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K09

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Tudo que K09 postou

  1. Mãe dispensa quimioterapia e escolhe maconha para tratar o câncer de seu filho de 3 anos 2 de Outubro de 2013 /Ícaro Rizzo /Medicinal, Mundo /0 Comentários Sierra Riddle, mãe do pequeno Landon de apenas 3 aos de idade, mudou-se com sua família de Utah para o Colorado(estado que ano passado tornou legal o uso da maconha medicinal) após constatar que a quimioterapia de seu filho estava o fazendo sofrer, causando dor intensa, danos nos nervos e uma completa perda de apetite por 25 dias consecutivos. Sierra fez pesquisas sobre a maconha medicinal e se mudou para Colorado Springs, onde a leucemia de London foi tratada com formas líquidas tanto de THC quanto do composto não psicoativo da maconha, o CBD (Canabidiol). Com quatro semanas de tratamento com a maconha medicinal, Riddle disse que London não só recuperou o apetite e a energia, como o câncer também entrou em regressão – muitas pesquisas sérias já comprovaram a grande eficiência do CBD em deter a metástase em casos de câncer agressivo. No entanto, Sierra se deparou com outro obstáculo: ela recebeu a visita de um assistente social dos Serviços Humanos do Colorado depois que um médico a denunciou por se recusar a tratar o filho com quimioterapia. Ela disse: “Eles não estão apenas me obrigando a fazer algo contra a minha vontade de mãe, estão me forçando a deixar meu filho doente”. Quando um reporter perguntou à ela se os tratamentos com maconha medicinal estavam ajudando London, ela respondeu: “Sim, eles são cem vezes melhor. Euq uero dizer, um milhão de vezes melhor!” Essa confiança da senhora Riddle na eficácia da maconha medicinal ressalta o crescente aumento em todo os EUA, onde crianças com doenças graves como o câncer estão começando a ser tratadas com maconha medicinal. Pais e mães como ela só querem o melhor para seus filhos e acabam por descobrir como a maconha funciona. “Desde que ele começou a tomar o óleo, o níveo de suas plaquetas tem sido o de uma pessoa normal e os médicos não conseguem entender o por quê”, explica ela. Não entendem ou n]ao querem entender? De qualquer forma, vamos torcer pelo pequeno London e continuar lutando pelo nosso direito à essa santa medicina. Fonte: http://projetocharas.com/mae-dispensa-quimioterapia-e-escolhe-maconha-para-tratar-o-cancer-de-seu-filho-de-3-anos/
  2. Um caso recente! http://projetocharas.com/mae-dispensa-quimioterapia-e-escolhe-maconha-para-tratar-o-cancer-de-seu-filho-de-3-anos/
  3. Não sai nenhuma ferida no meu caso. Impressionante a recuperação dessa ferida com o mix do Oil. Realmente essas rações estão fodendo com nossos animais. Sobre o local como eu disse anteriormente realmente é no sangue. Para um tratamento intensivo então deveria ser 3x ao dia. Vou iniciar hoje o processo e já estou providenciando mais oil. Sobre a descarboxilação devo jogar álcool novamente e ferver para descarboxilar ?
  4. Grande Thiabo, Muito boa essa noticia que você já faz o tratamento com o seu cachorro. O meu cachorro também é bem velinho e fiquei com medo de fazer esse tratamento. Agora fico mais aliviado e pretendo iniciar o tratamento na segunda-feira com a dose recomendada. Sobre a alimentação eu já estava seguindo exatamente esse cardápio, só que com frango ao invés de carne. O local do câncer, pelo oque eu entendi do veterinário era que era um câncer no sangue então todo o corpo está sofrendo mutações. Vou falar com o veterinário novamente na segunda-feira e vou obter maiores informações. Sobre a descarboxilação como eu devo proceder? Obrigado desde já pela atenção mestre!!!
  5. Desde já agradeço a ajuda de todos aqui da comunidade e mandem Good Vibes para meu Dog! Irmão Bongado muito preciosa a informação, vou verificar! Obrigado mesmo! Ainda não descarboxilei, pois só fiz o processo de banho maria. Como já está pronto devo misturar álcool novamente e ferver? Como o irmão Bongado disse 150ºC é muito, vi no video do Rick que a temperatura ideal é 98ºC.
