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A minha pior Bad Trip de todas(help)


GanjerMan421

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  • Usuário Growroom

Olá galera do Growroom, venho até aqui pedir ajuda pois estou passando por um momento depressivo causado pelo uso da verdinha.

Eu fui usuário cronico da verdinha por mais ou menos 4 anos, fumo desde os 15 e dos 18 até os 22 eu legalizei tudo por aqui...

Nos últimos 2 meses eu parei de fumar e tive uma melhora significativa na minha qualidade de vida. Eu voltei a sonhar! Para quem não sabe, fumar muito da verdinha tira o quinto estágio do sono que é o momento em que sonhamos ? Mas quando paramos de fumar sonhamos tudo de uma vez em um período de 1 a 2 meses, o que é bem legal pois o sonhos ficam super reais :D Sorte que não tenho pesadelos o.o hehe

Bom agora vou direto ao assunto. Nesse final de semana eu fui dormir na casa do meu primo que fuma muito ainda hoje em dia. Durante o banho de manhã antes de ir embora me deparei com o enorme estoque da verdinha dele no armário, acabei pegando um beck de la pra levar e matar a saudade de fumar um em casa, até ai tudo bem.

Quando cheguei em casa esperei dar um horário que não haveria ninguém acordado e bolei um baseado gordo, tinha 1,5g mais ou menos ali eu acho. Era tudo que eu tinha pego na casa do meu primo. Fumei mais ou menos metade do beck.

Agora começa a badtrip. Comecei a sentir paranoia, taquicardia, sede e todos os sentimentos ruins que um corpo desacostumado com a verdinha pode sentir ao usar uma boa quantidade de ganja, mas tudo bem, pois sou macaco velho na parada e sei lidar com esses sentimentos negativos do organismo. hahahahah Até parece, foi logo em seguida que veio a maior bad trip de todos os tempo que eu já senti na minha vida. Eu fui até o netflix assistir algo e me descontrair quando me deparo com o titulo do seriado que eu estava assitindo: Life is to short.

BUUUM, tive na hora uma epifania de pensamentos, minha taquicardia e minha sede triplicaram na mesma hora e aquilo não saia mais da minha cabeça, tudo a partir era uma paranoia enorme em cima daquele pensamento. 

Bom a partir daqui é só um relato das brisas bads que eu tive que provavelmente não fazem nenhum sentido e vou deixar em negrito pois talvez não seja necessário a leitura desse monte de doideira para que eu tenha alguma ajuda.

Já fiz teste de QI em um médico psiquiatra respeitável de verdade e tenho uma pontuação elevada de 131 pontos, imagine tudo que eu fui capaz de raciocinar naquele momento de crise de Pânico.

Bom eu comecei a imaginar que eu sou uma maquina que processa informações naturais e que isso que me dava a sensação de estar vivo, entrei em um conflito interno sobre teísmo e ateísmo. Comecei a me sentir responsável pela continuação da minha vida. Isso me deixou uma ferida onde tudo que eu pensava a partir dali vinha esse sentimento na minha mente. O engraçado é que eu sei que nada é capaz de sobreviver para sempre, no final você acaba voltando para o o todo e se tornando parde dele seguindo o ciclo da vida.

Tentar fugir disso seria uma teoria luciferiana onde algo foge da naturalidade e tenta se tornar o próprio Deus, portador da própria luz... Mas querendo ou não isso nunca seria possível para sempre. Isso seria impossível mesmo que através de transcendência da mente, seria uma luta constante de porém finita contra a naturalidade. 

O barulho da chuva parecia ser o cosmos me pressionando e me aniquilando aos poucos o.o

Logo em seguida lembrei que não é preciso criador para a existência da complexidade.

" Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente. " -Albert Einstein

Todos esses pensamentos me deixaram uma enorme ferida e eu tive muita dificuldade para dormir, até que finalmente após ler tudo que eu pude de textos aleatórios na internet eu acabei caindo no sono.

Hoje já é o terceiro dia desde então e eu continuo sentindo um pouco da dor daquela ferida causada.

Alguém já passou por algo parecido? Como eu posso lidar com essa angustia causada por quela brisa? Vai cicatrizar essa ferida? o.o

 .

