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mettalph

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Tudo que mettalph postou

  1. Luiz Gustavo Porfirio Após um café-da-manhã regado a café açucarado e produtos de gordura animal (leite, queijo, requeijão), este jornalista declarou-se curado da noite anterior em que tomara cerveja e fumara tabaco de narguile. Foi necessária uma reflexão sobre todas essas substâncias, consideradas normais, e os problemas enfrentados por quem se utiliza de outras substâncias, as consideradas proibidas, para dar completo sentido às ideias defendidas na entrevista realizada com Henrique Carneiro, professor de História da Universidade de São Paulo. Militante histórico do PSTU e da Convergência Socialista, Henrique é ativista da campanha pela legalização das drogas e, particularmente, pela descriminalização da maconha. Atingido por uma bomba de gás lacrimogêneo na passeata duramente reprimida pela PM de São Paulo do dia 21 de maio, ele explica as razões históricas da perseguição a algumas drogas e a legalização de outras, como as que este jornalista, como tantas outras pessoas, usa cotidianamente. A proibição e a repressão da Marcha da Maconha foi um capítulo a mais na Guerra contra as Drogas. Como você vê essa guerra no contexto internacional? A Guerra às Drogas completou 40 anos nessa fase, desde que foi lançada pelo presidente americano Richard Nixon. Torna-se a guerra mais cara, mais longa e com mais prisioneiros da história da humanidade. Ela é um dispositivo muito importante da ordem internacional, consagrado em tratados internacionais, o de 1961, 1962 e 1989 − que deveriam ser revogados, a começar pelo Brasil. É um mecanismo de, em primeiro lugar, controle social das populações pobres, pois permitem à polícia devassar a privacidade dos indivíduos em qualquer circunstância, sob o pretexto de busca de drogas. Em segundo, permite um controle de matérias-primas que são fundamentais na indústria farmacêutica, garantindo a hegemonia dos remédios desta indústria contra o uso de plantas tradicionais. Ainda, garante um mecanismo de aumento da rentabilidade do capital, em um sistema financeiro em grande crise, pois gira, por lavagem de dinheiro, um montante de US$ 400 bilhões, mais da metade de todo o mercado farmacêutico oficial. Esse dinheiro garante, em momentos de crise, a liquidez necessária ao mercado financeiro, como aconteceu em 2008. Só o banco norte-americano Wachovia lavou, reconhecidamente, mais de US$ 400 bilhões do México, mais de um terço do PIB desse país. O imperialismo, portanto, também se utiliza dos lucros do tráfico? Sim, de uma forma sistemática. O maior promotor do tráfico no mundo provavelmente foi a própria CIA, pois desde o conflito do Vietnã, onde havia a área de produção de ópio do Triângulo Dourado, até a atual guerra do Afeganistão, uma das questões centrais em jogo é o controle do mercado dos opiáceos e do seu principal derivado, a heroína. Esse mercado permite aferir lucros muito superiores ao mercado normal: tem um custo de produção muito abaixo do preço do produto, por causa da política proibicionista. É ela, portanto, que garante uma rentabilidade extraordinária para os grupos desse mercado. Não são grupos clandestinos, mas os próprios Estados. Alain Labrousse, no livro Geopolítica das Drogas, mostra que todos os conflitos, após a queda do muro de Berlim, foram financiados por caixa-dois do dinheiro do tráfico. Tanto na guerra do Afeganistão, quanto na de Kosovo, as da América Central, na Colômbia, no Peru, México, em todos os países onde houve conflito o dinheiro do narcotráfico foi uma divisa, uma moeda franca. Além dos já citados, quais outros efeitos sociais são atribuíveis à guerra contra as drogas? Afeta mais a classe trabalhadora ou é igual a outras classes? É interessante comparar, por exemplo, com o movimento gay. Mesmo que haja um polo conservador na sociedade global e na norte-americana que continue atacando os direitos civis dos homossexuais, não existe uma guerra declarada pelo Pentágono contra os homossexuais, ao contrário: há até a incorporação de homossexuais no exército norte-americano. Por outro lado, há sim uma guerra desencadeada às pessoas que consomem certas drogas ou que as produzem, como os camponeses. A própria expressão é capciosa: a guerra não é contra as drogas, é contra as pessoas que as consomem, os milhões. É uma espécie de guerra social e cultural, que não reconhece o direito de cidadania de uma minoria dos cidadãos que tem um estilo de vida que não diz respeito a ninguém mais além deles mesmos. Agora, a classe trabalhadora vem sendo um dos alvos mais importantes dessa guerra, porque ela serve também de pretexto para a criminalização mais geral da pobreza. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, onde há conflitos por grupos de traficantes, a gente vê que um dos efeitos nefastos é que o mercado é tomado pelo seu polo varejista. Isto é, os grandes traficantes são setores financeiros que lavam dinheiro, mas os únicos reprimidos são os setores da classe trabalhadora que revendem. A própria legislação do governo Lula, que aparentemente tem um aspecto progressivo ao considerar que o consumidor não deve ser penalizado, envolve outro elemento muito maléfico de aumentar a criminalização do tráfico. Deixa a distinção entre tráfico e consumo ao arbítrio do juiz ou do policial. Então, um cara de classe média pego com cem gramas é um consumidor; um pobre com os mesmos cem gramas é certamente um traficante, na interpretação mais comum dessas autoridades. Aumentou muito o número de presos por tráfico: praticamente 1/5 da população masculina das prisões e metade da feminina são de pequenos traficantes que não são criminosos, do ponto de vista de terem agredido a pessoa humana. São simplesmente consumidores que se articulam para uma compra coletiva ou pequenos abastecedores varejistas do mercado. Essa população, essencialmente pobre, é hoje o setor que mais incha o sistema carcerário brasileiro, e que ao entrar na prisão acaba se tornando vítima de organizações criminosas que a recruta e ampliam assim sua influência. Quando se fala em drogas, que tipos pode haver quanto ao uso? Existe uma divisão farmacológica, que a grosso modo é entre excitantes, sedativos e substâncias de promoção do êxtase. Os excitantes são das anfetaminas à cocaína, passando até pelo café. Os sedativos vão dos opiáceos até os benzodiazepínicos (o Rivotril é o melhor exemplo, é o segundo medicamento mais vendido no Brasil), isto é, os tranquilizantes. E finalmente aqueles que são conhecidos como alucinógenos que são substâncias ligadas a cultos religiosos tradicionais, que é também uma das explicações de serem tão perseguidas, apesar de seu risco ser muito baixo: pelo fato do cristianismo ter combatido, historicamente, as práticas de uso de drogas para promoção do êxtase, e continuam perseguindo as tradições religiosas indígenas, africanas e de outros povos. Mas nessas categorias, há drogas legais e drogas ilegais. Qual é a diferença? Do ponto de vista da regulamentação, a divisão não obedece a nenhum critério científico. A divisão entre lícitas e ilícitas não se deve a efeitos danosos ou perigos em qualquer sentido. Ao contrário: as duas que mais causam danos à saúde, o álcool e o tabaco, são legalizadas. Tabaco é a maior fonte de morte da civilização contemporânea, segundo os dados oficiais da Organização Mundial da Saúde. Já algumas drogas com baixo potencial de riscos para a saúde e para o comportamento são perseguidas: o caso mais flagrante é o da cannabis (maconha), substância sem nenhuma letalidade. Nunca se morreu por uso de maconha. É uma substância que tem usos positivos, inclusive terapêuticos, muito reconhecidos e aceitos em vários países, mas que continua sendo objeto de demonização. A grande distinção entre legais e ilegais, portanto, é um critério jurídico-policial, não há nenhum sentido lógico. A única lógica poderia ser o fato de que as ilegais vieram de povos marginalizados: a maconha tem uma importância muito grande no mundo árabe, colonizado pela Europa; entre os mexicanos nos EUA; entre os afrodescendentes no Brasil: sempre veio de povos oprimidos, que a levou a essa estigmatização. Mas o vício não é uma consequência natural das drogas? O vício, entendido como consumo compulsivo de qualquer tipo de mercadoria, é um traço de comportamento intrínseco ao capitalismo. O capitalismo promove o vício em todas as mercadorias. Ele cria valores simbólicos em torno de produtos que são romantizados por marcas e torna as pessoas completamente dependentes, seja no uso de roupas, automóveis, de televisão, de fastfoods. Todos esses comportamentos são induzidos para serem exercidos da forma mais compulsiva possível. A publicidade nasce com essa função, e mais: nasce particularmente ligada ao mercado farmacêutico ou de substâncias como tônicos, energéticos e uma série de substâncias que surgiram no final do século XIX para o século XX, dos quais a mais famosa é a Coca-Cola. Com relação às drogas, há um aparente paradoxo: o capitalismo proíbe algumas, que são aquelas de uso tradicional em sociedades periféricas com identidade religiosa estranha ao cristianismo, mas sanciona outras, que no mesmo período histórico passam a ser veiculadas como verdadeiras panaceias e se tornam um dos ramos mais florescentes no mercado mundial. Particularmente a farmacêutica e, mais ainda, a psicofarmacêutica, a dos psicoativos farmacêuticos, que vai desde as anfetaminas, como excitantes, até os benzodiazepínicos como substâncias tranquilizantes, e também os remédios considerados psicoterapêuticos para distúrbios, que vão desde os antidepressivos até os