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coutinhomaia

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  1. tão lindonas demais, irmão! parabéns
  2. pestanejei em ressuscitar o post, mas não aguentei... acho de extrema importância o debate saudável, a conversa, o diálogo entre maconheiros, seja sobre o que for. pensar menos em "isso ou aquilo suja o movimento", polarizar o bem e o mal, ter um discurso legalista baseado em uma lei que tanto faz mal a todos nós. pixei por alguns anos e tenho muitos amigos pixadores. pixo com X, não com ch. movimento que acontece no brasil, porém em são paulo é muito peculiar, as letras retas... na minha opinião, pichar é jogar piche sobre a parede sem muito o que pensar antes, tipo mensagens de amor ou protesto, algo sem muito nexo nem padrão estético. pixar é um movimento que, quer queira ou quer não, é artístico. uma arte de arteiro, porém arte que já teve reconhecimento internacional: vide bienal de berlim, uma rapazeada do fundão de osasco que foi convidada a expor seu trabalho lá. o real pixador, se dedica à letra, se preocupa em fazer "na régua", reto, bem feito. mesmo sendo, pelo olhar de 90% da população, algo feio e sujo. a intensão não é diferente disso. é pra chocar. como diz djan "cripta": é o grito mudo dos excluídos! acho que a questão do olhar sobre o pixo esbarra muito mais em um discurso elitista da arte, que propriamente dito da análise completa do movimento. o feio e o bonito, a arte e a não arte....este embate já deve ter vido a tona em tantos e tantos movimento artísticos que vinham quebrar padrões e subverter estéticas... quem tem peito pra dizer o que é ou não arte? existe um pixador paulistano que se chama Rafael. ele fez belas artes, bem interessante o trabalho dele. foi expulso da faculdade após apresentar o tcc sobre pixação de maneira verdadeira e subverssiva, que causou CHOQUE TOTAL na universidade de playboys artistas. o mesmo choque aconteceu em berlim, quando queria justamente legalizar, destinar um espaço em tela para se expor a pixação, esquecendo que sua essência imutável é a subversão e desobediência. a anarquia visual. o fazer sem pedir. o alcançar o inalcançável. "tem cara que enfia tinta no c* e peida na tela, m*rda de artista, bafo de artista. arte, arte, arte mesmo é outra coisa." recomendo @edit só pra completar... muitos pixadores começaram pixando e se tornam grandes artistas: VICIO zezao CALIGRAPIXO CRIPTA djan Rafael Augustatiz os próprios GEMEOS entre inúmeros outros....
  3. alguém já ouviu falar ou viu lsd em líquido? (edit) o cara aqui em cima ja me esclareceu xD
  4. não encontrei topico a respeito disso, então: gente, postem filmes. vamos criar uma filmografia canábica. a unica condição é que tenha relação direta com a canabis: seja em uma cena aonde os atores fumem, seja no tema central do filme. documentário bem vindos. informativos sobre cultivo também. acho válido até videos de debates sobre a maconha. enfim, paz _\|/_
  5. acho que ele brincou com o cartaz que ta atrás, desfocado, da foto que ele quotou.
  6. foi bão demais! to doidão até agora. aromas deliciosos, a festa deliciosa, tudo de bom. e a coroa que jogou a folha pela janela? hahahahhahahaha ei, maconha, policia é uma vergonha! ei, policia, maconha é uma delicia! e sem palavras pros shows, positividade na área! só som massa, só com massa! hahahah abraço pessoal!
  7. tava de cara e fui buscar um prenpren num conjunto habitacional aqui em são paulo. pô, metrô cheio, vários coxa filmando geral, mas deu tudo certo. até sair do metrô: pertinho de casa, tipo um quarteirão, eu com uma paranga no bolso de 60 reais, vejo uma viatura da pm mudar de faixa (pro lado que eu tava). olhei no retrovisor, o porco não tava me fitando, aí tirei e taquei em direção a um carro atrás de mim que tava estacionado: dei sorte que a cota ficou rente à guia. até que: PARADO PARADO PARADO, MÃO PRA CABEÇA, ENTRELAÇA OS DEDOS! [e meu cu trancado hahaha] mano, o coxa era escroto, deu um esporro monstro, falou que tinha cara de noia, que ia me levar pra dp ou pra casa dar um esporro em mim na frente dos meus coroas, que era inclusive pra eu escolher entre os dois, até que falei que tinha somente fumado um baseado, fumei na rua (explicando o porque da ponta no meu bolso - que aliás serviu de lição pra nunca queimar um chá quando se vai buscar um chá rssss), e o cara me liberou e ainda mandou um "ta com sorte que to de bom humor. na próxima te levo pra dp vagabundo". depois de 2min tava eu lá, no mesmo lugar, pra buscar a minha paranga nunca um prenpren foi tão saboroso hahahahaha
  8. Bom, é o seguinte: concordo totalmente em um grower ter a liberdade de vender a produção, isso é até uma forma de glória pelo trabalho árduo decorrente do estudo que o mesmo exige, pela sabedoria adquirida e tal. Porém, em contraponto à utopia que minha brisa criou, nossa sociedade não está preparada pra esse reconhecimento. "Se um pequeno produtor pode vender, por que um grande não pode?" -- questionamento pelos burguês, os que estão governando nosso Brasil, esses memo!, e todos donos de latifúndios no oeste paulista, sei lá, de soja, laranja, essas fita, e por que não maconha? Aliás, o lucro é grande... Na minha humilde opinião, com esse processo aí a maconha vai se tornar uma mercadoria propriamente dita[da], onde a glória pela sabedoria não conta, e sim a glória pela superprodução, pela "sabedoria comprada", pela técnologia mais desenvolvida; mega-máquinas aqui, sementes transgênicas acolá, e por aí vai! Pode ser viagem, eu confesso que não sou expert no assunto, mas sei que isso não vai dar certo. E o problema não é na maconha, isso que é engraçado -- pelo menos não mais que nem antes (agora) --, é em todo o sistema, mas não quero entrar na piração. Boa noite (e brisa) pr'ocêis!
  9. dou um passo pra traz quando vejo esse cara falando de maconha. imagino que, na mão dele, atitudes para minimizar os impactos sociais que a maconha causa virariam atos de privatização da produção e quiçá consumo da mesma.
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