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Pac - Pais Articulados Canabistas


verdegulho

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  • Usuário Growroom

Vejo que todos são bem liberais com o uso, porem como mãe é

difícil.

Vivemos num mundo regrado, q infelizmente machuca quando não

estamos enquadrados no perfil. Não quero que ele se machuque.

Mãe Leoa? Sim sou. Sempre fui. Defendo-o com minha vida.

Só que hoje me sinto impotente. Não sei como lidar.

Egoísmo meu? Pode ser. Ignorância? Não.

Quem não quer o filho sempre seguro, sem correr riscos

desnecessários?

Eduquei-o para a vida, tenho certeza disso, porem não

imaginei que teria que passar por esse desconforto. Sim, para mim está sento um

desconforto. Não saber o por quê, para que utilizar, deixa-me angustiada. Só

para ficar de boa....é foda.

Estamos na fase da proibição, o que não fiz na vida dele.

Mas meu medo faz com que eu o queira sempre por perto.

Todos sabem que o adolescente se enxerga como Super

Poderoso, nada o atinge, o machuca. Sempre mais esperto que qualquer um por

perto, mais inteligente, dono de toda a verdade do mundo.

Será que são?

Será que nada pode acontecer nesse mundo cão?

Sei que não tenho como protegê-lo de tudo ou de todos, porem o uso abre portas para outros

riscos.

Todos os post que li, todos vocês estão super bem, mas podem me afirmar

que todos que fumaram maconha se deram bem? A aprovação é algo tão natural

entre vcs. Não vejo em nenhum momento, pararem e refletirem, ou questionarem se

é sempre de boa.

Ninguém nunca se machucou ou quebrou mesmo a cara?

Falam de cigarro e bebida, que estes sim são perigosos. Concordo,

a meu ver são Também.

Detesto pessoas que se passam na bebida, “os bêbados” e não

fico próxima de pessoas que fumam. Não preciso respirar o vício delas.

Ele me chamou de hipócrita, pois tomo vinho umas 3 vezes no

mês.

Ele não consegue ver a diferença que existe entre nós dois.

Sou adulta, com o meu organismo já formado, geralmente estou em casa, sou

consciente que não passo do meu limite e que não estou correndo nenhum risco.

Socialmente e legalmente aceita. Só não posso sair dirigindo.

Importo-me com o que a sociedade pensa? Sim, vivo nela. Faço

parte de um conjunto e tento ao máximo atuar bem essa engrenagem.

Ele andava de skate, surfava, jogava basquete, anda de bike

e agora.... só fica ou no celular ou no PC.

Isso é melhoria?

Minha família está desmoronando. Está havendo muitas brigas

que estão deixando cicatrizes profundas.

Uma fumada vale isso?

Querida maeone, compreendo suas preocupações, são justas, eu concordo contigo no caso seu filho ser menor de idade.Passei por isso também com meu filho quando era menor, num primeiro momento tentei simplesmente proibir, o que foi uma tolice a reação dele foi simplesmente a fumar escondido e a partir dai nossa relação começou a deteriorar... Temos que entender que adolescente está numa fase em que pode-se dizer que os hormônios transbordam rebeldia e qualquer imposição através da autoridade é exatamente o que essa rebeldia precisa para explodir. Te aconselho conversar com seu filho de foma mais aberta e flexível, mais danoso pra ele do que fumar maconha é a perder a relação de confiança entre mãe e filho... não existem formulas prontas apenas a luta do dia a dia, os bons exemplos são importantes muito mais importantes que os "esporros" ... Em relação ao que acha a sociedade aconselho a cagar e andar para a hipocrisia reinante e que o mais importante de tudo é o seu filho! A sociedade hipócrita só nos afeta o quanto nos deixamos ser afetados...

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  • Usuário Growroom

Acho tudo uma questão de bom senso. Comecei a fumar com 14 anos e não acho que me afetou de nenhuma maneira porém tive alguns amigos que ficaram sim um pouco afetados por causa de uso pesado começando nessa faixa etária (13-14 anos).

Mas acho que algo que faz mais efeito ainda não é a maconha por si só e sim a conduta da pessoa que está fumando. Esses amigos que citei só pensavam e ficar o dia todo fumando e portanto não conseguiram focar em tarefas essenciais, além de se excluírem entre eles e deteriorarem as relações com os pais.

