagem foi boa demais, mesmo não sendo o "verdadeiro". Mas enfim, tome em algum lugar tranquilo, curta numa boa que não tem problema não. Pra consumir com segurança é só não exagerar e estar bem com si mesmo, começar tomando em pequenas doses e por aí vai.

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  • Usuário Growroom

Green Label, também acredito que "não é assim" pra ter uma over... Mas quando vc diz gota, microponto e gel, provavelmente tomasse lsd mesmo, o belo e puro. Agora tomar 20 blotters, quase uma cartela de 25 inteira, desses blotters amargões por ai, é perigoso sim pq diferente do lsd os nbome dob 2ci essas paradas todas são toxicas pro organismo de uma maneira q o lsd nao eh... por isso lsd mesmo o filho de Hoffman vc pode tomar doses altissimas que no maximo vai entrar numa trip absurda, enquanto esses docinhos pode realmente dar uma merda no teu corpo msm

Não estou querendo endemonizar a substância nem falar que não tomo tb, mas acho importante trazer esse debate que doce que circula por ai no mercado negro em grande quantidade não é o lsd, mas essas droguinhas muito mais lucrativas, estáveis, muito mais toxicss que o lsd e que a galera sem informação acredita ser ácido de vdd

Weed,

A grande maioria dos blotters que tomei tinha gosto sim, inclusive nessa época ai.

Foram alguns anos, nunca vi ninguém ter overdose. Somente com uso de cocaína e de ansiolíticos (rivotril, diazepan, lexotan, dormonid etc) simultâneos.

Há pouco tempo atrás li sobre a pureza do LSD, sobre as condições de armazenamento e sua volatilidade

Apesar disso, o melhor blotter que tomei tinha gosto amargo, Alex Grey, cartela com 500 unidades, formava uma foto

Melhor que eu tomei no Brasil e de pelo menos outras 30 pessoas que tem experiência de 15 anos de uso.

Aos novos usuários ou aos que não sabem a origem dos seus drops, recomendo tomar 1/4 ou no máximo 1/3 da dose e ter paciência, não se afobar e tomar inteiro porquê a trip pode ser traumática. Muita gente mal percebe o efeito e, na ânsia de ficar louco, acaba tomando mais, correndo o risco de acabar com a sua trip e de seus amigos.

Se o viajante pretende tomar um doce inteiro pela primeira vez, há grandes chances de rolar confusão mental, pânico, paranóia entre outras. Tudo depende do estado emocional e das circunstâncias (o ambiente), que no caso influência muito.

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  • Usuário Growroom

Lsd brasileiro decepciona, mas ai a dizer q 99% não se trata da substância é exagero, teve brother passando mal afu jah por causa dessas substância que de semelhante não tem nada quando o cara ta branco achando que vai morrer....

eu comecei tomando LSD gringo que um pessoal mais playboy agitava com um brother que morava na inglaterra, não sei oq houve mas nosso brother da inglaterra foi preso há uns 4 anos, desde então só LSD nacional, mal acondicionado, as vezes tão lambido que chegava a tah desbotado...

mas desde o ano passado eu tenho mantido a mesma fonte, e ateh hoje não tomei uma figura que não fosse LSD, e vo te dize q fikei um tempo afastado depois de ve o brother quase morrendo, com o cú na mão mesmo... quando voltei a toma fikei 90 minutos com o cu na mão, quando começo o primeiro estágio da viagem foi um alívio enorme...

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  • Usuário Growroom

Lsd brasileiro decepciona, mas ai a dizer q 99% não se trata da substância é exagero, teve brother passando mal afu jah por causa dessas substância que de semelhante não tem nada quando o cara ta branco achando que vai morrer....

eu comecei tomando LSD gringo que um pessoal mais playboy agitava com um brother que morava na inglaterra, não sei oq houve mas nosso brother da inglaterra foi preso há uns 4 anos, desde então só LSD nacional, mal acondicionado, as vezes tão lambido que chegava a tah desbotado...

mas desde o ano passado eu tenho mantido a mesma fonte, e ateh hoje não tomei uma figura que não fosse LSD, e vo te dize q fikei um tempo afastado depois de ve o brother quase morrendo, com o cú na mão mesmo... quando voltei a toma fikei 90 minutos com o cu na mão, quando começo o primeiro estágio da viagem foi um alívio enorme...

