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talesmilleto

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  1. Já faz dois anos, desde que comprei meu vaporizador, que eu só treino musculação chapado, e todo santo dia vaporizo um soltinho landrace (selvagem) nordestino. Eu ligo o vaporizador, faço uma sessão de 20 à 30min de utilização do vaporizador, e logo em seguida entro na academia. Meu treino dura 1h30min. A canabis tem me ajudado nos treinos das seguintes formas (ATENÇÃO: Eu não fumo, eu uso um VAPORIZADOR): Disposição: Não importa o quão cansativo fisico e/ou mentalmente foi o meu dia (eu treino à noite), a canabis me trás um relaxamento muscular e mental que me faz sentir como se tivesse acabado de acordar, CHEIO DE ENERGIA porém RELAXADO. Isso me ajuda a entrar na academia com disposição para efetuar um TREINO PESADO (cargas elevadas e repetições até próximo da falha). Foco: A canabis aumenta incrivelmente o meu foco no treino, e no meu corpo. Presto mais atenção em minha respiração, postura, batimentos cardícados e etc. Isso me ajuda a sentir quando é o momento ideal para parar o descanso entre as repetições (de 30 à 50segundos). Desempenho: Noto que meu desempenho com o uso de canabis é superior no que diz respeito à recuperação entre as repetições, consigo diminuir o tempo de descanso. Tenho a sensação de respirar melhor, talves pelo fato da canabis ser vasodilatadora, não sei. Posso dizer que tenho crescido pois todos ao meu redor comentam os ganhos que obtive. NÃO FAÇO USO DE ESTEROIDES ANABOLIZANTES. Tenho 1.70 de altura e atualmente peso 72.5 Kg. Meu tipo físico atual é de um atleta. Não consigo perceber nenhum efeito negativo da canabis no que diz respeito ao meu treino e recuperação pós-treino.
  2. Exato! A economia de erva é incrível pois é necessário apenas ~ 1/3 da quantidade de erva necessária para fazer um cigarro.
  3. Especial "As diversas faces de uma planta mal compreendida" Dezembro 2014 PDF (4.08 MB) Artigos Editorial Fabrício A. Pamplona e Renato Malcher-Lopes 2014, O ANO DA MUDANÇA. No futuro próximo, o ano de 2014 provavelmente será lembrado como o ano da ruptura de paradigmas anacrônicos – mais culturais do que científicos – sobre o uso medicinal da maconha (Cannabis sativa) e seus derivados, os fitocanabinóides. Pela primeira vez, desde que qualquer uso desta planta e seus princípios foram proibidos, a legitimidade científica e ética de seu uso como medicamento foram novamente reconhecidas pela sociedade. Fato que já causou repercussão imediata para muitos enfermos graves e suas famílias e que, no médio prazo, deverá ajudar a aliviar os sofrimentos e aumentar a qualidade de vida de milhares de pessoas em nosso país. Por mais estranho que pareça, em um contexto médico-científico, o uso da expressão “novamente reconhecidas”, ela se aplica de forma emblemática ao caso da maconha, visto que extratos de variedades de Cannabis sativa e as próprias plantas in natura já fizeram parte da Farmacopeia Brasileira, nas suas primeiras edições. O recente interesse das indústrias farmacêuticas na Cannabis, ou melhor, na elaboração de produtos baseados nesta planta, chega com enorme atraso causado pela proibição em si e pelo consequente embargo sofrido pela pesquisa de suas propriedades médicas consagradas por milênios antes de serem internacionalmente proscritas, há cerca de 75 anos. Tanto assim... Abstract PDF Comentários (0) Ciclos de atenção à maconha no Brasil Marcílio Dantas Brandão Sistematizando quatro ciclos de atenção à maconha no Brasil, identificamos alguns atores importantes e buscamos explicitar controvérsias econômicas, terapêuticas, racistas e geo-estratégicas que atravessam a história desta planta neste território. Finalmente, demonstramos que a diversificação dos interesses e a emergência de novos interessados por este tema configuram a existência de um “problema público” cuja solução demanda inovações substanciais. Palavras-chave. Brasil; Controvérsias; Interesses; Maconha; Mudança de normas. DOI: 10.7594/revbio.13.01.01 Abstract PDF Comentários (0) A maconha aumenta vulnerabilidade a opioides em animais de laboratório Cristiane Ribeiro de Carvalho e Reinaldo Naoto Takahashi A maconha é a droga ilícita