Por isso eu acho que diálogo é essencial. Mostrar para seu filho que ele com certeza irá ter a oportunidade de fumar maconha alguma vez na vida e caso ele goste, que a use como um instrumento para bem-estar e progresso na vida. Continue estudando, fazendo amigos, ficando com a família, viajando, fazendo esportes, namorando e etc.

Quando eu tiver um filho e caso ele curta fumar, não irei proibi-lo. Não acho correto proibir o uso quando o fumo para caralho hahaha porém irei dar conselhos e exigir que ele cumpra suas obrigações.

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  • 1 month later...
  • Usuário Growroom

Parabéns Verdegulho,

Li o tópico inteiro e tenho certeza que foi uma grande contribuição para todos!

Vou contar minha história como filho. Tenho pequenas recordações do meu pai e mãe, que viviam brigando em casa, quebrando o pau mesmo, quando eu tinha uns 2 anos, cena tensa, tanto que lembro até hoje. Logo depois meus pais se separaram e aos domingos minha mãe me levava para ver ele. Dia 14/08/1994, tenho 5 anos e é aniversário do meu pai (28 anos) e coincidentemente caia em um domingo, dia dos Pais. Minha mãe me levou até a casa do meu pai, porem ninguém atendeu. Depois de 2 dias ele foi achado em um necrotério com tiros na cabeça e um no peito. Me lembro do enterro perfeitamente, só não entendia exatamente oque estava acontecendo. Minha mãe me explicou que ele tinha sido morto em um assalto.

Desde então eu fui criado pela minha mãe, muito guerreira e sempre o possível e impossível para fazer e dar o melhor para min! Tive uma ótima educação e minha mãe sempre foi muito enérgica (Ditatora, até digo, rsrsrs, ela é de Leão) e tendo que fazer o papel de Pai e Mãe em casa isso com certeza sobrecarregou ela. Sobre as drogas ela sempre me ensinou desde cedo que eu tinha que manter distancia, ou ia ficar louco, ou ia ser morto por causa das Drogas. Tambem sempre fui criado sobre o moralismo da verdade, então eu dificilmente mentia para minha mãe. Morávamos em uma periferia e ela não deixa eu sair muito pra rua (Sim ela é muito preconceituosa, isso está imbutido nela, hoje já percebi que foi da criação dela, e infelizmente como já disseram aqui é dificil mudar os conceitos das pessoas depois de velha), pois lá só tinha bandido e gente que não presta. Então até uns 12 anos eu não tinha muito contato na rua. Quando eu tinha 10 anos estava na casa do meu "Tio", que era parceiro do meu pai. Esse meu Tio sempre teve problemas com drogas e cadeia, bom la estávamos no quarto da Cohab ouvindo Espaço Rap na 105, musica "A Vingança" quando papo ia e vinha e vem a frase

TIO: Caralho, seu pai era foda, maluco representava, pena que foi pra esse caminho.

EU: Qual caminho?

TIO: Ah foi morto por causa das drogas

EU: Mas ele não foi assassinado?

TIO: Sim, tava devendo na boca e apagaram ele.

Aquilo foi uma chacoalhada monstra na cabeça, mas como disseram aqui os filhos sempre acreditam nos pais, por ser a pessoa que admiramos. Logo fui questionar minha mãe sobre isso, e ela ficou em choque totalmente descontrolada de raiva do meu "Tio" que ele não deveria ter me falado nada, que eles era drogado e nem sabia oque estava falando, devia estar alucinando, bom fez o maior drama e escândalo e claro que eu acreditei nela.

Agora com 12 anos já ficava mais difícil para minha mãe me controlar e já ficava na rua o maior tempo. Comecei a andar com uns moleque da quebrada de uns 15 a 17 anos até que um dia um deles falou:

Amigo: Você que é o filho do Marcelo?

Eu: Sim, pq?

Amigo: Meu pai me contou a história do seu. (Nesse momento já sabia que o que viria adiante não era coisa boa)

Eu: Oque?

Amigo: Que mataram ele entrando na favela com uma TV. (A partir desse momento toda a relação de confiança com minha mãe acabou.)