Duvido muito que alguém sintetize corretamente o LSD no Brasil.

Dos ácidos que você tomou, quantos eram completamente sem gosto?

Ou ácido bom é o bem amarguinho?

Recomendo fortemente a leitura:

via Erowid, via Coletivo Desentorpecendo a razão

LSD com anfetamina?

07/04/2010

Além de entorpecido pelo discurso oficial, que forja consensos para justificar o injustificável da proibição de algumas substâncias psicoativas, o universo das drogas é cercado por diversos mitos, que ninguém sabe ao certo de onde vieram e nem temos muitos argumentos para questioná-los. Semente de maconha dá dor de cabeça? Aconteceu de verdade o verão da lata? LSD tem anfetamina? O crack foi fabricado pelo governo dos EUA?

Algumas dessas questões podem ter resposta afirmativa, outras não, outras podem nem ter resposta. Nosso objetivo neste caso é apenas questionar. Para inaugurar a seção – que não terá peridiocidade definida – fomos atrás de informações para saber se os docinhos vendidos por aí contém ou não anfetamina. Confira, sugira novos mitos, participe com a gente do processo de desentorpecimento da razão.

BLOTTER DE LSD-25 COM ANFETAMINA?

alex-grey-albert-hoffman.jpg

Como muitos já ouviram, corre o boato de que os “blotters” (papel absorvente) de LSD-25 (dietilamida do ácido lisérgico), o popular “doce”, vendidos nas ruas contém anfetaminas (ou fenilisopropilaminas). Isso porque, diversas vezes, quando tomam a substância, alguns usuários relatam um gosto amargo (LSD-25 não tem gosto) e sentem o efeito “speed” semelhante ao provocado pela ingestão de anfetaminas. Assim, de cara, a maioria compra a ideia e sai replicando tal informação. Dessa maneira nascem os mitos, e aos mais inquietos resta à investigação. Com isso, este post objetiva desconstruir e enterrar de uma vez por todas a “lenda do “blotter” de LSD com anfetamina”, contribuindo para o desentorpecimento da razão.

Para começar, vale apresentar a substância em questão. LSD-25, prazer! Sintetizado a partir do ácido lisérgico, que, por sua vez, é fruto do “ergot” (fungo do centeio), pela primeira vez, em 1938, pelo químico Albert Hoffman, acabou proibido vinte e dois anos depois – também pode ser sintetizado a partir da “morning glory”. Trata-se de um psicoativo poderoso, que de acordo com o historiador Henrique Carneiro, em sua “Pequena Enciclopédia da história das drogas e bebidas”, pg 169: “foi objeto de pesquisa secretas da CIA e o dos exércitos do mundo, que se impressionaram com a capacidade de se produzir efeitos mentais tão avassaladores com quantidades tão ínfimas, pois com 100 gramas pode-se obter mais de 1 milhão de doses.” Assim, a dose do LSD é medida em microgramas e, para termos ideia, as doses de anfetamina são medidas em uma escala mil vezes maior, os miligramas.

Desconstrução do mito

Pois bem, vamos às evidências que apontam para a quebra do mito. Segundo Rafael Guimarães dos Santos, doutorando em Farmacologia pela Universidade Autonoma de Barcelona: ”doses de anfetaminas são em miligramas, a superfície do blotter seria muito pequena para doses efetivas de anfetaminas, ainda mais por via oral”. Então, não tem porque não cabe? A resposta poderia ser fácil assim, mas não é. Rafael completa: “…embora o “blotter” seja uma superfície pequena, poderia ser o veículo de doses muito pequenas de anfetaminas”. Segundo estudo publicado no site da revista Nature , uma dose baixa de anfetamina para o homem seria de 0.25 MG/KG, ou 17.5 mg para alguém pesando 70kg – muito além da capacidade de um ‘blotter” que vemos por aí e cem vezes maior do que uma dose regular de LSD, contendo 170 mcgs. Sendo assim, é possível carregar anfetaminas em um “papelzinho”, mas a dose seria tão pequena que não causaria qualquer reação no usuário, não seria uma “dose efetiva”. Mas e o efeito “speed”, o que o provocaria? “Como a maioria dos alucinógenos, o LSD pode produzir ansiedade e estimulação, assim como as anfetaminas. Claro que estas substâncias (os alucinógenos) possuem outras características que as diferenciam das anfetaminas…” , afirma o farmacologista. O site www.erowid.org, um dos maiores e mais respeitados acervos virtuais sobre psicoativos, lista os seguintes efeitos negativos do LSD, que podem ser confundidos com efeitos causados por anfetaminas:

- ansiedade

- tensão muscular e nas mandíbulas

- aumento na transpiração

- dificuldade em regular a temperatura do corpo

- insônia

- tontura, confusão

- megalomania

- paranóia, medo e pânico

(retirado de: http://www.erowid.org/chemicals/lsd/lsd_effects.shtml)

Então, frente ao quadro, o “blotter” de LSD encontrado nas ruas muito provavelmente não apresenta anfetaminas. Afinal, não faria o mínimo sentido um traficante colocar micro-doses do psicoativo em seu “doce”, já que não causaria efeito algum e ainda encareceria o custo da produção.

Mas e o gosto amargo, de onde vem? Uma das explicações mais aceitas, também dando conta do efeito “speed”, aponta para certas impurezas que podem “infectar” o processo de fabricação do LSD, que é muito trabalhoso. Durante seu período na legalidade, grandes laboratórios como o Sandoz (www.sandoz.com) desenvolviam a substância, que precisa de cuidados especiais para ser sintetizada. O próprio Hoffman, em seu livro “LSD, minha criança problema”, (download aqui) pg 35, relata:

“O LSD é muito sensível ao ar e à luz. É oxidativamente destruído no ar pelo oxigênio e é transformado em uma substância inativa sob a influência da luz. Isto deve ser levado em conta durante a síntese e especialmente durante a produção de uma forma estável e estocável de LSD. Informações de que o LSD pode ser facilmente preparado, ou que todo estudante de química em um laboratório meio-decente é capaz de produzir isto, não é confiável. Procedimentos para a síntese do LSD foram realmente publicados e ficaram acessíveis a todo mundo. Com estes procedimentos detalhados na mão, químicos poderiam executar a síntese contanto tivessem ácido lisérgico puro à sua disposição; hoje, porém, sua posse está sujeita aos mesmos regulamentos rígidos como o LSD. Para isolar o LSD na forma cristalina pura a partir da solução de reação de maneira a produzir preparações estáveis requer, todavia, equipamentos especiais e uma grande experiência específica adquirida que não é facilmente obtida, e isto se deve (como declarado anteriormente) pela grande instabilidade desta substância”.

AlbertHofmannBlotter.jpg

Ou seja, quando caiu na ilegalidade, em 1966, o LSD-25 despencou em qualidade – talvez até tenha se perdido. Na tentativa de sintetizar tal substância, muitas vezes um químico pode chegar a outros derivados do “ergot”. Hoffman e outros, em suas experiências, descobriram “primos” do LSD. Vale lembrar que o LSD-25 é uma molécula única e qualquer mudança no processo pode resultar em outras substâncias como o ALD-52, MLD-41, iso-LSD e etc. Elas seriam parentes “mais fracas” da “criança problema” de Albert Hoffman. Além disso, mesmo com sucesso na fabricação, o armazenamento do LSD teria que ser muito cuidadoso. Visto que se trata de uma molécula instável, os laboratórios que o fabricavam armazenavam suas amostras em frascos fechados a vácuo, em gás nitrogênio. É difícil imaginar que tais cuidados seriam tomados nas famosas biqueiras que hoje comercializam o que chamam de “doce”.

Michael Hollinshead, o homem que proporcionou a primeira viagem lisérgica ao guru da psicodelia Timothy Leary, publicou em seu livro “The man who turned on the world”: “Há agora – 1968 – pouco ácido bom por aí – e o que havia – o assim-chamado “street acid” vinha da Califórnia. Havia alguma coisa errada com a síntese; ele não era puro. E você nunca tinha certeza do que estava realmente usando, então eu só tomei naquelas raras ocasiões quando alguém me dava “Sandoz” ou ácido “cristal” …

Minha avaliação não tem nada a ver com a idéia de que uma droga totalmente sintética produz uma experiência totalmente sintética – a reação intelectual – mas foi baseada em experiência direta, de primeira mão (ao redor de 30 viagens com o “street acid” no total. E em cada sessão eu sentia que havia alguma coisa faltando – era muito elétrico, muito “speedy” e perturbava muito a mente. A claridade inicial do Insight que obtive com o ácido da Sandoz, foi substituído por confusão, debilidade, palavras e mundos através de um desmembramento absoluto, ou até caos completo, ainda que eu deva acrescentar, ligado freqüentemente com um sentimento que só posso descrever como uma sublime presunção, uma super abundância de energia emotiva mas isto não significa mais que uma chama apaixonada, muito menos o sol criador-vida.”