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  • Usuário Growroom

Amigo, bom dia. Reconheço em seus textos algumas experiências minhas. Tenho eu e minha mulher Depressão (de tarja preta) e transtorno de ansiedade e pânico. Tenho muitas coisas a lhe falar mas, primeiramente, darei um exemplo que parece ser inoportuno mas que servirá de base para um argumento.

Quando eu era pequeno acompanhava meu pai à praia quando ele ia surfar. As vezes ele saia da água e mencionava que estava saindo por ter tido medo da presença de tubarões. Eu achava aquilo idiota mas a medida que fui crescendo fui entendendo o motivo dele sair quando sentia aquilo. Eu mesmo ao surfar passei a adotar esse comportamento e ficava até irritado com isso. Depois eu concluí que: Se meu organismo, mente e corpo estão me mandando uma mensagem de medo, baseado nas percepções de todos os meus sentidos alí e eu com essa informação decidir ignora-la, poderei ficar mais e surfar. Agora, imagine que eu tenha medo, ache que estou sob risco, decida ignorar os sinais de meu corpo, fique, seja atacado por um tubarão. Puta merda. Que sentimento de bosta eu teria. Porque meu corpo me avisara, eu tive a oportunidade e decidi arbitrariamente ignorar. 

Com isso lhe digo o seguinte. A atitude é idiota mas a filosofia é importante. Estatisticamente sei que ninguém nos ultimos 40 anos foi atacado por tubarão então sair com medo é idiota. Mas a filosofia de confiar em si mesmo, nos seus sentimentos (NOTA IMPORTANTISSIMA: Quando estes sentimentos forem BONS. Sabe-se de BOM um sentimento que gera bem, bem estar para a coletividade e não apenas para si mesmo) é muito boa e produtiva, na minha opinião. Houve um tempo, não muito distante, que a gente tinha que confiar nesses "instintos" para sobreviver, pra cuidar da familia, pra fazer o alfabeto, pra formular teorias matemáticas, pra experimentar em laboratórios, pra custear viagens espaciais. 

Como o foco da questão que você traz foi o conflito sobre quem é Deus, vou me permitir trazer uma visão MINHA, mas que garanto ser fruto de muito estudo. Se você teve uma epifania, um momento de reflexão profunda que abalou seu funcionamento orgânico, é muito bom e proveitoso - senão prudente - atender a esta experiência. Fazer o que tá fazendo, querer discutir, é muito importante. Eu lhe pergunto uma coisa muito séria. Se DEUS estivesse tentando falar com você, como ele agiria? Lhe dando uma experiência para você extraordinária e  que de tanto sê-la, e não poderia ser diferente, você configurou como bad. Mas se sentiu uma máquina que processa informações naturais, que isso lhe fazia vivo, lhe fez refletir sobre a existência do próprio Deus. A experiência lhe deu ainda um senso de responsabilidade sobre sua própria vida.. ou seja, não foi bad. Foi uma boa experiência e que diante da grandeza dela mesma seu corpo reagiu com adrenalina, taquicardia, etc.

Aí você falou algo sobre nada sobreviver para sempre mas sim retornar para o todo, seguindo o ciclo de vida. Não entendi bem se isso reforça Deus ou se é você dizendo que nada é pra sempre, que não existe alma. Pode discorrer mais sobre isso?

Continua ainda a experiência lhe ditando que se você tentar fugir disso é uma atitude má, Luciferiana, etc. 

Amigo, com isso quero apenas lhe descrever mais ou menos, com muita imprecisão pois é de fora, o que lhe aconteceu. Quero lhe dizer que atenda a esta vivência com novos olhos e tire da sua mente o que você "acha" saber. Você tá vivo a menos de 30 anos, num mundo de idade bilionária. Então a primeira coisa é colocar-se no lugar de humano, imaturo ainda, para poder abdicar do que acha que sabe pra poder apreciar a realidade como ela é. Isso digo a mim mesmo, não só a você.

Agora peço licença para anexar aqui algumas coisas sobre o Espiritismo pra que você leia, analise com carinho. Quando tirar uma conclusão imagine primeiro que a conclusão tá errada ou incompleta ao contrário de abraçá-la por completo. Leia de novo. Veja se encontra alguma verdade. Aí a partir daí acho que você poderá desenvolver sua inteligência espiritual com mais profundidade para compreender que o que você teve foi uma experiência NÃO RELIGIOSA mas ESPIRITUAL. E que a Divindade decidiu tocar-lhe a mente para trazer-lhe de volta para seu propósito na vida, que é comungar das Leis de Deus, seja ele quem você acreditar ser, contanto que seja bom. 