Cheguei em casa e foi a maior briga, lembro disso até hoje e ainda como minha mãe tentou negar mais uma vez. Foi uma tristeza muito grande, muita confusão na cabeça, não acreditava em mais nada doque minha mãe falava. A decepção da Verdade que ela sempre me ensinou e fez tudo isso ao contrario. Fiquei totalmente revoltado e disse que nunca mais iria perdoa-la. Não consigo descrever até hoje todo aquele momento que eu passei... No final das contas ela contou a verdade, meu pai era viciado em pó e crack, ficou internado em clinicas varias vezes, mais infelizmente foi morto por culpa desse sistema FDP das guerras contras as drogas. Se isso não existisse tenho certeza que poderia estar com meu pai.

Desde então minha relação com minha mãe cada dia piorava mais, eu não tava nem ai para oque ela falava, se ela falava A eu fazia B, não obedecia, declarei guerra. Passei a perceber que nem tudo que ela falava era verdade, como ela me ensinou. Passado mais 2 anos mudamos de cidade, e nossa relação melhorou um pouco, pois eu também não conhecia ninguém e ficava mais em casa quando mudamos.

Mais 1 anos passaram, comecei a conhecer a rua realmente, já conhecia uma galera e sempre rolava festinha, colegial, tudo de bom. Um belo dia chegou um amigo e me ofereceu o tal cigarrinho do capeta, eu na epóca totalmente contra tudo isso logo recusei. Agora já com 16 anos, já tinha visto muita coisa na rua, que não era bem como minha mãe falava e cabeça mais aberta surgiu outra oportunidade de experimentar, já tinha sentido o cheiro diversas vezes e começava a querer ver qual era dessa parada, então dessa vez logo aceitei. Não bateu nada, porem no fds seguinte testei mais uma vez e pronto, foi uma maravilha. hahaha

Nesse momento eu ainda tinha o pensamente de que a erva era uma coisa ruim e me fazer mal, então só usava esporadicamente.

Fiz 18 anos, já trabalhava e estava na faculdade e um verdadeiro amante da erva começou a me ensinar que as coisas não eram bem assim e começou a me falar coisas totalmente contrarias ao que minha mãe me ensinou, como ela já não tinha mais moral nenhum comigo eu comecei a acreditar nele e fui logo pesquisar. Quanto mais eu me aprofundava no assunto eu via que era tudo ao contrário, a erva não era ruim e sim uma maravilha.

19 anos, já se passavam 5 anos após a declaração de guerra com minha mãe e começo a ter noção que tudo oque ela fez (por mais errado que seja, na minha opnião) foi querendo meu bem. Ela tinha pensamentos de que se eu soubesse que meu pai era um doente(vicio) eu poderia me tornar um igual, ou ficar triste por não ter um pai exemplo. Bom até hoje ainda não entendi perfeitamente o real motivo por isso, pois nunca tivemos uma relação boa desde os 12 anos. Claro que com tudo isso, eu entendia porque ela sempre foi tão energética em relação as drogas e agora eu era um usuário diário da nossa amada erva.

Não poderia deixar ela descobrir, tinha certeza que seria o fim pra ela. Mas como todo mundo sabe, maconheiro é igual motoqueiro. Existem os que cairão e os que ainda vão cair. Estou com 21 anos e ela descobriu, acho que foi uma das maiores decepções para ela, ficou em depressão e tudo mais. Tentei de tudo e mais um pouco para mostrar que a erva não era aquilo que ensinaram para ela, e que eu não era meu pai, sim ela fazia essa relação que eu teria o mesmo fim do meu pai. Não abaixei a cabeça e disse que era isso mesmo e que eu iria usar, ela querendo ou não e pronto.

Nesse momento nossa relação ficava cada vez pior. Qualquer coisa que acontecia ela já queria culpar a erva. Já trabalhava na minha área e fazia faculdade, porem eu larguei a facul e foi a gota dagua para foder com tudo. Mais um ano vivendo nesse inferno e eu dei bandeira BRANCA.

Com 23 anos sai de casa, quero ter a minha própria liberdade e não vou deixar de viver por preconceitos que estão fortemente impostos nela.

Tem muitos detalhes nessa história que nem comentei, mas resumindo, AMO minha mãe que sempre fez o melhor por min, mas por hipocrisia e preconceitos tivemos grandes problemas na família. Quando eu tiver meus filhos, tudo vai ser na base da confiança e sem hipocrisia, porque essas coisas podem passar por cima do amor familiar. Claro que é um assunto detalhado e complexo para se apresentar as crianças/adolescentes, mas acho que a verdade é a base da confiança e uma escolha de mentira que você possa tomar, pode mudar o rumo da vida para sempre.