Retirado de um artigo de Bruce Eisner, na revista High Times, publicado em janeiro de 1977.

No mesmo artigo, vale conferir o diálogo entre um preocupado Leary e o então senador Ted Kennedy.:

Senador Kennedy do Massachusetts : “O que é que há na qualidade que te deixa alarmado?”

Dr. Leary : “Nos não queremos amadores ou venda no mercado negro ou distribuição de LSD.”

Senador Kennedy: “Por que não?”

Dr. Leary : “Ou os barbitúricos ou bebidas alcoólicas. Quando você compra uma garrafa de bebida-”

Senador Kennedy : “Isto não é uma resposta. Quanto ao LSD, por que você não o quer ?”

Dr. Leary : “Estar de posse?”

Senador Kennedy: “Por que você não quer a fabricação e a distribuição indiscriminada? Isto é porque é perigoso?”

Dr. Leary : “Porque você não sabe o que está comprando…”

Para ler na íntegra o texto sobre a pureza do “ácido das ruas” na década de 70, em inglês, acesse o site do ex-editor da revista americana . Para aqueles que não lêem na língua do Tio Sam, aqui vai uma tradução, parece bem feita. Boa leitura, pois, além de discutir a pureza da substância no mercado paralelo, também esclarece alguns pontos do processo de fabricação do LSD e o porquê dele ser tão complicado de sintetizar:

“A produção dos precursores necessários é um longo processo, e podem surgir várias situações onde ocorrem impurezas. Durante a preparação do principal precursor – monohidrato do ácido lisérgico – vários alcalóides do ergot e cicloalcamidas do ácido lisérgico, contaminarão o produto final se não forem removidos adiante através de procedimento cromatográfico adequado. E os contaminantes que vão aparecer dependerão de qual material de partida foi usado; ergot, tártaro de ergotamina ou semente de morning glory. E uma vez que estes precursores tenham sido sintetizados corretamente em LSD, vários isômeros e Lumi-LSD (LSD saturado com água), podem contaminar o produto final se não forem retirados com os métodos de cromatografia.

Portanto, a cromatografia, um método altamente refinado que os químicos orgânicos usam para isolar substâncias específicas, é o processo chave pelo qual as impurezas podem ou não ser removidas do cristal final de LSD.”

Estudo da PharChem – pureza do LSD-25 vendido nas ruas entre 1972 e 1974

Como vivemos em uma realidade proibicionista, o acesso e a realização de estudos a respeito dessa e de outras substâncias ilegais são raros. O www.erowid.org possui duas pesquisas sobre a pureza do LSD norte-americano na década de 70. Como o primeiro estudo apresenta um número limitado de amostras e poucas em forma de “blotter”, vamos nos atentar ao segundo, que traz dados sobre testes realizados entre 1972 e 1974 pelo grupo de testes PharChem , de Palo Alto, Califórnia. Para facilitar o entendimento, isolamos apenas as amostras em “blotter” para fazer um balanço. Das 77 amostras em “blotter”, uma apresentou a mistura entre LSD e PCP (Fenciclidina), outra apenas DOM ( 2,5-dimetoxi-4-metil-anfetamina, também conhecida como STP) sem presença de LSD, e as outras 13 apresentaram LSD e iso-LSD em um mesmo “blotter”. Entre todas as amostras analisadas, “blotters” e outros formatos, apenas 3 apresentaram a presença de anfetaminas, nenhuma em “papelzinho”, provando que as amostras foram testadas para verificar a presença de tal substância. A primeira se tratava de uma cápsula, que possui capacidade extremamente maior do que um “blotter”, apresentando LSD e anfetamina. A segunda era em forma de pó e só possuía anfetamina. Já a terceira se tratava de um tablete, também maior do que um “doce”, com anfetamina e PCP. Vale ressaltar que testes como esse não detectam as “impurezas” que podem infectar o processo de síntese do LSD-25. Bruce Eisner explica, em seu artigo para a High Times de janeiro de 1977:

“Em uma carta pessoal, Dr. Alexander T. Shulgin, professor de toxicologia da universidade de Berkeley, Califórnia, comentou, “na análise habitual do LSD (como a feita na PharmChem Foundation), faz-se a cromatografia de um extrato da droga sob suspeita, observa-se o resultado da separação sob luz UV e então borrifa-se a placa com algum foto-reagente como o dimetilaminobenzaldeído (PDAB). Se houver impurezas que fluorescem (como o ácido lisérgico ou o iso-lisérgico) e que se deslocam na separação cromatográfica, estes serão vistos. Se as impurezas apresentarem o átomo indol-2-hidrogênio intacto, ocorrem cores entre o azul e o roxo.

Ambos os testes, exigem é claro, que haja quantidades suficientes para serem vistas. Mas se a impureza não fluoresce (como acontece com o Lumi-LSD e as foto-substâncias adicionadas) ou não reagir com o PADB (como aconteceria com duas impurezas substitutas, como 2-oxo-ergots), então as impurezas permaneceriam invisíveis. É completamente possível que uma amostra de LSD poderia estar contaminada grosseiramente com impurezas e, se não acusassem em nenhum destes testes, é provável que sua presença nunca tenha sido suspeitada.”

Realidade perturbadora

Além da muito aceita explicação das impurezas para o gosto amargo, existe outra teoria, popular em fóruns virtuais mundo afora, que também faz sentido e, ao mesmo tempo, assusta qualquer usuário. Ela diz que os “blotters” de LSD-25 vendidos no mercado ilegal, na verdade, não se tratam de LSD, mas de outras substâncias que nem são originárias do “ergot, como a DOB (2,5-dimethoxi-4-bromoanfetamina) e a DOI(2,5-dimethoxi-4-iodoanfetamina). Elas são conhecidas como “cápsula do vento” (quando em cápsulas) e pertencem a “família” da MDA, cujo filho mais conhecido é o “ecstasy” (MDMA). Ambas também são vendidas no formato de “blotters”, apresentando baixa dosagem efetiva (maior que o LSD-25 e menor que a anfetamina, ver quadro após o texto), possuem gosto amargo e trazem efeitos alucinógenos semelhantes aos do LSD. O grupo a qual pertencem é chamado de “anfetaminas psicodélicas”- não confundir com anfetamina, pois a dose efetiva desses psicoativos é extremamente menor. São da mesma “família”, mas dizer que são equivalentes seria como, em comparação grosseira, igualar o crack a cocaína pelo simples fato de se originarem da mesma matéria prima. Vale ficar atento, pois DOB e DOI são substâncias similares entre si e com elevado grau de toxicidade, ao contrário do LSD-25, que é praticamente inofensivo ao organismo. (Seguindo sugestão de um leitor do site do DAR, é melhor os usuários também ficarem atentos a Nbome, anfetamina psicolélica vendida em blotters).

dob.jpg?w=300

Blotter de DOB, vai dizer que não engana? Retirado de www.erowid.org

Dada a dificuldade em fabricar LSD-25, o mercado paralelo pode se aproveitar da obscuridade gerada pelo proibicionismo e vender outras drogas, de manuseio mais fácil, como se fossem LSD. O usuário, sem saber, pode ingerir uma substância letal, quando usada em grandes quantidades. O principal dano de alteradores de consciência, como nas anfetaminas, é causado no sistema vascular, ou seja, se tomar um “doce”, sentir um gosto amargo e dormência nas extremidades ou até mesmo dor nas articulações, procure um médico e apresente overdose de DOB e DOI como uma das possibilidades da causa de seus sintomas. Além disso, se sentir desconforto nos olhos e/ou no corpo todo, espasmos e dor nas costas (umas puxadas), é quase certo que ingeriu DOB ou DOI. Fique atento!