Alguns conceitos sobre a Doutrina Espírita, codificada na França na década de 1860 e amplamente difundida no Brasil.

Deus: Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas.
Jesus: O guia e modelo da humanidade.
Kardec: A base fundamental dos conhecimentos da vida espiritual cujas obras são O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho Segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno, A Gênese. O primeiro deve ser encarado como um livro de Ciência. O segundo como um livro de prática experimental. O terceiro como um livro de aperfeiçoamento moral. O quarto livro trata da Justiça Divina e da desconstrução do que sabemos como céu e inferno. O quinto trata de como o Planeta Terra foi criado.

"Fora da caridade não há salvação." Caridade significa benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros e perdão das ofensas. (Livro dos Espíritos, Q886).

Continua a leitura no PDF anexo. 

Gostaria de enfatizar que estou apenas querendo apresentar novas perspectivas e oportunidades de ESTUDO e não querendo ensinar nada sobre Deus ou o Universo, diante de quem nem semelhante a um verme me pareço pela infinidade que o Universo apresenta e a Eternidade que Deus é!

Folheto - 01 - Conheça o Espiritismo.pdf

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  • Usuário Growroom

Saudações!

Me interessei sobre seu relato. Ao que me parece, num 'achismo', a florzinha é muito capaz de criar crateras na esfera intelectual e isso se reverbera, talvez pela gravidade dos 'entraves' criados, ao âmbito emocional. Te atingindo.

Há aqui no fórum diversos relatos usuários que afirmam terem descobertos disfunções principalmente morais ou em relação aos objetivos de vida através da ganja(geralmente dizem ''a maconha me mostrou x problema''). O que me faz reforçar ainda mais esse 'achismo' sobre a 'fenda' na mente. 

Há muito o que se descobrir sobre isso em termos médicos...

 

Como experiência pessoal, se servir de auxílio, é muito do que o amigo de cima falou.
Não duvido que você seja tenha uma ótima carga de conhecimento, assim como facilidade pra adquiri-lo. Mas existe um limiar que esbarra no fato de sermos um organismo da espécie humana. Por enquanto a maioria das questões do universo vão se manter sem respostas; Por mais que uma religião, doutrina, estilo de vida te apeteça, vai ser sempre 'tapar sol com a peneira' porque ao que me parece pra você, e me identifico contigo nesse aspecto, a significação mítica incomoda. Essa peneira é meio furada por natureza kkk

Então... Continue com os teus debates internos e inevitáveis. Só tens que trabalhar talvez aceitação, mas com certeza tua sensibilidade à incerteza.

 

Positividade!

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  • Usuário Growroom

Amigo, essas bads se dão pelo seu tipo de personalidade. Algumas pessoas são simplesmente mais "mentais", tem mais consciência de tudo, e isso é ao mesmo tempo uma benção e uma maldição. Comparado a uma pessoa comum você é muito mais analítico e crítico frente a qualquer situação, isso é ótimo se a pessoa souber usar mas também torna mais difícil ligar o foda-se quando você fica encanado com alguma coisa. Logo as pessoas que tem esse perfil tendem a ser mais instáveis emocionalmente.

As drogas em geral - não só a maconha - intensificam seu estado emocional, então uma pessoa mais estável emocionalmente dificilmente terá uma bad porque não irá dar muita atenção quando os pensamentos negativos aparecerem. Mas pra quem é mais mental essa onda de negatividade pode vir com mais frequência, e se você deixar ela te dominar já era, caiu na bad trip.

Algumas pessoas tem essa personalidade mais autocrítica desde sempre, outras se tornam com o tempo, mas independente de qual for o seu caso, se você não tá conseguindo parar a onda de vibes ruins quando ela aparece, pare de usar maconha. Dê um tempo, se auto-analize e aprenda a superar isso sóbrio. A meditação e o budismo podem te ajudar. Ocupar a cabeça com algum hobby bacana também é útil. Eu já passei por essa fase, ficava noiado com cada coisa besta toda vez que fumava, e hoje depois de trabalhar esses problemas to usando de novo numa boa.