mais consumida no mundo. Estudos epidemiológicos sugerem que o uso precoce da Cannabis facilita a progressão para o uso de outras drogas psicoativas. Embora bastante controversa esta hipótese de “porta de entrada” assume que a dependência de drogas ilícitas é precedida pelo uso de Cannabis. Os modelos animais de dependência podem ser bastante úteis para investigar se a exposição prévia de uma droga per se poderia aumentar a vulnerabilidade ao uso abusivo de outra classe de droga. Nesta revisão, pesquisamos a literatura avaliando os efeitos da exposição prévia aos agonistas canabinoides em modelos animais sobre os comportamentos relacionados ao consumo de outras drogas - como psicoestimulantes e opioides. Palavras-chave. Maconha; Cannabis; Dependência; Drogas de abuso; Hipótese da porta de entrada; Opioide. DOI: 10.7594/revbio.13.01.02 Abstract PDF Comentários (0) A maconha e o controle da complexidade Denis Russo Burgierman A Guerra Contra as Drogas é um sistema de controle concebido ao longo do último século. Como tal, obedece os preceitos da era industrial: busca uma solução de massa, padronizada, hierarquizada e rígida. Acontece que esse tipo de abordagem funciona muito mal com sistemas complexos, que são diversos e multifacetados e exigem flexibilidade. Pouca coisa é mais complexa do que a maconha, uma substância múltipla usada em inúmeros contextos por diversos atores. Em resposta a isso, vão surgindo em lugares como Portugal, Uruguai e Estados Unidos novos modelos, pós-industriais, mais flexíveis, com inteligência distribuída em rede. Palavras-chave. Guerra às drogas; Sistemas complexos; Maconha; Política pública. DOI: 10.7594/revbio.13.01.03 Abstract PDF Comentários (0) Os efeitos da proibição da maconha sobre a saúde João Ricardo Lacerda de Menezes A proibição seletiva de certas drogas, como a política de proibição da maconha, é uma estratégia idealizada para prevenir problemas decorrentes do abuso de drogas através da redução da disponibilidade e demanda. Esta política envolve uma série de ações, como aplicação de força policial, reforço de padrões culturais e foco na percepção de riscos. Em geral, se considera que a proibição é neutra para a saúde do usuário e não interage com o efeito da droga per se. Neste artigo revemos e discutimos evidências que sugerem que as politicas proibicionistas tem uma influência negativa, aditiva e transformante sobre o desfecho resultante do uso de drogas. O papel estressor do estigma social e criminal do uso da canabis sob uma política de proibição pode fundamentar muitas das consequências negativas que são usualmente implicadas apenas ao consumo da planta. Palavras-chave. Esquizofrenia; Estresse; Política de drogas; Environment. DOI: 10.7594/revbio.13.01.04 Abstract PDF Comentários (0) Quais são e pra que servem os medicamentos à base de Cannabis? Fabricio A. Pamplona A Cannabis possui compostos com propriedades terapêuticas observadas em diferentes contextos. Alguns produtos à base de Cannabis já estão disponíveis no mercado internacional. Aqui iremos destacar as preparações que já estão em uso, para os quais há sólidas evidências científicas incluindo canabinoides de origem natural, sintéticos e extratos vegetais. O grande desafio é encontrar um equilíbrio entre os efeitos benéficos da Cannabis e os efeitos adversos, que podem ocorrer em uso crônico e altas doses. Apesar da similaridade de eficácia com os produtos farmacêuticos, a maconha fumada não é bem aceita por pacientes que não fazem uso recreativo. O produto herbal tende a ser preferido por usuários com experiência recreacional prévia. Neste caso, deve-se optar pela vaporização, para evitar os danos causados pela fumaça. Considerando um equilíbrio entre custo, eficácia e garantia de qualidade, os extratos padronizados parecem ser a melhor opção atualmente disponível. Palavras-chave. Maconha; Cannabis; Canabinoide; Sativex; Δ9-TH; CBD; Canabidiol; Dronabinol; Esclerose múltipla; Dor. DOI: 10.7594/revbio.13.01.05 Abstract PDF Comentários (0) Aspecto dual da maconha na ansiedade e no humor Luara Augusta da Costa e Silva Braga Batista, Pedro Henrique Gobira Nunes, Fabricio de Araujo Moreira Recentes pesquisas têm demonstrado o envolvimento do sistema