Conclusão

Anfetamina no “doce”? Nem pensar! Tudo indica que esse é mais um “narco-mito” que ecoa e ganha vida devido à falta de informações e pesquisas sobre psicoativos. Mas calma lá. Não vá sair falando que é impossível colocar anfetaminas em um “blotter”, é possível, mas a quantidade não causaria qualquer efeito no usuário. Dificilmente um traficante comercializaria a mistura, pois ela só encareceria o processo de fabricação e não traria nenhum benefício. Para os mais chatos, sim, se alguém fizer um “blotter” bem maior do que o usual – cerca de 15 vezes maior – ele poderá carregar doses efetivas de anfetamina. Ou seja, analisando o quadro, se sentir um gosto amargo e o “papelzinho” estiver mais para “papelzão”, desconfie, pois, como sabemos, o verdadeiro e único LSD-25 é inodoro, incolor, sem sabor e não pede plataformas grandes, já que suas doses são microscópicas, pesando praticamente o mesmo que um grão de areia. Para ele, tamanho definitivamente não é documento.

Infelizmente, ao que tudo indica, os usuários, atualmente, ou ingerem “LSD impuro” ou levam outra droga no lugar do filho de Hoffman. O verdadeiro LSD-25 morreu com a sua proibição. Um químico, na clandestinidade, por mais que quisesse fabricar o verdadeiro “ácido”, precisaria de equipamentos caros para produzir, estocar e veicular a substância no mercado. Se alguém tiver acesso a algum “doce” em embalagem farmacêutica fechada a vácuo ou revestido por alguma camada protetora antioxidante, aí sim, grandes chances de ser o puro LSD. Porém, está para circular algo semelhante nas ruas. Aos entusiastas da droga, vai um aviso: talvez você nunca tenha tomado o verdadeiro LSD-25. Com tudo isso, quem perde é a neurociência, a psicanálise e o conhecimento humano de um modo geral.

Dose DOB via oral Limiar 0.2 mg Leve 0.2 – 0.75 mg Comum 0.75 – 1.75 mg Forte 1.75 – 2.5 mg Pesado 2.5 – 3.5 mg Overdose 3.5 + mg Dose LSD via oral Limiar 20 ug Leve 25 – 75 ug Comum 50 – 150 ug Forte 150 – 400 ug Pesado 400 + ug Dose letal 12,000 ug

*a “dose letal” matará 50% dos animais testados.Retirado de www.erowid.org.

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  • Usuário Growroom

KKKKKK QUE HISTÓRIA LOKAA EM SANO...KKKKKK

SEMPREE TEM QUE TER UM PRA ATRAPALHAR

A VIAGEM ALHEIA...KKKKKKK ESSE JUNINHOOO....KKKKKK

NUNCA DESACREDITE DE UM QUADRADO...NUNCAAAAA... :icon_spin: :icon_spin: :icon_spin: :icon_spin: :icon_spin: :icon_spin: :icon_spin:

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  • Usuário Growroom

Todo LSD do mercado necessariamente foi produzido dentro do país??? meus dois primeiros anos de LSD antes do nosso brother ter problemas com a lei eu não reparava nenhum amargo, desde então em quase toda a figura se sente o amargo, mas não em todas...agora eu entendo pq todo mundo afirma que cada viagem pode ser completamente diferente, se tratam de substancias diferentes... agora eu entendo o preço violento dos doces do brother contra os 15/30 reais dos acidos de agora....


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  • 3 weeks later...
  • Usuário Growroom

Deixo minha experiência aqui, vale como um "Resumão" do que ta escrito naquele texto acima.

Eu tomava com frequencia lá por 2003 até 2006, e tinha muito mais selos sem gosto que hoje rola por ai de fato, hoje em dia os selos são de fabricantes mais variados e de diversas fontes, então o produto varia mais de padrão. Nessa época um parceiro de trips e grande amigo até hoje, estava na época de faculdade de Engenharia Química, hoje é profissional na área há vários anos. A gente conversava bastante sobre as composições dos ácidos, o por que do gosto e etc. Nunca fui muito bom em Química então acredito nele.

Resumindo:

* Existe SIM possibilidade de se Adulterar Blotter de LSD com anfetaminas, quando isso acontece normalmente não há LSD no composto químico, apenas o famigerado DOB e derivados 25C-Nbome, 25I-Nbome, que são classificados como anfetaminas psicodélicas.

**Principal diferença entre LSD e DOB é a duração da experiência, LSD média de 8 horas, sendo que após 6 horas de um pico forte entra na "rebordosa", enquanto o DOB pode durar até 10 horas, ou mais, causando muito mais sudorese (suar excessivamente), tensão muscular mais frequente e outros efeitos colaterais. (Já tomei Bike Preto, que nada mais é que uma Xerox de má qualidade de blotter de bike e vendido como especial, mas contém DOB, 10 horas de suadeira e aceleração, não é LSD.) NÃO é o gosto!