  6. Boa tarde Galera do GR, Seguinte meu cachorro está com câncer e gostaria de tentar um tratamento alternativo visto que na primeira sessão de quimioterapia ele já não quer comer mais. Já vi reportagem que veterinários nos EUA estão tratando animais a base da cannabis. http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/06/veterinarios-nos-eua-indicam-maconha-para-animais-doentes.html Ele está com Linfoma e gostaria de saber qual a dose recomendada? Tem 25kg. Eu já tenho um óleo preparado aqui, pelo oque eu andei pesquisando não foi feito da melhor forma indicada porem ficou bem legal. Eu usei o material 80% seco e fiz uma extração de HBO, depois usei Álcool ISO para uma segunda passada (essa segunda passada que será utilizada no tratamento). Foi uma passagem de cerca de 5 minutos, evaporado em banho maria e não adicionei as gotas de água no final, porem ficou com uma consistência bem legal. Posso usar mesmo nessas circunstancias?
  7. Vendo por esse outro lado realmente, quem não entende do assunto pode polemizar!
  8. Mtoooooooooo bom! To chorando de rir aqui! hahahahahahahahha
  9. 15 de Setembro de 2013• 09h33 Esquenta debate nos EUA sobre legalização da maconha Decisão de procuradores federais de não enfrentar dois Estados que permitiram uso recreativo da droga mostra mudança de atitude em DC Ativista acende um baseado durante uma manifestação pró-maconha em Denver, no ColoradoFoto: AFP Patrick BrockDireto de Nova York Edição: Moreno Osório ​Num memorando visto como passo importante por ativistas da legalização e especialistas, o Departamento de Justiça (DOJ) recomendou que procuradores federais não enfrentem leis estaduais que autorizaram o uso recreativo da maconha nos Estados de Colorado e Washington, sugerindo adotar uma regulamentação sólida e prometendo intervir apenas se descobrir problemas, como menores de idade tendo acesso à droga. A decisão esquentou o debate no país sobre a legalização e suscitou a primeira audiência pública no Senado para tratar do assunto. A mudança de atitude diante do conflito entre leis federais e estaduais também envolve aspectos mais triviais do comércio legalizado de maconha: antes alertando bancos a não processar transações da droga nos Estados em que são permitidas, o procurador-geral, Eric Holder, disse numa teleconferência com os governadores de Colorado e Washington que o DOJ estuda como permitir que bancos participem dessas transações, citando o risco de assaltos a lojas forçadas a operar em espécie. MEMORANDO COLE Documento assinado pelo subsecretário de Justiça dos EUA, James Cole, reafirma que a maconha é uma droga proibida pela legislação federal, mas entrega às autoridades estaduais a responsabilidade para intervir a partir da legislação de cada unidade federativa. A Comissão Judiciária do Senado americano realizou uma audiência pública na terça-feira para debater o memorando Cole, como ficou conhecido o documento federal. O senador republicano Chuck Grassley criticou a nova orientação, alegando que Colorado já se tornou um importante exportador de maconha e os EUA participam de um tratado com outros 180 países para apenas permitir o uso medicinal e científico da droga. Já o presidente da comissão, senador democrata Patrick Leahy, instou o Congresso a adotar uma nova abordagem, afirmando que a criminalização absoluta contribuiu para aumentar a população carcerária do país e afetou desproporcionalmente minorias raciais. John Urquhart, xerife do Condado de King, no Estado de Washington, também disse na audiência que a “guerra contras as drogas fracassou e os eleitores resolveram tentar algo diferente”, antes de prometer que o sistema no Estado de Washington não é o “Velho Oeste”. “Deixei muito claro para meus policiais: Vocês vão fiscalizar as leis de maconha, multar quem estiver fumando em público, garantir que menores não estão comprando. Vocês vão fechar lojas [de maconha] que não tiverem licença”. Pesquisa conduzida em março pelo Pew Research Center com 1.501 adultos nos EUA mostrou, pela primeira vez em quatro décadas, que 52% apoiam a legalização da droga e 48% dizem que já experimentaram. A porcentagem dos favoráveis à legalização é ainda maior entre os nascidos a partir de 1980, chegando a 65%. Vinte dos 50 Estados americanos e o distrito federal já aprovaram a maconha medicinal. O governador do Colorado, John Hickenlooper, sancionou em junho várias leis para regulamentar o mercado estadual e solicitou novos impostos para financiar as agências que monitorarem o sistema. O Estado de Washington está seguindo o mesmo caminho e, no meio do mês