Só pra complementar, existem outros fatores além da personalidade que podem contribuir para você ter uma bad. Pra mim a desconfiança quanto a procedência do fumo que eu consumia atrapalhava muito minha experiência com a erva. Ela podia nem ser tão ruim, mas se eu colocasse na minha cabeça que aquilo podia me fazer mal por não ser da boa, era bad na certa. Por isso nunca economize com maconha, é burrice. Se não tiver como pegar das melhores, busque um meio de cultivar.

Abraço e boa sorte.

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  • Usuário Growroom

 A Cannabis atiça sim esses pensamentos de existência e etc, que não tem uma boa base fundada em alguma crença ou em algum pensamento filosófico que tenha  fundamentos acaba surtando se " pensar demais " , conheço pessoas assim, pra falar a verdade ja tive algo parecido mas não tão grave, mas eu tenho grande enraizamento na minha crença o que não me permite ter mais estes tipos de pensamentos existenciais, minha dica é vc procurar algo que lhe de fé para existir, isso vai ajudar a cicatrizar, se interessar eu posso lhe passar um autor que trata muito disso da existência de nossas minusculas consciências nesse gigantesco Cosmos, aprendi muito com ele e levo para o dia a dia estas questões, bom acabei de ler que vc já teve contato com Kardec, minha sugestão é leia " A Gênese " , pode ter certeza que vai mudar seu modo de pensar, mesmo que vc não acredite, vc não vai perder nada em ler, foi o livro que exterminou todas as minhas dúvidas e conflitos internos !

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  • 2 weeks later...
  • Usuário Growroom
Em 25/02/2016 at 16:04, Dantz disse:

Amigo, essas bads se dão pelo seu tipo de personalidade. Algumas pessoas são simplesmente mais "mentais", tem mais consciência de tudo, e isso é ao mesmo tempo uma benção e uma maldição. Comparado a uma pessoa comum você é muito mais analítico e crítico frente a qualquer situação, isso é ótimo se a pessoa souber usar mas também torna mais difícil ligar o foda-se quando você fica encanado com alguma coisa. Logo as pessoas que tem esse perfil tendem a ser mais instáveis emocionalmente.

As drogas em geral - não só a maconha - intensificam seu estado emocional, então uma pessoa mais estável emocionalmente dificilmente terá uma bad porque não irá dar muita atenção quando os pensamentos negativos aparecerem. Mas pra quem é mais mental essa onda de negatividade pode vir com mais frequência, e se você deixar ela te dominar já era, caiu na bad trip.

Algumas pessoas tem essa personalidade mais autocrítica desde sempre, outras se tornam com o tempo, mas independente de qual for o seu caso, se você não tá conseguindo parar a onda de vibes ruins quando ela aparece, pare de usar maconha. Dê um tempo, se auto-analize e aprenda a superar isso sóbrio. A meditação e o budismo podem te ajudar. Ocupar a cabeça com algum hobby bacana também é útil. Eu já passei por essa fase, ficava noiado com cada coisa besta toda vez que fumava, e hoje depois de trabalhar esses problemas to usando de novo numa boa.

Só pra complementar, existem outros fatores além da personalidade que podem contribuir para você ter uma bad. Pra mim a desconfiança quanto a procedência do fumo que eu consumia atrapalhava muito minha experiência com a erva. Ela podia nem ser tão ruim, mas se eu colocasse na minha cabeça que aquilo podia me fazer mal por não ser da boa, era bad na certa. Por isso nunca economize com maconha, é burrice. Se não tiver como pegar das melhores, busque um meio de cultivar.

Abraço e boa sorte.

Salve Dantz, cara fez muito sentido td que vc falo, sério. Não quero desmerecer o conselho sincero de ninguém mas.. o que você falou bate exatamente com o que 3 sessões de terapia levaram para eu entender o que estava acontecendo. E além de tudo você havia dito sobre o budismo e meditação que é exatamente o que eu estava lendo e estudando sobre a mais de uma semana. Eu estou lendo um livro enorme de meditação mas até agora não meditei nenhuma vez. 

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  • Usuário Growroom
Em 23/02/2016 at 04:57, Renato S Marcantonio disse:

Olá galera do Growroom, venho até aqui pedir ajuda pois estou passando por um momento depressivo causado pelo uso da verdinha.