antipsicóticos. Você defende que só uma política de legalização pode combater o tráfico e o monopólio, por um lado, e o uso abusivo, por outro. Com quais medidas isso seria possível? Todas essas substâncias, tanto as drogas quanto os alimentos, a gente pode chamar como parte de uma indústria do vício. Nela também entraria o jogo. Esse tipo de prática que tem uma tendência a incitar comportamento compulsivo, já que pelo menos de 10% a 15% da população pode ter vulnerabilidade a ter comportamento compulsivo, ela deve ser completamente excluída da alçada do interesse privado, pois ele sempre vai ter uma determinação de aumentar o consumo o máximo possível. Eu acho que deve haver uma política que garanta o acesso às pessoas que optarem de forma bem informada, mas deve haver uma completa ausência de mecanismos de incitação ao consumo, dos quais os mais importantes são os publicitários. Então deve haver uma estatização da grande produção de todas as drogas, incluindo as farmacêuticas, incluindo álcool e tabaco, para que os lucros fossem utilizados totalmente para fins de interesse público, como inclusive dar apoio com verbas públicas para programas de tratamento daqueles que tiverem consumo compulsivo. No âmbito varejista e no âmbito do microcomércio, da autoprodução, das cooperativas, deverá haver um grande espaço para um mercado de iniciativa individual, mas não de monopólios nem de grandes empresas. Isso tanto para plantadores de maconha quanto produtores de vinho, cachaça de tipo regional, etc., que deveriam até ser estimulados pelo Estado como fazendo parte de uma tradição cultural. Outra coisa é o monopólio da grande produção que, se ficar nas mãos privadas, sempre vai tentar aumentar o consumo. Eu acho que isso ajuda a explicar o argumento da legalização, pois você vai dizer para as pessoas que não vão ser empresas que vão lá tomar o controle da cocaína e tentar ficar drogando pessoas menores de idade ou vulneráveis etc., mas vai ser o Estado, que vai estabelecer critérios extremamente severos (como tem a venda de remédios controlados, por exemplo), vai ter uma fiscalização que impeça usos irresponsáveis, como o uso ao volante, que teria que ser também severamente punido (coisa que no Brasil não é, sequer com o álcool), e teria que haver a total proibição da publicidade. O ex-presidente FHC também vem realizando uma campanha pela descriminalização. Qual a diferença entre a política levada por esses setores e a dos revolucionários? O FHC tem defendido a descriminalização mas não tem falado da legalização, o que significa que o consumidor deixa de ser alvo da violência pela repressão policial mas a venda continua coletiva, poderia haver, no máximo, o espaço do autocultivo. Isso não resolve o problema porque continua deixando a produção e a circulação dessa mercadoria numa esfera completamente sombria, de ilegalidade. A legalização, por outro lado, obriga a uma definição sobre qual regime de propriedade que deve reger esse comércio e qual deve ser a destinação dos enormes lucros que ele possibilita. Você poderia dizer: “Bom, mas a gente vai colocar a cocaína na mão de grandes empresas, ou a maconha na mão da Souza Cruz?” Eu acho que seria uma via equivocada. No entanto, ela é defendida por um setor significativo da burguesia mundial, que se deu conta de que a proibição está trazendo uma série de consequências muito perigosas, inclusive de conteúdo sistêmico, quer dizer, do funcionamento adequado do capitalismo. Esse setor é capitaneado por grupos lobistas financiados por George Soros, que estão agora reunidos numa comissão internacional que reúne, além de FHC, figuras como Paul Volcker, ex-presidente do Fed (Tesouro) americano, ou George Schultz, ex-secretário de Estado americano. Isso tudo mostra que há um interesse muito grande em tornar esse mercado clandestino uma commodity de circulação como outra qualquer: pagando impostos pro Estado e dando lucros para grandes empresas, e não mais para um setor de uma burguesia lúmpen [marginal, gângster] ou para o setor financeiro que lava o dinheiro. Nesse sentido, o Brasil teria um imenso potencial econômico com o comércio da cannabis. Esse comércio já é o maior do agronegócio do [estado americano da] Califórnia e do Canadá. Então a discussão que está em curso é quem vai ser o dono desse imenso negócio, em particular da cannabis, que tem, além do psicoativo, uma série de usos industriais crescentes. Então o Brasil está ficando na retaguarda, não só cultural ao não admitir a legalização, mas econômica, fora de uma importante fatia do mercado mundial desse produto que vem alcançado, cada vez mais, o espaço de legalidade. Fonte: http://blogconvergen...ergencia/?p=138
  2. Joguinho legal pra Android. Weed Farm Overgrown. Pra quando você não estiver no grow real, se distrai no virtual: http://www.weed-farmer.com/overgrown/