endocanabinoide na regulação das emoções. De fato, as alterações no humor e na ansiedade promovidas pela maconha constituem importantes características que motivam o seu uso recreacional. Entretanto, têm sido demonstrado experimentalmente que a ativação dos receptores canabinoides pode ocasionar efeitos bidirecionais sobre o estado emocional. Nesta revisão, baseada em artigos publicados até janeiro de 2013, estão sumarizadas as pesquisas envolvendo os efeitos de canabinoides no humor e na ansiedade, bem como as possíveis perspectivas de modulação farmacológica desse sistema para o tratamento desses transtornos psiquiátricos. Palavras-chave. Ansiedade; Humor; Depressão; Canabinoides; CB1; THC; Maconha. DOI: 10.7594/revbio.13.01.06 Abstract PDF Comentários (0) Canabinoides ajudam a desvendar aspectos etiológicos em comum e trazem esperança para o tratamento de autismo e epilepsia Renato Malcher-Lopes Desde 1843 que as propriedades anticonvulsivantes da Cannabis são conhecidas pela ciência ocidental. Em 1980, ensaios clínicos demonstraram que canabidiol possui atividade antiepilética em pacientes de epilepsia refratária, sendo sonolência o único efeito colateral. O embargo imposto pela proibição do uso medicinal da Cannabis, no entanto, prejudicou imensamente o desenvolvimento científico e a exploração dessas propriedades. Multiplicam-se, contudo, os casos bem sucedidos de uso ilegal e sem orientação para o tratamento de síndromes caracterizadas por epilepsia e autismo regressivo. Os resultados corroboram evidências científicas que indicam a existência de processos etiológicos comuns entre o autismo e a epilepsia. Estudos em modelos animais confirmam envolvimento do sistema endocanabinoide. Esses avanços apontam o início de uma revolução no entendimento e tratamento desses transtornos.Palavras-chave. Sistema endocanabinoide; Canabinoides; Autismo; Epilepsia. DOI: 10.7594/revbio.13.01.07 Abstract PDF Comentários (1) Alterações na percepção emocional em usuários de cannabis Carolina Quiñones Bueno O conhecimento das alterações cognitivas decorrentes do consumo regular de cannabis é deficiente, em particular no que se refere a sua influência de ordem emocional. Neste estudo é revisado como o uso da cannabis pode levar a alterações neurológicas e perceptuais, em especial quanto ao reconhecimento de emoções e de situações ameaçadoras. São encontradas evidências de dessensibilização na percepção de estímulos estressores, fator de relevância potencial nas discussões sobre o desenvolvimento de psicopatologias e dependência da substância. Palavras-chave. Cannabis; Percepção emocional; Psicopatologias; Dependência. DOI: 10.7594/revbio.13.01.08 Abstract PDF Comentários (0) Possíveis efeitos cognitivos e psicomotores em usuários crônicos de Cannabis Mateus M. Bergamaschi, Priscila Cortez, Jaime E. C. Hallak, Antonio W. Zuardi e José A. S. Crippa A intoxicação aguda por Cannabis pode levar a prejuízos cognitivos, psicomotores, alucinações, ansiedade, entre outros sintomas, que podem permanecer horas após o consumo. A duração destes prejuízos em longo prazo ainda permanece incerta, com relatos variando entre uma a quatro semanas em usuários crônicos Há relatos de recuperação das funções cognitivas por volta do 28° dia, mas os efeitos de intoxicação podem permanecer por mais de 28 dias de abstinência em usuários crônicos de Cannabis. Estes efeitos podem estar relacio- nados com a lenta eliminação de delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) do sangue. Palavras-chave. Cannabis; Delta-9-tetrahidrocanabinol; Maconha; THC; Uso crônico.DOI: 10.7594/revbio.13.01.09 Abstract PDF Comentários (0)
  4. Já é comprovado cientificamente que a maconha pode fazer mal para um cérebro em formação. É a única coisa ruim da cannabis. Você jamais deve usar maconha antes de atingir a maior idade. Conserve seu cérebro, vá estudar, estude muito!
  5. Possuo um vapor no2 comprado no mercado livre por este preço. O vendedor que me vendeu tb vende peças avulsas. Só tive a oportunidade de usar o vapir mesmo. O fato de ser elétrico e portátil me da um pouco mais de flexbilidade no uso. Ele nao eh muito discreto mas dependendo do lugar onde for usar eh de boa. Funciona que eh uma beleza.