passado, policiais distribuíram no evento pró-maconha Seattle Hempfest saquinhos de Doritos com uma cartilha sobre as novas leis estaduais. James Cole, o autor do polêmico Memorando ColeFoto: AFP O que dizem especialistas Mark Kleiman, professor de políticas públicas da Universidade da Califórnia e consultor do Estado de Washington na implantação do seu mercado de maconha, disse que os EUA podem legalizar a droga daqui a dez anos, embora alerte para a precariedade de tais previsões. Ele também sugeriu que é preciso limitar a propaganda de maconha, como já acontece com álcool e cigarros. Beau Wilmer, analista da centro mundial de pesquisas Rand Corporation e co-autor, com Kleiman, do livro “Marijuana Legalization: What Everyone Needs to Know” (Legalização da Maconha: O que todos precisam saber, na tradução livre), disse que o debate sobre legalização cresceu após a legislação na Califórnia, em 2000. “Agora, com o memorando Cole, acredito que uma fatia ainda maior do país participará do debate sobre a legalização nos próximos anos”. Wilmer disse que o memorando pode até influenciar as políticas de outros países. Robert Mikos, professor de direito da Universidade Vanderbilt e especialista nos conflitos entre leis federais e estaduais de maconha, disse que o memorando foi uma mudança importante. “Ela deve simplificar muito e até facilitar os esforços estaduais para substituir a proibição da maconha com regulamentação”. A mudança também significa um alívio para produtores e distribuidores, que não precisarão mais se preocupar com a repressão de agentes federais nos Estados que legalizaram a droga. Mas Mikos alerta que o memorando pode ser difícil de cumprir porque procuradores federais têm muita independência na esfera local e podem simplesmente ignorar a orientação. Bill Piper, diretor nacional da Drug Policy Alliance, um ONG que faz campanha para reformar as leis antidrogas dos EUA, defende que o memorando é um aviso a outros Estados interessados em legalizar a droga de que eles têm pouco a perder e muito a ganhar. “É muito provável que projetos de lei para acabar com a criminalização federal ganhem um impulso”, disse Piper. A decisão foi duramente atacada por grupos contrários à legalização, mostrando o quão abrangente ela foi. “Veremos mais acidentes de trânsito com pessoas drogadas, mais jovens abandonando o ensino médio e mais problemas de saúde quando começar a surgir uma grande indústria da maconha oferecendo seus produtos a jovens e minorias raciais”, escreveu Patrick J. Kennedy, sobrinho de John F. Kennedy e co-fundador do grupo contrário à legalização Project SAM (Smart Approaches to Marijuana). Associações de chefes de polícia, xerifes e investigadores de narcóticos também enviaram uma carta a Holder afirmando que a decisão dificultará o trabalho deles. Especial para Terra FONTE : http://noticias.terra.com.br/mundo/estados-unidos/esquenta-debate-nos-eua-sobre-legalizacao-da-maconha,443e52853f311410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html
  10. 17 de Setembro de 2013• 00h08 • atualizado às 00h33 Colômbia, Uruguai e Guatemala discutem descriminalização da maconha Os presidentes do Uruguai, José Mujica; da Colômbia, Juan Manuel Santos, e da Guatemala, Otto Pérez Molina, vão se reunir na próxima semana, durante a 68ª Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, para discutir sobre a proposta de despenalizar a produção, distribuição e a venda de maconha. Segundo o segundo secretário da presidência do Uruguai, Diego Cánepa, Molina disse que ao descriminalizar algumas drogas, poderia livrar os países centro-americanos da violência gerada pela presença de narcotraficantes na região. Mujica é favorável à descriminalização da maconha. Em agosto a Câmara dos Deputados do Uruguai aprovou um projeto que legaliza a substância no país. Juan Manuel Santos já se pronunciou favoravelmente ao tema da descriminalização. Cánepa também anunciou nessa segunda-feira que se reunirá com Santos para tratar das negociações pelo fim do conflito colombiano entre o governo do país e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Segundo Cánepa, Mujica mostrou interesse em ajudar a Colômbia no processo de paz, e no encontro com Santos, conhecerá detalhes do processo iniciado em novembro do ano passado. Com informações da TV Multiestatal Telesur Agência Brasil Fonte: http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/colombia-uruguai-e-guatemala-discutem-descriminalizacao-da-maconha,0a42c8249a321410VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html
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