    1. mettalph

      mettalph

      Pra quem não quiser jogar a versão Overgrown, que ainda tá em beta, pode jogar a Classic: http://www.weed-farmer.com/download.html

      Mas eu recomendo a versão Overgrown, que é muito mais completa e realista. Tem até como extrair hash, oil, comprar componentes separados e montar um grow nos mínimos detalhes, cooking, etc. A Classic é meio quadrada e marrenta.

    2. Guto_2

      Guto_2

      ae muito bom hahaha era o q faltava !!!

  3. mettalph

    .

    Meu, com prensado eu tbm tinha essas ondas de ficar indisposto pra fazer as coisas. Que nem o Green Knight falou. Depois que passei a fumar só green, minha vida tá perfeitamente normal, na verdade as vezes até melhor do que se eu fosse careta. Hehehe. A predisposição do indivíduo com certeza tem muita força nisso, mas a qualidade do produto tbm. Sabe-se que o prensado passa por processos químicos na decomposição. Talvez até a amônia consequente dessa decomposição nos deixe assim, como acontece com o pessoal que usa tiner ou cola.
  4. Missão de satélites gêmeos terminará segunda-feira. Mas o interessante é o nome dos satélites: Ebb e Flow > http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/missao-de-satelites-gemeos-terminara-segunda-feira-13122012-46.shl