Hoje eu tenho 24 anos, não terminei a faculdade, mas tenho um emprego na área que eu considero bom, tenho meu carro quitado, pago água, luz e comida, faço todos role que eu quero e não falta nada pra min. Pode ser que eu não seja o cara que minha mãe sonhasse, mas eu sou feliz comigo!

Minha mãe por outro lado, acho que nesse 1 ano afastado, aos poucos ela tem mudado sobre o conceito da erva.

Espero um dia ainda dar risada de tudo isso com ela e queimando um juntos! :335968164-hippy2:

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  • Usuário Growroom

Fala ae K9. Um dos relatos de vida mais bonitos que vi por aqui no Growroom (e você ainda é novo) e olha que tem várias histórias bonitas por aqui. Siga em frente irmão. E te digo é foda morar sozinho alguns dias, mas você vai se acostumar..... Siga em frente mesmo, olhando pra frente. Tive também algumas lambadas da vida, mas tamo ae, firme e forte, já com uma guerrilha com umas plantinhas que vão indo bem, já sou formado, tb tenho meu carro e tb acho que não sou o filho que a mae queria, mas tamo ae, firme e forte, tocando o barco com força e muita garra. Desejo muita força pra você, é um irmão inteligente (se expressa muito bem) vai chegar onde quer. minhas estimas, fabrício.

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  • Usuário Growroom

Obrigado pelas palavras Fabrício,

Realmente nao fácil morar sozinho, mas temos que continuar em frente, fora que isso foi um grande crescimento pessoal.

E eh isso ai, se nao puder ter em casa que seja na guerrilha!

Obrigado pelas Vibes irmao, tamo junto!

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  • 6 months later...
  • Usuário Growroom

• Eu sou usuário e descobri que meu filho menor de idade está fumando.

Na minha opinião, nesse caso jamais pode julgar o filho, apenas aconselhar na quantidade.

como vai julgar algo que vc faz tbm?

Outra coisa: menor de idade é relativo. quem disse que 18 anos é ''de maior'' são os homens, os homens inventaram isso, tem gente de 15 mais madura que de 30....

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  • 6 months later...
  • Usuário Growroom

Olá galera, estava procurando um tópico para relatar a minha situação com minha mãe.

Tenho 23 anos, fumo desde os 17, moro com minha mãe, meu irmão mais novo e minha mulher.

Pouco tempo depois de começar a fumar eu abri o jogo com minha mãe, achando que isso iria ajudar em alguma coisa. Um dia antes de entrar na escola eu falei "Eu fumo maconha" e ela disse "Tudo bem, prefiro que tu fume em casa do que na rua". Fui pra aula (tinha 17 na época) com a maior felicidade do mundo, pena que não durou muito... Quando ela veio me buscar, mudou do luxo pro lixo, falando que não era bem assim, que na verdade eu teria que parar de fumar e todo aquele papo furado... Muitas brigas, discussões e dramas depois, estamos hoje relativamente bem. Eu moro num quarto nos fundos da casa com minha mulher, e minha mãe e meu irmão moram na casa maior. Eu trabalho, estudo, já tenho uma formação em graduação e estou completando outra.

Eu fico muito triste com a situação, pois às vezes ela vem falar comigo, pergunta se eu parei, se um dia eu vou parar, (e o que mais me deixa triste) diz que chora e fica triste pensando quando esse pesadelo vai acabar... É de certa forma uma pressão/chantagem psicológica. Já tentei conversar de diversas formas com ela, explicar, argumentos, revistas, vídeos, todos os argumentos e materiais científicos possíveis, mas parece que não tem jeito... Eu procuro soluções para os problemas que ela me traz, mas ela não aceita, por exemplo, o problema é que é ilegal, então eu questiono que se fosse legalizado ela permitiria? Não. O problema é a fumaça, que fumaça faz mal, então eu poderia utilizar a cannabis na culinária para obter os efeitos? Não.

Simplesmente ela não aceita maconha. As vezes eu chego com cheiro de maconha queimada e ela faz uma cara de desgosto e diz "que cheirão" ou "o cheiro ta forte". Sinto como se eu pudesse fumar, desde que escondido dela, o que me deixa muito triste, pois é uma ironia do destino, a única coisa que eu não abro mão, é a única coisa que minha mãe não aceita...