Eu fui usuário cronico da verdinha por mais ou menos 4 anos, fumo desde os 15 e dos 18 até os 22 eu legalizei tudo por aqui...

Nos últimos 2 meses eu parei de fumar e tive uma melhora significativa na minha qualidade de vida. Eu voltei a sonhar! Para quem não sabe, fumar muito da verdinha tira o quinto estágio do sono que é o momento em que sonhamos :/ Mas quando paramos de fumar sonhamos tudo de uma vez em um período de 1 a 2 meses, o que é bem legal pois o sonhos ficam super reais :D Sorte que não tenho pesadelos o.o hehe

Bom agora vou direto ao assunto. Nesse final de semana eu fui dormir na casa do meu primo que fuma muito ainda hoje em dia. Durante o banho de manhã antes de ir embora me deparei com o enorme estoque da verdinha dele no armário, acabei pegando um beck de la pra levar e matar a saudade de fumar um em casa, até ai tudo bem.

Quando cheguei em casa esperei dar um horário que não haveria ninguém acordado e bolei um baseado gordo, tinha 1,5g mais ou menos ali eu acho. Era tudo que eu tinha pego na casa do meu primo. Fumei mais ou menos metade do beck.

Agora começa a badtrip. Comecei a sentir paranoia, taquicardia, sede e todos os sentimentos ruins que um corpo desacostumado com a verdinha pode sentir ao usar uma boa quantidade de ganja, mas tudo bem, pois sou macaco velho na parada e sei lidar com esses sentimentos negativos do organismo. hahahahah Até parece, foi logo em seguida que veio a maior bad trip de todos os tempo que eu já senti na minha vida. Eu fui até o netflix assistir algo e me descontrair quando me deparo com o titulo do seriado que eu estava assitindo: Life is to short.

BUUUM, tive na hora uma epifania de pensamentos, minha taquicardia e minha sede triplicaram na mesma hora e aquilo não saia mais da minha cabeça, tudo a partir era uma paranoia enorme em cima daquele pensamento. 

Bom a partir daqui é só um relato das brisas bads que eu tive que provavelmente não fazem nenhum sentido e vou deixar em negrito pois talvez não seja necessário a leitura desse monte de doideira para que eu tenha alguma ajuda.

Já fiz teste de QI em um médico psiquiatra respeitável de verdade e tenho uma pontuação elevada de 131 pontos, imagine tudo que eu fui capaz de raciocinar naquele momento de crise de Pânico.

Bom eu comecei a imaginar que eu sou uma maquina que processa informações naturais e que isso que me dava a sensação de estar vivo, entrei em um conflito interno sobre teísmo e ateísmo. Comecei a me sentir responsável pela continuação da minha vida. Isso me deixou uma ferida onde tudo que eu pensava a partir dali vinha esse sentimento na minha mente. O engraçado é que eu sei que nada é capaz de sobreviver para sempre, no final você acaba voltando para o o todo e se tornando parde dele seguindo o ciclo da vida.

Tentar fugir disso seria uma teoria luciferiana onde algo foge da naturalidade e tenta se tornar o próprio Deus, portador da própria luz... Mas querendo ou não isso nunca seria possível para sempre. Isso seria impossível mesmo que através de transcendência da mente, seria uma luta constante de porém finita contra a naturalidade. 

O barulho da chuva parecia ser o cosmos me pressionando e me aniquilando aos poucos o.o

Logo em seguida lembrei que não é preciso criador para a existência da complexidade.

" Sem Deus, o universo não é explicável satisfatoriamente. " -Albert Einstein

Todos esses pensamentos me deixaram uma enorme ferida e eu tive muita dificuldade para dormir, até que finalmente após ler tudo que eu pude de textos aleatórios na internet eu acabei caindo no sono.

Hoje já é o terceiro dia desde então e eu continuo sentindo um pouco da dor daquela ferida causada.

Alguém já passou por algo parecido? Como eu posso lidar com essa angustia causada por quela brisa? Vai cicatrizar essa ferida? o.o

Fala irmão.

Procura um psiquiatra cara de boa. Isso ai é ansiedade, depressao, sindrome do panico, paranoia. É foda ja tive essas paradas.

 

At.

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