  5. Não to vendo direito a foto, mas ou é um bud preto (velho?), tipos aqueles que saem quando se lava um prensado, ou é hash, ou sei lá que tipo de fumo é esse. hehehe Pode ser também iluminação ruim na foto.
  6. Finalmente, saiu a primeira declaração do governo federal sobre a regulamentação da venda de maconha recreativa nos Estados de Colorado e Washington. Ela veio, mais especificamente, do próprio presidente Barack Obama, nesta quinta, numa entrevista que vai ao ar hoje na rede de TV ABC News. “Tenho um peixe maior para fritar”, disse à jornalista Barbara Walters. “O governo federal tem muito o que fazer quando se fala de processos criminais. Não faria sentido, em termos de prioridade, focarmos em usuários de drogas recreativos em estados que já disseram que isso é legal.” Isso não quer dizer que promotores federais e que o pessoal da DEA (Drug Enforcement Administration, polícia antidrogas americana) não possam interferir nos Estados. Mas será que eles vão contrariar o presidente? Difícil. Eric Holder, chefe da promotoria no país, disse que em breve vai soltar um comunicado sobre o assunto. E um Senador já mandou carta para o chefe da agência antidrogas sugerindo: “Uma opção seria criar uma emenda para permitir a posse de até 20 gramas de maconha, pelo menos onde isso for permitido sob a lei estadual”. Tudo pode mudar e endurecer de uma hora pra outra, mas até agora tudo indica que Colorado e Washington não terão problemas para implementar seus mercados de maconha legal. Pelo menos com a lei federal. *** Na entrevista para a rede ABC, Obama também falou sobre o fato de já ter fumado maconha. O presidente já admitiu no passado ter fumado – e tragado – regularmente quando era adolescente, no Havaí. “Tem um monte de coisas das quais me arrependo de ter feito quando era criança. Minha posição é que o abuso de drogas de modo geral não é algo bom para nossas crianças, não é bom para o nosso país”, disse à jornalista. Fonte: http://almanaquedasd...cao-da-maconha/
  7. Galera, to modelando um sistema pra documentação de strains, e to pensando em colocar uma parte com smoke report. O que você recomendam que entre num SR? Eu pensei em Sabor (apagado e acesso), Aroma (idem), Chapação. O que mais?

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    2. mettalph

      mettalph

      Se puderem colocar referência pra cada item também, por exemplo, Aparência (folhosa, buds densos, buds escassos, equilíbrio de buds e folhas, muita resina, resina média, pouca resina, etc).

    3. Black Label

      Black Label

      Cara me manda uma MP que eu te ajudo com isso.

    4. catnip

      catnip

      se organico ou npk! se foi in ou out !