Desde que comecei a cultivar, minha vida mudou, melhorei nos estudos, nas relações sociais e com a família, fiquei mais responsável, consegui um trabalho, fumo menos (e agora fumo o green sem impurezas do prensado), não me envolvo mais com traficantes, bebo menos bebidas alcoólicas, me sinto feliz e de bem com a vida. Exceto por essa questão, que pra mim seria uma piada, se não causasse tanta tristeza em minha família.

Minha mãe não sabe do grow, e eu tenho "medo" de contar pra ela e deixa-la mais preocupada. Estou naquele dilema:

Conto e deixo ela mais preocupada e ainda arrisco ter que desativar o grow x Continuar em segredo e manter as coisas como estão (pra não piorar)

O problema não é a planta. O problema está na concepção que ela tem da erva sagrada. Está encrustado o preconceito e hipocrisia quanto a isso.

Vou continuar mantendo o grow em segredo por um bom tempo, até porque estamos passando por uma situação muito complicada, minha mãe está superando um câncer de pele...

Às vezes eu penso que um dia vou perceber o quão burro eu fui, pois talvez a cura esteja literalmente em minhas mãos... Mas mesmo que pudesse fazer algo medicinal, não teria coragem de utilizar minha mãe como cobaia.

Enfim, conversem com seus filhos, não deixem que um preconceito e hipocrisia acerca de uma planta estrague sua família. É uma piada de mal gosto viver uma situação de tristeza na família por causa de uma planta, da qual utilizamos a flor.

Meu sonho é viver de bem com minha mãe, ela aceitando meu grow. Eu não uso outras drogas, não fumo, bebo raramente (antigamente eu bebia 1 garrafa de whisky por semana), trabalho, estudo... Quem sabe um dia tudo isso passe, e possamos viver em paz.

Obrigado a todos pela atenção, abraços!

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  • 6 months later...
  • Usuário Growroom

Boa noite gente, eu moro com minha mãe, meu padrasto e minha irmã de 7 anos, comecei a fumar maconha no final dos meus 14 anos e hoje eu tenho 19, já rodei diversas vezes para a minha mãe e sempre ficou mal resolvido pois ela nunca aceitou o fato do seu filho fumar maconha, e exatamente no dia do meu aniversário de 19 anos ela me descobriu de novo e tivemos uma conversa bem franca, disse que eu fumo sim, que nunca me atrapalhou em nada e ela me disse que, pelo fato de ela nunca ter fumado ela não sabe se faz bem ou mal e disse que iria marcar um psicólogo pra mim pra ver o qe ele tem a dizer em relação a isso tudo... Procurei relato por aqui, li bastante, separei alguns tópicos para mostrar a ela mas estou preocupado do psicólogo falar um monte de baboseira pra ela e meu esforço ser em vão... Alguma dica? Desculpa se aqui não é a área certa, sou novo aqui no fórum... Quero começar a cuidar de uma plantinha mas primeiro tenho que acabar com o preconceito dentro de casa... Obrigado

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  • 3 years later...
  • 2 years later...
  • 4 months later...
  • 5 months later...
  • Usuário Growroom

E ae galera!

Vou compartilhar um pouquinho da minha história com vcs pra dar uma força pro tópico.

Eu sou pai e minha filha sabe que eu uso.

Ela nunca curtiu o cheiro mas agora que está chegando aos 18 está começando a ter curiosidade de experimentar.

O mais legal dessa nossa relação é que apesar dela nunca ter usado ela já buscou bastante informação sobre a cannabis e sabe bem mais sobre o assunto do que os amigos que fumam.

Por muitos anos eu tive que esconder que usava pq minha ex-esposa era super contra  apesar de saber que eu fumava de vez em quando mas só quando elas não estavam em casa.

Agora eu não preciso mais esconder isso da minha filha e namorada nem me esconder pra fumar e comecei a plantar para sair do esquema do tráfico.

Em casa a principal regra é sinceridade e diálogo aberto sobre tudo. Aqui evitamos qualquer tipo de tabu ou preconceito e sempre que surgem assuntos que não entendemos muito bem vamos pesquisar sobre eles pra podemos conversar e trocar ideias com embasamento e não só opiniões superficiais e distorcidas.

Infelizmente eu ainda não posso assumir para meus pais pois eles são extremamente cannabofobicos.

Mas aos poucos estou me preparando e preparando eles para expor essa realidade da minha vida.

Um grande abraço a todos e força nessa nossa luta.

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  • 2 months later...

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