  6. Pelo que entendi você deseja extrair para fazer o óleo com os canabinoides que não foram aproveitados pelo processo de vaporização, correto? Acredito eu, mas é apenas achismo, que a quantidade de canabinoides que ficaria no tubo é bem pequena uma vez que grande parte já foi extraída pelo fluxo de ar quente e o restante acaba se degradando pela exposição à luz, oxidação, e demais reações químicas. Repito, é achismo meu. De toda forma o procedimento seria limpar com o álcool isopropílico (isopropanol), ou qualquer outro álcool com elevada pureza > 98% e baixa toxidade (Os canabinoides são solúveis em gordura e/ou álcool). CUIDADO!! ESTE ÁLCOOL É ALTAMENTE INFLAMÁVEL !!! Basicamente você deixa essa mangueira imersa no álcool por umas 24 ou 48 horas (tem gente que acha que 6 horas são o suficiente) depois retira a mangueira e deixa o álcool evaporar por completo. O que sobraria seriam as impurezas do álcool e as resinas ricas em canabinoides. O que eu aconselho é se focar em realizar este processo com os restos da erva já vaporizada, chamada de AVB (Already Been Vaped) . Nunca jogue fora sua erva já vaporizada, ela contém canabinoides que não foram extraídos totalmente pelo processo de vaporização. Junte num potinho de nescafé, acumule até o pote ficar cheio até a metade, então extraia os canabinoides com o alcool isopopílico. O pessoal mais experiente me corrija por favor caso eu esteja errado. PS: Estou realizando essa extração, já deixei o álcool isopopanol em contato com o AVB (erva já vaporizada) por 3 dias, agora vou adquirir uma panela elétrica para evaporizar o álcool com o máximo de segurança que eu conseguir. .
  7. Nada melhor do que ir pra academia de musculação mega chapado.
  8. Como podem prender uma planta? Pode a lei dos símios proibir a existência de um vegetal? LIBERDADE AO REINO VEGETAL _\|/_
  9. http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2014/10/29/ccj-aprova-criterio-para-definicao-de-trafico-e-uso-medicinal-da-maconha Uma das sugestões do ex-presidente da República foi a definição de um patamar mínimo de porte de droga para caracterizar quem é usuário e traficante. Fernando Henrique propôs que esse critério considerasse dez dias de consumo individual, conforme estipulado na legislação de Portugal. Valadares optou, no entanto, por manter como referencial quantidade suficiente para consumo individual por cinco dias, a ser calculada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Optamos por seguir a tendência que já vem sendo encampada pelo Judiciário, que é de permitir a importação de canabinoides para uso medicinal, em casos específicos de certas doenças graves”, comentou Valadares, ressalvando, entretanto, que a proposta de descriminalização do porte de drogas para consumo pessoal ainda precisa ser amadurecida pelo Congresso Nacional. A liberação da importação de derivados da maconha para fins medicinais foi defendida por diversos participantes de ciclo de debatespromovidos pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) a pedido do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), que relata sugestão popular de regulamentação da produção, comércio e uso da maconha.
  10. Senhores, entrei neste fórum só para contribuir com esse post. Tenho 33 anos de idade e comecei a fumar maconha a pouco tempo (1 ano ou menos). Trabalho com atividades acadêmicas onde preciso estar super concentrado. Já tentei trabalhar sob o efeito da cannabis e não consegui me concentrar pois estava MEGA chapado. Após isso não tentei mais (porém seria interessante testar com uma dose menor). Mas ocorre um fenômeno interessante quando eu fumo e estou muito chapado: Eu tenho uma vontade incrível de arrumar minha casa! Minha casa sempre foi desorganizada, sempre acumulei muito papel inútil, pia com louça suja, e etc. Quando fumo maconha eu lavo a louça perfeitamente em 10 min (ja me gravei fazendo isso só para calcular o tempo que levo). Também lavo o chão da casa, varro tudo, jogo o lixo fora, e arrumo todos os objetos da casa jogando os papeis inúteis fora. Quando acordo no outro dia minha casa está perfeita, nem parece que moro lá !!! Teve uma noite que estava MUITO CHAPADO ao ponto de ter dificuldade para me equilibrar porém arrumei a casa toda, abri todas as gavetas procurando papeis inúteis pra jogar fora, selecionei tudo o que era lixo inútil (caixas de papelão, canetas sem tinta, etc) para jogar fora. Organizei todas as minhas gavetas de roupas, retirei a poeira da casa toda, e fiz tudo isso gostando de fazer. Me sentia bem em arrumar minha casa!! Logo após tomei um mega banho, escovei os dentes, passei fio dental e ainda me perfumei! kkkkkk Durante algumas de minhas viagens costumo ter alguns Insight's sobre aspectos de minha vida que preciso melhorar. Tomei consciência de que preciso cuidar mais de mim, investir no meu conforto, tornar minha casa confortável, tornar meu dia-dia mais confortável também. Ainda está muito cedo para dizer se a maconha atrapalha minha vida. Só sei que eu não quero parar de estudar nunca! Pretendo entrar no doutorado assim que possível, e faço musculação. Minha vida é ótima com ou sem maconha, mas confesso que gosto pra caralho dessa cannabis viu? PQP, ouvir música, apreciar artes visuais, comer, namorar, tudo é mais legal chapado! kkkkkkk Eu só não chapo o tempo todo pois preciso estudar, preciso trabalhar, e tenho medo da tolerância. Só chapo nos fins de semana.
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