*** A principal causa do gosto no LSD é sua pureza que deriva da qualidade de preparo e da perícia do manipulador no isolamento da molécula. O LSD 99,9% puro é inodoro, incolor e não possui nenhum sabor. Impurezas que são resíduos deixados durante o processo alteram o sabor causando amargor, amortecimento e adstringência. (Lembra-se que o LSD é extraído do fungo ERGOT, que possuí dezenas de alcaloides venenosos e letais, sendo assim resíduos de mal preparo do LSD podem causar problemas de saúde).

*** Tanto o DOB quanto o LSD são substâncias muito potentes no sentido de que micro quantidades produzem grandes efeitos. (Dose média LSD 100 / 150µg MICROgramas, Microgramas = Milionésima parte da grama, 1g divididos por 1 milhão). Sendo assim, ambos precisam ser DILUÍDOS para poderem ser divididos e preparados.

**** O Gosto é causado principalmente pelo SOLVENTE utilizado no processo.

Já tomei muito ácido, hoje em dia não tomo mais pois enjoei da pira. Depois de mais de 10 anos tomando direto chega uma hora que perde a graça mesmo.

Mas até onde sei pelo menos 90% do Ecstasy e LSD que entra no Brasil vem de fora, um passarinho me contou.

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  • Usuário Growroom

Já tomei muito ácido, hoje em dia não tomo mais pois enjoei da pira. Depois de mais de 10 anos tomando direto chega uma hora que perde a graça mesmo.

Mas até onde sei pelo menos 90% do Ecstasy e LSD que entra no Brasil vem de fora, um passarinho me contou.

Impossível enjoar dessa pira hauhaua

Ontem rolou umas gotas nervosas hauhauua, fluiu lindo

Churrasco dos amigos, cerva, carne da boa, maconha da boa

E lá se vão 16 anos tomando esse trem bão! huahauhua

abrax

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  • Usuário Growroom

Sugiro tomar um chá de cogumelos cubensis

Bem melhor que LSD!

Mais ve se controla tua onda e nao entra na nóia,

flw

x2

Hoje em dia passo longe de qualquer droga química, mas um cházinho numa viagem, ou lugar especial se rolar não dispenso hehe

Mas droga QUÍMICA nunca mais, já deu o que tinha que dar, prefiro o que é natural, mesmo o Cogumelo, veio da bosta mas a gente sabe exatamente o que tem ali dentro, o contrário de qualquer cápsula, blotter, comprimido ou "pózinho mágico" que rola por aí.

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  • Usuário Growroom

Tem uns kits de cogumelo que vende no natureza divina q é uma mão na roda, E nem vem da bosta, é so o fungo mesmo, recomendo.

Conheço esses kits, mas não compensa, são muito caros, compensa só para você coletar um print de esporos.

Há uns 6 anos atrás eu cultivava cogumelos também, quem se interessar recomendo o fórum:

https://cogumelosmagicos.org/comunidade/

Esse kit custa uns 100 reais e vêm só 1 pote de micélio no milho. Com 30 reais você produz uns 10 potes de micélio como esses no mínimo!

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  • 2 weeks later...
  • Usuário Growroom

Hahahah toma... Mas de preferência com alguém mais experiente pra te acalmar e por sua trio nos trilhos.... Eu nunca tive bad, só uma vez , que nem foi bad, mas tava doidao e veio uma aranha de uns vinte centímetros ... Pqp eu via aranha pra td lado dps... Mas durou poço a bad e já tinha voltado pra minha viagem kkkk me sentia no senhor dos anéis , explorando a fazenda kkkkkk

Hj esse meu amigo experiente ta na Índia , o cara transcendeu hehehehehe caiu de cabeça na cultura

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  • 1 month later...
  • Usuário Growroom

Po te falar que já tomei uns docim bom sim, o ruim é que tão tudo com muita anfetamina, se doce e não alucina muito não, fico mais pancado, ligado tipo bala sei la, po sabadao tem um showzim do Ret aqui na city, to pensando em dropar logo meio double face, fumar uns e deixar bater, nem vou beber, nao curto muito essa onda de alcool na noitada, prefiro apelar pra um sintetico e fica só na agua dixavada !

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