  8. Daqui a algumas horas, será realizado debate na Biblioteca Nacional de Brasília. O debate abordará políticas sobre drogas. Confira! Ex-integrantes de quatro facções do narcotráfico do Rio de Janeiro (Comando Vermelho, Terceiro Comando, ADA e milícias), hoje atuantes em projetos sociais, e representantes da Polícia se reúnem no próximo dia 12 de dezembro, às 17h, no auditório da Biblioteca Nacional, em Brasília, para um debate inédito na capital. O projeto COMANDOS pretende promover um diálogo franco sobre o tráfico e as possibilidades de superação, envolvendo jovens e estudantes. Mediado pelo coordenador executivo do AfroReggae, José Junior, o debate reunirá o Coronel Robson (Chefe do Estado Maior Geral da Polícia Militar); José Magalhães (Inspetor da Polícia Civil); Sargento Dantas (BOPE); Francisco Testas/Tuchinha e Roseli Costa (ex-Comando Vermelho); Washington Rimas/”Feijão” (ex-Terceiro Comando); João Paulo (ex-ADA) e Robson Holmes (ex-milícia) A proposta do evento itinerante, já realizado no Rio de Janeiro, em São Paulo, Niterói e São Gonçalo (RJ), é colocar frente a frente personagens que protagonizaram embates do tráfico para relatarem suas experiências pessoais de superação, as histórias de criação dessas facções, a dinâmica adotada pelos grupos e as principais diferenças entre eles. No COMANDOS, visões de mundos opostos se unem pela crença na educação e na transformação social, a partir de histórias de vida que contribuem para a formação de uma consciência crítica. Os debates também auxiliam em decisões responsáveis, criando possibilidades de discernimento e melhor perspectiva de futuro. Para a UNESCO, uma das organizadoras do evento, é muito importante mostrar que é possível “aprender ao longo da vida”, contando historias de superação e de construção de novos caminhos. Os ex-integrantes das facções, que estarão no debate, participam de projetos sociais do AfroReggae e vêm estabelecendo um diálogo, que somente se tornou possível com um trabalho social sólido e o desejo de transformação. Essas experiências mostram que a crença na transformação social e a oferta de alternativas de futuro, distintas da realidade do crime e da violência, são componentes essenciais para a mudança de histórias de vida em lugares marcados pela exclusão. O evento está sendo organizado em parceria pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), pelo Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o programa Jovem de Expressão/Caixa Seguros e o Grupo Cultural AfroReggae com o apoio do Ministério da Justiça e da Secretaria de Cultura do Distrito Federal/Biblioteca Nacional. Em 2013, o Comandos será realizado no Rio Grande do Sul em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança e o banco Santander. Texto: Isabel de Paula e Ana Lúcia Guimarães/Unesco Brasil Fonte: http://www.cannacerr...oteca-nacional/
  9. Tamo junto. Se essa marcha seguir a proporção de crescimento dos último anos, e o STF tocar com boas notícias a nossa causa, nesse ano de 2013 teremos uma marcha digna dos Vitoriosos!
  10. Talvez eu faça isso, mas depois. Agora to tentando saber a situação dele.
  11. Ligo na DP de Aparecida de Goiania e ninguém atende. Alguém da região sabe me informar um telefone funcional da DP?
  12. Penúltima grama de blueberry auto acabou de ir pra mente. A última fica pra abrir o show do Planet Hemp.

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    2. diegrow

      diegrow

      dig dig dig eu sempre canto issooooo dig dig dig ahuahuahuhua

    3. Ho75uns

      Ho75uns

      Show do Planet absolutamente do caralho! Tá bem demais até de fumo; reclama não! kkkk.

    4. mettalph

      mettalph

      "Eu canto dig dig dig o que acontece, vou contar. Quando eu fumo marijuana, como eu fico? CHAPADO!"

      Dia 14 to lá, trincando e curtindo. /o/

      Reclamando nada. Só to agradecendo por cada grama cultivada e fumada. Hehehe

  13. O matsegredo tá certo. Qualquer grower pode usar a vontade. O ativismo é a nossa justiça, e como tal deve ser amplo e abrangente, não restrito a clubinhos.
  14. Galera do Goiás, dá um força pra acompanhar a situação do cara. Vamos botar o ativismo pra funcionar.
  15. Quarta-feira começa as férias. Tomar cuidado pra não essvaziar os potes (e a geladeira). Melhor mandar umas germinar logo pra não correr o risco de ficar na seca.

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    2. BomConheiroX

      BomConheiroX

      Valew black!!vou dar uma catucada!

    3. BomConheiroX

      BomConheiroX

      Eitha pouurãaa!!! valew sir_madman! é nóz queiroz!!

  16. Alguém sabe se o cara era mesmo grower e não tinha indícios de tráfico? Alguém da região pode ligar na DP pra saber o que houve com o cara e se ele já tem advogado? Passem o email do SOS pra ele: sos@growroom.net
  17. É diferentes em quais aspectos? É mais focado na realidade dos países norteamericanos e ou outro em países latinos e espanha?
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